Nego categoricamente minha prisão, diz delegado da FGR em Sonora
Em um contundente comunicado dirigido à mídia, o delegado estadual da Procuradoria-Geral da República (FGR) em Sonora, Francisco Sergio Méndez, negou enfaticamente os rumores sobre sua suposta apreensão. A recusa ocorreu imediatamente após a sua participação ativa na Mesa de Segurança do Estado, espaço dedicado à coordenação interinstitucional em matéria de segurança pública.
O alto funcionário federal referiu-se especificamente a versões jornalísticas que o ligavam a uma suposta prisão por supostas omissões na integração de arquivos de investigação relacionados a crimes contra hidrocarbonetos, comumente conhecidos como tráfico de combustível. Estas acusações, segundo Méndez, são completamente infundadas.
Posição oficial e declarações à mídia
Diante da imprensa reunida, o chefe da representação de Sonora da FGR expressou claramente: “Vocês acham que é uma prisão se eu estiver aqui? Não há prisão, tudo é absolutamente falso”. Esta afirmação constitui a posição institucional oficial relativamente à especulação gerada em certos círculos de informação. O delegado manifestou sua perplexidade com os motivos que motivaram a circulação dessas denúncias, indicando desconhecer a origem ou o motivo pelo qual está sendo associado aos referidos atos ilícitos de omissão.
Em suas próprias palavras: “Não sei a que se deve, não saberia dar nenhuma explicação, está sendo feita uma investigação aprofundada até o limite”. Esta frase sugere que, no âmbito das suas competências, o próprio funcionário instruiu ou está a participar numa investigação interna exaustiva para elucidar a origem destas acusações e esclarecer completamente os factos.
Contexto operacional e futuro no cargo
Quanto à sua permanência à frente da delegação, Francisco Sergio Méndez foi preciso ao salientar que continuará a exercer as suas funções “na medida em que os seus superiores na Cidade do México o permitirem”. Esta declaração destaca a natureza hierárquica da FGR, onde a continuidade dos comandos territoriais está sujeita à avaliação e às orientações emitidas pela sede da instituição. Sua declaração transmite uma atitude de colaboração e submissão à cadeia de comando, ao mesmo tempo que reafirma sua autoridade no cargo no curto prazo.
As versões sobre sua suposta apreensão, publicadas ao longo do dia, especulavam que o delegado já estaria concentrado na Cidade do México à disposição da Procuradoria de Coordenação Territorial (Fecor), unidade interna da FGR responsável pela fiscalização e coordenação das delegações estaduais. A própria negação do funcionário no local desmonta esta narrativa e levanta sérias dúvidas sobre a origem e a intenção do vazamento de informações falsas.
Este episódio destaca as complexidades e os desafios enfrentados pelas instituições de justiça no México, especialmente em questões de alto impacto, como o combate ao roubo de hidrocarbonetos. A circulação de informações não verificadas pode minar a credibilidade institucional e dificultar as operações em curso. A resposta imediata e pública do delegado Méndez procura, precisamente, cortar pela raiz qualquer crise de confiança e restabelecer a normalidade operacional da delegação de Sonora, garantindo que o trabalho de investigação prossiga sem contratempos.
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