A maré de azar para shows no México

Uma onda de cancelamentos deixa os fãs mexicanos sem os eventos musicais mais esperados. O que está acontecendo?

A turnê foi cancelada? O novo normal musical

Para os artistas, o México costumava ser uma parada segura, obrigatória em qualquer turnê. Mas ultimamente o palco está se esvaziando. De repente, estamos no meio de uma onda de cancelamentos que faz com que todos se perguntem o que diabos está acontecendo.

Festivais, shows intimistas, apresentações massivas. Tudo desmorona por motivos que vão desde logística até questões de segurança. O resultado é uma agenda musical vacilante e muitos fãs com as esperanças destruídas.

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A lista negra de eventos caídos

A coisa é séria. O Festival Vibra 2026 em Querétaro caiu poucas horas antes de começar. Os organizadores não obtiveram autorização final do município. Imagine a decepção.

Depois veio Kali Uchis em Guadalajara. A OCESA cancelou o show após a onda de violência na região, priorizando (com razão) a segurança do público e do artista.

Mas talvez o golpe mais difícil tenha sido com Pink. A cantora anunciou seu retorno ao México em abril, esgotou os ingressos e ainda abriu um segundo show… até que no final tudo foi cancelado por problemas logísticos. Uma declaração fria foi tudo o que restou.

E a lista continua. A luta SSJ em Puebla simplesmente não aconteceu. Uma declaração que define responsabilidades entre todos (artista, local, promotor), mas sem explicar o verdadeiro porquê.

Carolina Ross também se junta ao clube. O show deles no Teatro Metropólitan em maio foi suspenso pela OCESA, novamente, devido a imprevistos logísticos.

Os últimos a cair (por enquanto) foram Los Ángeles Azules. A sua apresentação em junho foi definitivamente suspensa, também por questões logísticas. Os torcedores não ficaram calados: expressaram seu aborrecimento e exigiram o dinheiro de volta instantaneamente.

Os fãs expressaram seu aborrecimento e exigiram seu dinheiro de volta.

É aí que reside o verdadeiro problema. Além do constrangimento organizacional e da frustração artística, há pessoas que investiram seu tempo e dinheiro. A confiança na compra de passagens com meses de antecedência está diminuindo.

Estaremos diante de um novo padrão? Os problemas dos bastidores agora são maiores do que o show? Enquanto isso, os fãs de música ficam esperando, com os celulares nas mãos, rezando para que o próximo anúncio não seja outro: “Lamentamos informar…”.

Cecilia Tijerina ataca Pedro Sola por dizeres sobre cães

Atriz responde a Sola após comentários polêmicos sobre cachorros.

Cecilia Tijerina, conhecida por sua participação em La rosa de Guadalupe, respondeu duramente aos recentes comentários de Pedro Sola sobre cães. O motorista do Ventaneando indicou que não gostava de vê-los em locais públicos e sugeriu machucá-los.

A atriz lembrou no Facebook que Sola a descreveu como “meio louca” anos atrás, após uma entrevista. Agora, Tijerina se virou: “Prefiro ser ‘meio louca’ do que ser como você”.

“Não é normal ter tanto ódio por seres inocentes que só nos dão amor e querem machucá-los. E você concorda com ele e até te faz rir que ele esteja incitando as pessoas a cometerem um crime”, escreveu ele, em aparente referência a Pati Chapoy, que riu durante o comentário.

Reações nas redes

A publicação acumula quase 4 mil reações e dezenas de comentários. Usuários como Julianna Maldonado achavam que “os cachorros são melhores que eles”. Outra internauta, Patricia McClen, destacou que Sola “se desculpou e se retratou, mas acho que ele fez isso para que não o expulsassem”.

Até agora, nem Sola nem Chapoy emitiram uma resposta pública às declarações de Tijerina. A polêmica reacende o debate sobre o tratamento dispensado aos animais e a responsabilidade das figuras públicas em suas declarações.

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Galileia Montijo: o dia em que o filho lhe pediu para ir com o pai

A motorista revela a dor quando o filho pediu para morar com o pai.

A dor da ausência

Galilea Montijo recorda com tristeza o momento em que o filho Mateo, então com 11 anos, lhe pediu para viver com o pai. O motorista descreve isso como uma sensação de estar “falecido em vida”.

Ela e Fernando Reina se divorciaram em março de 2023, após onze anos de casamento. Desde então, mantêm uma relação cordial em prol do bem-estar do filho, hoje com 12 anos e a caminho de se tornar jogador de futebol profissional.

Mateo mora em Acapulco com o pai; Galileia, na Cidade do México. Embora se vejam com frequência, a ausência deles a afeta profundamente.

Confissões em “Redes Divinas”

No programa em que faz parte, Montijo confessou que não ouvir em casa faz com que se sinta “como um zombie”. Lembrou-se que quando Mateo o abordou, aos 12 anos, disse-lhe que queria ir com o pai. Ela implorou que ele não o fizesse, mas no final ele respeitou a decisão dela.

“As crianças são como ligas: você as larga um pouco e sente que elas se foram, mas a liga sempre volta”, refletiu.

A apresentadora também revelou que se sentiu julgada pela decisão do filho. No entanto, a terapeuta explicou que Mateo procurava acompanhar o pai, que mora sozinho com um dos filhos. “Sinto que Mateo se sentiu responsável por cuidar do pai”, disse ela.

“Para mim, o ninho vazio é terrível. Começou às 11”, acrescentou ela em meio às lágrimas. Ele disse que quando seu filho foi embora, sentiu como se estivesse perdendo a vida. “Eu estava andando como um zumbi”, confessou.

Galilea garante que, apesar da distância, o vínculo entre eles continua forte. “Ele sabe que tem a mãe 24 horas por dia, 7 dias por semana”, concluiu.

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Moana e Evil Dead, duas faces do verão nos cinemas

A Disney revive um clássico animado enquanto o terror retorna com uma entrega mais intensa.

Duas estreias para públicos opostos

A temporada de verão nos cinemas recebe duas propostas radicalmente diferentes: o retorno de Moana em versão live-action e o novo capítulo da saga Evil Dead. A primeira destina-se ao público familiar; a segunda, aos seguidores do terror mais extremo.

A nova jornada de Moana

Dez anos após sua estreia animada, a Disney revive Moana com um orçamento de 200 milhões de dólares. É dirigido por Thomas Kail e estrelado por Catherine Laga’aia, acompanhada por Dwayne Johnson como Maui, agora em forma física. O filme inclui uma música inédita de Lin-Manuel Miranda intitulada Ao longo do caminho. Johnson observou que o projeto homenageia a cultura do Pacífico e a memória de seu avô.

Evil Dead on Fire: terror desenfreado

No outro extremo, Evil Dead on Fire vem dirigido pelo francês Sébastien Vanicek e com Souheila Yacoub como protagonista. A história segue uma viúva que se refugia com os sogros em uma casa isolada, onde o caos demoníaco se instala. As primeiras críticas descrevem o filme como o filme mais intenso da franquia, com altas doses de violência explícita. Sam Raimi, criador original, participa como produtor.

Ambas as estreias procuram captar públicos muito diferentes, mas partilham o objetivo de marcar o verão no grande ecrã.

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