O barroco soa em Reynosa com um novo coletivo artístico

Um coletivo de artistas do Nordeste realizou seu primeiro show, misturando o barroco com o talento local.

A música clássica encontrou seu lugar no Nordeste

No último sábado, justamente com o equinócio da primavera, algo diferente vibrou no auditório do IPN de Reynosa. Não foi um evento qualquer. Foi o show inaugural do Coletivo de Arte Independente do Nordeste (CAIN), e a sala estava lotada.

Estiveram presentes figuras culturais locais e públicos que, talvez surpreendentemente para alguns, adoram música de concerto. A questão é: quem são esses artistas que se atrevem a fazer isso?

“Acreditamos na música de concerto como uma força viva, capaz de despertar a imaginação e unir a comunidade em torno da mesma emoção”, explica o coletivo.

A sua missão é clara: despertar a curiosidade nas novas gerações e fazer de cada recital uma experiência que ficará gravada na memória. Eles não veem a música clássica como um luxo distante, mas como uma linguagem universal.

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Um programa que mistura gigantes com talentos locais

O cardápio musical era ambicioso. Soaram os grandes nomes do barroco: Bach, Vivaldi, Handel. Mas o mais especial foi o elenco.

Teve como convidado principal o violinista Roman Pavón Estrada, considerado um dos melhores do país. Junto com ele, uma seleção de músicos de diferentes partes do México demonstrou que o talento está em toda parte.

De Marisol Acosta Flores (violoncelo) do CDMX, a Lázaro Cardona Pérez (violino) de Río Bravo, Tam., e Israel Guerrero Pineda (piano) de Matamoros. Era um mapa sonoro do talento nacional com raízes profundas em Tamaulipas.

Este não é apenas mais um grupo. O CAIN aspira ser uma plataforma cultural de referência, promovendo talentos emergentes e criando pontes entre artistas, instituições e a comunidade. Seu compromisso é com a excelência e a inclusão.

No final das contas, mais do que um show, foi uma afirmação: a arte de qualidade tem casa no Nordeste e está pronta para se transformar a partir daí.

Cecilia Tijerina ataca Pedro Sola por dizeres sobre cães

Atriz responde a Sola após comentários polêmicos sobre cachorros.

Cecilia Tijerina, conhecida por sua participação em La rosa de Guadalupe, respondeu duramente aos recentes comentários de Pedro Sola sobre cães. O motorista do Ventaneando indicou que não gostava de vê-los em locais públicos e sugeriu machucá-los.

A atriz lembrou no Facebook que Sola a descreveu como “meio louca” anos atrás, após uma entrevista. Agora, Tijerina se virou: “Prefiro ser ‘meio louca’ do que ser como você”.

“Não é normal ter tanto ódio por seres inocentes que só nos dão amor e querem machucá-los. E você concorda com ele e até te faz rir que ele esteja incitando as pessoas a cometerem um crime”, escreveu ele, em aparente referência a Pati Chapoy, que riu durante o comentário.

Reações nas redes

A publicação acumula quase 4 mil reações e dezenas de comentários. Usuários como Julianna Maldonado achavam que “os cachorros são melhores que eles”. Outra internauta, Patricia McClen, destacou que Sola “se desculpou e se retratou, mas acho que ele fez isso para que não o expulsassem”.

Até agora, nem Sola nem Chapoy emitiram uma resposta pública às declarações de Tijerina. A polêmica reacende o debate sobre o tratamento dispensado aos animais e a responsabilidade das figuras públicas em suas declarações.

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Galileia Montijo: o dia em que o filho lhe pediu para ir com o pai

A motorista revela a dor quando o filho pediu para morar com o pai.

A dor da ausência

Galilea Montijo recorda com tristeza o momento em que o filho Mateo, então com 11 anos, lhe pediu para viver com o pai. O motorista descreve isso como uma sensação de estar “falecido em vida”.

Ela e Fernando Reina se divorciaram em março de 2023, após onze anos de casamento. Desde então, mantêm uma relação cordial em prol do bem-estar do filho, hoje com 12 anos e a caminho de se tornar jogador de futebol profissional.

Mateo mora em Acapulco com o pai; Galileia, na Cidade do México. Embora se vejam com frequência, a ausência deles a afeta profundamente.

Confissões em “Redes Divinas”

No programa em que faz parte, Montijo confessou que não ouvir em casa faz com que se sinta “como um zombie”. Lembrou-se que quando Mateo o abordou, aos 12 anos, disse-lhe que queria ir com o pai. Ela implorou que ele não o fizesse, mas no final ele respeitou a decisão dela.

“As crianças são como ligas: você as larga um pouco e sente que elas se foram, mas a liga sempre volta”, refletiu.

A apresentadora também revelou que se sentiu julgada pela decisão do filho. No entanto, a terapeuta explicou que Mateo procurava acompanhar o pai, que mora sozinho com um dos filhos. “Sinto que Mateo se sentiu responsável por cuidar do pai”, disse ela.

“Para mim, o ninho vazio é terrível. Começou às 11”, acrescentou ela em meio às lágrimas. Ele disse que quando seu filho foi embora, sentiu como se estivesse perdendo a vida. “Eu estava andando como um zumbi”, confessou.

Galilea garante que, apesar da distância, o vínculo entre eles continua forte. “Ele sabe que tem a mãe 24 horas por dia, 7 dias por semana”, concluiu.

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Moana e Evil Dead, duas faces do verão nos cinemas

A Disney revive um clássico animado enquanto o terror retorna com uma entrega mais intensa.

Duas estreias para públicos opostos

A temporada de verão nos cinemas recebe duas propostas radicalmente diferentes: o retorno de Moana em versão live-action e o novo capítulo da saga Evil Dead. A primeira destina-se ao público familiar; a segunda, aos seguidores do terror mais extremo.

A nova jornada de Moana

Dez anos após sua estreia animada, a Disney revive Moana com um orçamento de 200 milhões de dólares. É dirigido por Thomas Kail e estrelado por Catherine Laga’aia, acompanhada por Dwayne Johnson como Maui, agora em forma física. O filme inclui uma música inédita de Lin-Manuel Miranda intitulada Ao longo do caminho. Johnson observou que o projeto homenageia a cultura do Pacífico e a memória de seu avô.

Evil Dead on Fire: terror desenfreado

No outro extremo, Evil Dead on Fire vem dirigido pelo francês Sébastien Vanicek e com Souheila Yacoub como protagonista. A história segue uma viúva que se refugia com os sogros em uma casa isolada, onde o caos demoníaco se instala. As primeiras críticas descrevem o filme como o filme mais intenso da franquia, com altas doses de violência explícita. Sam Raimi, criador original, participa como produtor.

Ambas as estreias procuram captar públicos muito diferentes, mas partilham o objetivo de marcar o verão no grande ecrã.

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