Bronco oferece um show espetacular na Payne Arena

Uma noite cheia de nostalgia e emoção onde o público se rendeu à voz impecável e ao talento de palco do lendário grupo.

Bronco oferece um show espetacular na Payne Arena

O grupo musical Bronco, liderado pela carismática vocalista Lupe Esparza, protagonizou uma noite histórica no sábado, 30 de agosto, na Payne Arena em Hidalgo, Texas. O local, lotado de fãs, vibrou com a energia única de El Gigante de América, que demonstrou por que continua sendo uma força dominante na música grupera após décadas de carreira.

Noite de sucessos e emoção transbordante

A noite começou com uma atuação estelar de Los Humildes, que realizaram uma turnê de seus maiores sucessos, preparando o clima para o evento principal. Posteriormente, Lupe Esparza, juntamente com René, Adán, Javier e Arsenio, subiram ao palco para oferecer um recital que durou mais de duas horas. O repertório incluiu clássicos populares que geraram um grande coro entre o público, evidenciando a profunda ligação entre a banda e seus seguidores.

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Entre as interpretações mais célebres estavam Que não haja vestígios, Que te viram chorar, O Xerife de Chocolate, Corazón bandido e Sergio El Bailador. No total, a banda apresentou um setlist composto por mais de 27 músicas, cada uma recebida com ovações e participação entusiasmada do público, que entoou cada verso com devoção.

Produção e talento no palco

O concerto destacou-se não só pela componente musical, mas também pela elevada qualidade de produção. Um palco de última geração, sistema de som de alta fidelidade e show de iluminação de classe mundial criaram uma experiência sensorial completa. Porém, o elemento mais notável foi a condição artística impecável de Lupe Esparza, que exibia um físico invejável e, o mais importante, uma voz poderosa e preservada que surpreendeu a todos e a todos.

O Bronco cultivou uma reputação ao longo dos anos como um dos grupos favoritos do público em ambos os lados da fronteira entre o México e os Estados Unidos. Este estatuto foi confirmado com a recepção calorosa e as constantes demonstrações de carinho por parte do público em Reynosa e no Vale do Texas, regiões onde o grupo de Monterrey tem uma base de fãs particularmente fiel.

A música do Bronco marcou um antes e um depois dentro do gênero do grupo. Várias gerações cresceram acompanhadas pelos sucessos do Amigo Bronco, canções que ultrapassaram fronteiras e deram a volta ao mundo. O show deles em Hidalgo foi outro exemplo de sua validade e capacidade de se conectar com públicos de todas as idades.

O evento terminou por volta da meia-noite, embora muitos participantes ainda manifestassem o desejo de continuar dançando e cantando. A combinação de nostalgia, emoção e alegria criou uma experiência coletiva inesquecível, reafirmando o legado do Bronco como ícones indiscutíveis da música regional mexicana.

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Bronco ofrece un espectacular concierto en...
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Renny Harlin e Aislinn Derbez: as estreias da semana

Tubarões e drama mexicano chegam ao outdoor após o fim do futebol.

Depois de quase um mês de jogos de futebol, o público volta aos cinemas com duas propostas opostas: uma de tubarões com cunho de ação e outra de drama mexicano.

Impacto mortal: tubarões e sobrevivência em alto mar

Um voo de Los Angeles para Xangai apresenta defeito e cai no oceano. Os sobreviventes ficam presos nos destroços enquanto tubarões cercam a área. A fuselagem afunda e eles devem decidir se arriscam na água ou esperam lá dentro.

Renny Harlin, que já demonstrou seu talento em Deep Alert e High Speed, dirige este filme. O elenco inclui Ben Kingsley, Aaron Eckhart, Lucy Barrett e Molly Belle Wright. Gene Simmons, fundador do Kiss, é produtor e focado na sonoplastia do acidente.

“Harlin recupera parte de seu antigo vigor na vertiginosa aceleração da violência”, observa o The Hollywood Reporter.

“É um filme sólido e divertido sobre um avião que colide com tubarões. Está muito mais acima na cadeia alimentar do que deveria estar”, acrescenta IndieWire.

Até o fim do mundo: drama profundo com ex-parceiro

Aislinn Derbez e Mauricio Ochmann dividem novamente o set, desta vez em um drama distante da comédia que os tornou famosos em A la mala. A história, que Derbez promoveu durante quase uma década, aborda uma doença grave e um relacionamento amoroso complexo.

A atriz fez terapia antes de concordar em filmar com Ochmann, seu ex-companheiro e pai de sua filha. O filme começa em 1975 e termina dez anos depois. É o filme de estreia de Emiliano Castro Vizcarra.

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Cecilia Suárez é homenageada no GIFF após incidente

Um fotógrafo caiu no palco pouco antes de a atriz receber seu prêmio.

Homenagem com susto

“Em primeiro lugar, gostaria de saber se a pessoa que caiu está bem”, disse Cecilia Suárez ao pegar o microfone no Teatro Juárez. A atriz se referia a um fotógrafo que caiu acidentalmente no fosso do palco de uma altura de cerca de dois metros. Relatórios oficiais confirmaram que ele não sofreu ferimentos.

A noite, porém, foi de celebração. Suárez recebeu a Cruz de Prata da Filmoteca da UNAM, prêmio feito com restos de metal da revelação do filme. Hugo Villa, diretor da Cinemateca, brincou: “Podem te dar 8 mil pesos por isso”.

A atriz de Tampico chegou acompanhada do filho, a quem reconheceu como o seu motor de vida. Ela aceitou que a maternidade torna as mulheres cafonas, lembrando de María Félix:

“Tende-se a pensar que quando se recebe uma homenagem é preciso ter uma certa idade, e tendo a me considerar muito mais jovem do que realmente sou. A trajetória de uma atriz não pode ser compreendida sem esforço coletivo.”

Como ativista, ela levantou a voz em defesa das mulheres, inclusive na ONU. Considerou que em tempos turbulentos só o esforço coletivo ajudará a avançar.

Também falaram no evento Irene Azuela, que confessou que no início teve medo de dividir o cenário com ela, mas uma brincadeira a acalmou, e Ernesto Contreras, seu diretor em Párpados azul e Las Oscuras Primaveras.

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Cecilia Suárez: “Gastei milhões de pesos em terapia”

A atriz mexicana revela seu investimento em terapias e técnicas como a psicomagia para se proteger emocionalmente.

Cecilia Suárez, conhecida por “A Casa das Flores” e “Sexo, Modéstia e Lágrimas”, falou abertamente sobre o custo emocional de seu trabalho. Durante uma master class no Festival Internacional de Cinema de Guanajuato (GIFF), onde recebeu uma homenagem nacional, confessou: “Milhões de pesos gastos em terapia e muitas horas de autorreflexão”.

A atriz destacou que o trabalho de atuação exige uma revisão constante de quem se é e quais ferramentas cada personagem utiliza. Para “curar” após atuações intensas, recorreu a diversas técnicas. A mais recente é a psicomágica, criada por Alejandro Jodorowsky, que funde teatro, ritos xamânicos e psicanálise.

“Acredita-se que depois de um certo tempo isso não acontecerá mais, mas não é o caso. A última coisa foi a psicomágica para me proteger nas funções e ficar em um lugar estável”, disse ele.

Teatro, o rei do seu coração

Embora trabalhe em cinema, televisão e teatro, Suárez deixou claro qual é o seu preferido. Ele brincou com a diretora do GIFF, Sarah Hoch: “Com licença, Sarah. A interpretação tem sua sede lá, ainda é a prova de fogo dos atores; lá não temos tomada 2 ou 3, não tem truques e é isso que me fascina.”

Relativamente às novas gerações, considerou que estas sentem angústia durante os intervalos, quando deveriam estar a usufruí-los.

Sete anos na Espanha, mas sempre no México

Morando na Espanha há sete anos, Suárez garante que continua acompanhando seu país. “Ele está presente todos os dias, lendo notícias, conversando, comendo comida mexicana em casa; há uma certa saudade de estar aqui ou voltar em algum momento”.

Ele considera que viver no exílio voluntário é enriquecedor: “Descobri parte da minha história familiar e reconheci em mim parte do país. Temos líderes que insistem em dividir em vez de gerar uma sinergia que nos enriqueça mais”.

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