Dean Cain quer ser oficial honorário do ICE

O ex-Superman dos anos 90 veste um novo uniforme, mas desta vez sem capa.

De Superman a “ICE-man”: a reinvenção mais inesperada de Dean Cain

Parece que Dean Cain, o ator que nos fez acreditar que um homem poderia voar nos anos 90 (obrigado, Lois & Clark), agora quer trocar sua capa por um colete à prova de balas. Sim, o mesmo que interpretou o super-herói mais icônico da DC Comics agora aspira a ser oficial honorário do ICE, a polêmica agência de imigração americana. Reviravolta na história ou crise do final dos anos 50? Você decide.

Quando a ficção supera a realidade (ou o contrário)

Em entrevista à Fox News —porque, claro, onde mais—, Cain lançou a bomba: ele já está em negociações com o ICE para se juntar a eles. Aparentemente, depois de salvar Metrópolis fictícia, ele agora quer “proteger” a fronteira real. Claro, sem superpoderes, apenas com um título honorário e, supostamente, um distintivo que combina com sua coleção de memorabilia de Hollywood.

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A porta-voz do Departamento de Segurança Interna, Tricia McLaughlin, confirmou na quinta-feira que o ator de 59 anos será empossado no próximo mês. Suas funções? Mistério total. Talvez patrulhar as redes sociais em busca de memes anti-ICE ou dar autógrafos em centros de detenção. O que sabemos é que Cain já tem experiência em funções semelhantes: é vice-xerife e policial reserva. Basicamente, o Ryan Reynolds da aplicação da lei: todo estilo, pouca ação.

“Não é um pássaro, não é um avião… é apenas mais uma celebridade entrando na política”, poderiam cantar os millennials enquanto revivem o trauma de ver seu Super-Homem apoiando políticas controversas de imigração. Porque sim, o ICE não é exatamente a equipe dos Vingadores: seu histórico sob Trump inclui deportações em massa e críticas pelas condições desumanas em seus centros.

Super-herói ou vilão? O debate que ninguém pediu

A ironia é que Caim, que outrora encarnou o símbolo máximo da justiça, agora se alinha com uma agência que muitos consideram opressiva. Este é um roteiro mal escrito ou simplesmente a vida imitando a arte… mas em modo tragédia? O ator, por sua vez, insiste que só quer “servir”. Embora, cá entre nós, se eu realmente quisesse ajudar, poderia começar financiando uma sequência decente de Lois & Clark.

Enquanto isso, o Twitter já está pegando fogo. Memes comparando-o ao Homelander de The Boys (“Superman, mas fascista”), piadas sobre se ele usará um terno azul com o logotipo do ICE e até teorias da conspiração de que isso é uma configuração para seu próximo reality show. Porque em 2025 tudo é possível.

Então aí está: um ex-Superman virou figura simbólica de uma agência divisiva. O próximo passo? Deixe Nicolas Cage se juntar ao FBI para caçar fantasmas. Ops, espere… isso já aconteceu no Tesouro Nacional.

Você quer notícias mais bizarras onde Hollywood e a política colidem como dois super-heróis bêbados? Compartilhe este artigo e continue explorando nosso conteúdo. Porque se isso nos ensina alguma coisa é que a realidade sempre supera a ficção… e às vezes da forma mais incômoda possível.

Cecilia Tijerina ataca Pedro Sola por dizeres sobre cães

Atriz responde a Sola após comentários polêmicos sobre cachorros.

Cecilia Tijerina, conhecida por sua participação em La rosa de Guadalupe, respondeu duramente aos recentes comentários de Pedro Sola sobre cães. O motorista do Ventaneando indicou que não gostava de vê-los em locais públicos e sugeriu machucá-los.

A atriz lembrou no Facebook que Sola a descreveu como “meio louca” anos atrás, após uma entrevista. Agora, Tijerina se virou: “Prefiro ser ‘meio louca’ do que ser como você”.

“Não é normal ter tanto ódio por seres inocentes que só nos dão amor e querem machucá-los. E você concorda com ele e até te faz rir que ele esteja incitando as pessoas a cometerem um crime”, escreveu ele, em aparente referência a Pati Chapoy, que riu durante o comentário.

Reações nas redes

A publicação acumula quase 4 mil reações e dezenas de comentários. Usuários como Julianna Maldonado achavam que “os cachorros são melhores que eles”. Outra internauta, Patricia McClen, destacou que Sola “se desculpou e se retratou, mas acho que ele fez isso para que não o expulsassem”.

Até agora, nem Sola nem Chapoy emitiram uma resposta pública às declarações de Tijerina. A polêmica reacende o debate sobre o tratamento dispensado aos animais e a responsabilidade das figuras públicas em suas declarações.

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Galileia Montijo: o dia em que o filho lhe pediu para ir com o pai

A motorista revela a dor quando o filho pediu para morar com o pai.

A dor da ausência

Galilea Montijo recorda com tristeza o momento em que o filho Mateo, então com 11 anos, lhe pediu para viver com o pai. O motorista descreve isso como uma sensação de estar “falecido em vida”.

Ela e Fernando Reina se divorciaram em março de 2023, após onze anos de casamento. Desde então, mantêm uma relação cordial em prol do bem-estar do filho, hoje com 12 anos e a caminho de se tornar jogador de futebol profissional.

Mateo mora em Acapulco com o pai; Galileia, na Cidade do México. Embora se vejam com frequência, a ausência deles a afeta profundamente.

Confissões em “Redes Divinas”

No programa em que faz parte, Montijo confessou que não ouvir em casa faz com que se sinta “como um zombie”. Lembrou-se que quando Mateo o abordou, aos 12 anos, disse-lhe que queria ir com o pai. Ela implorou que ele não o fizesse, mas no final ele respeitou a decisão dela.

“As crianças são como ligas: você as larga um pouco e sente que elas se foram, mas a liga sempre volta”, refletiu.

A apresentadora também revelou que se sentiu julgada pela decisão do filho. No entanto, a terapeuta explicou que Mateo procurava acompanhar o pai, que mora sozinho com um dos filhos. “Sinto que Mateo se sentiu responsável por cuidar do pai”, disse ela.

“Para mim, o ninho vazio é terrível. Começou às 11”, acrescentou ela em meio às lágrimas. Ele disse que quando seu filho foi embora, sentiu como se estivesse perdendo a vida. “Eu estava andando como um zumbi”, confessou.

Galilea garante que, apesar da distância, o vínculo entre eles continua forte. “Ele sabe que tem a mãe 24 horas por dia, 7 dias por semana”, concluiu.

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Moana e Evil Dead, duas faces do verão nos cinemas

A Disney revive um clássico animado enquanto o terror retorna com uma entrega mais intensa.

Duas estreias para públicos opostos

A temporada de verão nos cinemas recebe duas propostas radicalmente diferentes: o retorno de Moana em versão live-action e o novo capítulo da saga Evil Dead. A primeira destina-se ao público familiar; a segunda, aos seguidores do terror mais extremo.

A nova jornada de Moana

Dez anos após sua estreia animada, a Disney revive Moana com um orçamento de 200 milhões de dólares. É dirigido por Thomas Kail e estrelado por Catherine Laga’aia, acompanhada por Dwayne Johnson como Maui, agora em forma física. O filme inclui uma música inédita de Lin-Manuel Miranda intitulada Ao longo do caminho. Johnson observou que o projeto homenageia a cultura do Pacífico e a memória de seu avô.

Evil Dead on Fire: terror desenfreado

No outro extremo, Evil Dead on Fire vem dirigido pelo francês Sébastien Vanicek e com Souheila Yacoub como protagonista. A história segue uma viúva que se refugia com os sogros em uma casa isolada, onde o caos demoníaco se instala. As primeiras críticas descrevem o filme como o filme mais intenso da franquia, com altas doses de violência explícita. Sam Raimi, criador original, participa como produtor.

Ambas as estreias procuram captar públicos muito diferentes, mas partilham o objetivo de marcar o verão no grande ecrã.

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