Teorias sobre Shakira: ela esteve na abertura da Copa do Mundo?

Os usuários comparam o desempenho de Shakira na final com a abertura da Copa do Mundo de 2026.

Duas performances, um rosto… ou não?

O show do intervalo da final da Copa do Mundo de 2026 deixou mais que música. Shakira, ao lado de Madonna, Justin Bieber, BTS e Coldplay, ofereceram um show de 12 minutos no domingo, 19 de julho, durante a partida entre Espanha e Argentina. Mas o que as redes mais comentaram foi a comparação com sua apresentação inaugural na CDMX, no dia 11 de junho.

Os usuários notaram diferenças notáveis: na final ele apareceu sem os óculos escuros que usou na inauguração. Eles também notaram mudanças em seu cabelo, corpo e energia no palco. Alguns internautas chegaram a questionar se houve reprodução no Estádio da Cidade do México, enquanto na final ele dançou com mais intensidade.

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Frases como “Ficou óbvio desde o primeiro momento que ela não era Shakira” e “O original parece que ela está usando uma máscara” se tornaram virais. A polêmica alimentou a teoria de que não foi o mesmo cantor nas duas datas.

Shakira cantou “Dai Dai”, música oficial do torneio, acompanhada por Burna Boy e Ghetto Kids. A apresentação ampliou o intervalo do jogo para 27 minutos. Porém, o foco das atenções não foi a música, mas sim a aparência do colombiano.

As comparações alimentaram centenas de postagens. Enquanto alguns defendem que se trata do mesmo artista, outros insistem que existem diferenças óbvias. A verdade é que a polémica continua a gerar reações nas redes sociais.

Piqué e seus filhos assistem à final da Copa do Mundo de 2026

Gerard Piqué foi com os filhos à final da Copa do Mundo, onde Shakira fez o show do intervalo.

Assistência de Piqué

O ex-jogador de futebol espanhol Gerard Piqué e seus filhos compareceram ao Estádio Nova York-Nova Jersey para a final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina. A presença da família gerou grande interesse midiático, já que a cantora colombiana Shakira – ex-companheira de Piqué – foi a responsável pelo show do intervalo deste domingo, 19 de julho.

Antes do apito inicial, os menores foram capturados na arquibancada enquanto tocava “Dai dai”, tema oficial do torneio interpretado por Shakira. Segundo relatos dos presentes, o filho mais novo do ex-casal, de 11 anos, cantava a música na arquibancada. Piqué permaneceu ao seu lado, atento aos preparativos em campo.

Shakira e sua mensagem após a final

Shakira assistiu à partida em um camarote com a atriz Anya Taylor-Joy. Durante a partida, ele foi observado com reação hermética após o gol de Ferran Torres, que deu o campeonato à Espanha.

Ao final da partida, a intérprete usou suas redes sociais para parabenizar a seleção espanhola. Também dedicou um reconhecimento especial à seleção argentina e ao seu capitão, Lionel Messi, a quem descreveu como “o maior”.

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Apio Quijano defende animais de estimação após polêmica de Pedro Sola

Apio Quijano critica Pedro Sola por comentários contra cães; sua cadela Ofelia se torna viral.

Apio Quijano, membro do Kabah, juntou-se às vozes que desaprovavam os comentários de Pedro Sola sobre cães em espaços públicos. O apresentador do Ventaneando gerou indignação ao mencionar ao vivo seu desejo de dar “carne envenenada” aos animais que vê em restaurantes e shopping centers.

“Querem jogar um pedaço de carne envenenada… ou quem carrega três no carrinho. Eles querem atirar… nos donos”, disse Sola.

A reação foi imediata. Várias marcas retiraram a sua publicidade do programa e a TV Azteca emitiu um comunicado reafirmando o seu compromisso com a proteção dos animais. Apio, dono da cadela Ofelia, respondeu com um vídeo onde qualificou as declarações como irresponsáveis.

“É evidente que ele não é uma pessoa reconhecida por dar informações inteligentes, nunca foi, mas continua a ter um espaço onde muitas pessoas o veem”, disse.

A cantora destacou que é válido debater se os cães devem entrar em determinados locais, mas falar em envenená-los é uma crueldade. “O que o Pedro disse não foi humorístico, nem responsável, nem ético”, acrescentou.

Resposta de Ofélia

Apio compartilhou no Instagram uma foto de sua cadela Ofelia – com mais de 23 mil seguidores – vestindo uma camiseta com o meme “Cuidado com o Pedro”. A imagem viralizou como uma crítica contundente às palavras do motorista.

“Agora o mundo tem voz e tudo pode acabar da noite para o dia”, alertou Apio, apelando à medição do que se diz nos espaços públicos.

A TV Azteca, por sua vez, anunciou que irá reforçar programas de sensibilização sobre o respeito aos animais entre os seus colaboradores. A polêmica revelou o impacto das declarações em uma época em que as redes amplificam cada palavra.

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Fotografia e dissidência, três olhares no Centro Histórico

Três exposições no Museu Arquivo de Fotografia exploram a dissidência sexual e as tradições ancestrais.

O Museu Arquivo Fotográfico, localizado na Guatemala 34, no Centro Histórico, apresenta três exposições que discutem dissidência sexual, rituais e herança cultural. Embora originalmente previsto para junho, mês da diversidade sexual, os protestos no Zócalo e a programação da Copa do Mundo atrasaram sua abertura. Hoje procuram instalar a questão a partir de uma perspectiva mais permanente.

Três propostas para reflexão coletiva

A primeira exposição, “El susto entra por trás”, reúne 15 fotografias do artista visual Chito Tenorio. As imagens propõem uma leitura íntima e coletiva sobre o medo, a memória e os traços emocionais que persistem nos corpos. O criador explica:

“O projeto passa por diferentes formas, filtros, contemplações e explorações. Por fim entrega uma breve antologia de sete superstições nas quais construo uma poética da imagem.”

Tenório destaca que a exposição retoma a construção do nu masculino na história da arte. É, afirma, uma das poucas ocasiões em que é permitida a exibição de nus masculinos na íntegra. Sobre a relação entre corpo e superstição, acrescenta:

“O corpo é o portal entre o espiritual e o místico, o espiritual e o material. Sempre, de uma forma ou de outra, estamos expostos a este tipo de práticas.”

As fotografias incluem rituais como a limpeza com ovo, o bolillo para o medo e a superstição de varrer os pés associada ao azar no amor.

“Dissidências Ancestrais” é a segunda exposição. Compila o trabalho de 13 artistas e fotógrafos que exploram a diversidade sexual e de género a partir de perspectivas enraizadas na herança cultural, espiritualidade e experiência comunitária. Tenório, também curador desta exposição, liga-a à anterior ao sugerir que a ritualidade está ligada à dissidência sexual.

Encerra o ciclo “Trânsito. Invocação a Coyolxauqui”, do artista Roberto Tondopó. Esta exposição reúne 17 peças fotográficas que cruzam a fotografia contemporânea com raízes mesoamericanas, integrando um diálogo estético e simbólico.

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