WhatsApp integra Meta AI para criar papéis de parede personalizados

Descubra como o WhatsApp revoluciona a personalização do chat com IA, criando designs exclusivos em segundos.

Uma reviravolta revolucionária em mensagens instantâneas

Num movimento que irá abalar os alicerces da comunicação digital, a Meta desencadeou uma tempestade de inovação ao infiltrar a sua poderosa inteligência artificial no coração do WhatsApp. Esta não é uma simples atualização, é o início de uma era onde cada conversa se tornará uma obra de arte única!

O segredo mais bem guardado da WABetaInfo

Como um sussurro na escuridão, o portal especializado WABetaInfo revelou a arma secreta do Meta: uma ferramenta capaz de transformar palavras em paisagens visuais deslumbrantes. Imagine: apenas descrevendo seus sonhos, a Meta AI tecerá papéis de parede que farão empalidecer até os designers mais talentosos. Quer um pôr do sol em Marte para o bate-papo da sua equipe? Ou talvez uma floresta encantada para aquelas noites de confiança? O poder agora está em suas mãos!

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A função, descoberta na versão beta 25.15.10.70 para iOS, é tão intuitiva que parece mágica. Ao mergulhar nas Configurações de Tópicos de Chat, os usuários encontrarão a chave para um universo de possibilidades: um campo de diálogo onde suas palavras se tornarão realidade. Mas tenha cuidado, cada detalhe conta! Quanto mais vívida for a descrição, mais espetacular será o resultado.

A arte de dominar a IA

Como um gênio em uma lâmpada, a Meta AI interpretará seus desejos e gerará não uma, mas múltiplas variações de sua visão. A interface, pensada para deslumbrar, exibirá as criações em um carrossel hipnótico. Não é exatamente o que você imaginou? Não tenha medo! Simplesmente ajustando seu prompt, você pode criar um novo lote de maravilhas digitais, refinando temas, composições e elementos até a perfeição.

Mas esta revolução tem um preço… paciência. Por enquanto, apenas os escolhidos que possuem as versões mais recentes do WhatsApp para iOS instaladas podem ter acesso a esse poder. No entanto, como uma maré imparável, o recurso se espalhará para mais mortais nas próximas semanas. Ele estará pronto quando chegar a hora?

O futuro da personalização está aqui! Compartilhe esta novidade com seus contatos e prepare-se para transformar seus chats em galerias de arte. Qual design você criará primeiro? Explore mais inovações tecnológicas em nossa seção dedicada às últimas tendências digitais.

México ocupa 45º lugar em adoção de IA: estudo

Estudo da Accenture e IPADE coloca o país na 45ª posição global. 66% das empresas quase não realizam testes piloto.

O México está na 45ª posição no mundo em preparação para a adoção da inteligência artificial (IA), segundo estudo da Accenture, Empresas Globales e IPADE Business School. O relatório aponta lacunas nas infra-estruturas, na investigação, no ecossistema privado e nos quadros regulamentares.

Adoção empresarial ainda incipiente

Apesar do crescente interesse na IA generativa, a maioria das organizações no México está nos estágios iniciais. Do total de empresas consultadas, 66% permanecem em testes isolados ou pilotos estruturados. Apenas 34,1% integraram ou dimensionaram tecnologia em seus processos.

O estudo – intitulado Oh, oh, oh, AI! – incluiu entrevistas com CEOs e uma pesquisa com executivos de 44 organizações que representam 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. A discussão empresarial já não é se a IA será relevante, mas sim com que rapidez será incorporada nas operações e nas decisões estratégicas.

Impacto e desafios potenciais

A Accenture Research estima que, com uma estratégia centrada nas pessoas, a IA generativa poderia transformar 42% das horas de trabalho no México e contribuir com até 305 mil milhões de dólares para o PIB até 2038.

No entanto, os obstáculos permanecem. Rafael Ramírez de Alba, professor do IPADE, destacou que o país está numa fase decisiva, mas o desenvolvimento depende do fortalecimento das capacidades organizacionais, tecnológicas, regulatórias e de talentos. A análise identifica deficiências na investigação, nas infraestruturas digitais e nas políticas públicas.

A nível corporativo, 43,2% das empresas ainda estão a conceber ou a ajustar a sua estratégia de IA; Apenas 13,8% o integraram ao núcleo do negócio. Na governação corporativa, apenas 36,4% têm um quadro de governação formal totalmente aplicado e 52,3% estão a desenvolvê-lo. Como resultado, 68,2% relatam níveis baixos ou médios de confiança no uso da IA ​​em decisões relevantes. Além disso, apenas 18% dos conselhos de administração compreendem suficientemente os riscos associados.

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Proposta de ‘voto por família’ reacende polêmica sobre esposas profissionais

O estilo de vida tradwife volta à discussão após uma proposta que questiona o voto individual.

O ressurgimento do debate sobre tradwife

O conceito de tradwife voltou a ser tendência nas redes sociais depois que uma proposta apresentada em um evento conservador nos Estados Unidos alimentou o debate sobre os papéis de gênero e o modelo tradicional de família. O que começou como uma tendência de estilo de vida está agora entrelaçado com uma discussão política e ideológica.

O termo, abreviação de esposa tradicional, ganhou notoriedade após as declarações de Erika Kirk durante o Women’s Leadership Summit, organizado pela Turning Point USA. Na reunião, Kirk apresentou a proposta chamada “voto por domicílio”, que propõe que o voto seja exercido pela unidade familiar e não por cada membro individualmente.

A iniciativa provocou reações imediatas. Alguns participantes apoiaram a ideia de substituir o voto individual por um sistema de representação familiar. Entre os que manifestaram apoio está a criadora de conteúdo Savanna Faith Stone, identificada com o movimento tradwife.

A ascensão do conteúdo tradwife no TikTok levou milhares de usuários a descobrir esse estilo de vida por meio de vídeos de culinária, limpeza, maternidade e organização doméstica. No entanto, o interesse deixou de se concentrar apenas na estética quando declarações recentes suscitaram um debate mais amplo.

Para alguns usuários, a conversa não gira mais apenas em torno de uma forma de viver o casamento, mas sim das ideias que podem acompanhar certos discursos sobre família, religião e papéis tradicionais. A polêmica também diz respeito às consequências econômicas: depender exclusivamente da renda do casal pode aumentar a vulnerabilidade financeira em casos de divórcio, perda do principal sustento da família ou violência familiar.

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YouTube recorre de decisão judicial sobre vício em mídias sociais

Um tribunal concluiu que as plataformas contribuíram para o dano mental de uma jovem.

O caso do jovem KGM

O YouTube juntou-se ao Meta para recorrer de uma decisão judicial que descreve as redes sociais como viciantes e concebidas para fisgar menores sem considerar o seu bem-estar. Os advogados da plataforma de vídeo apresentaram sua notificação na segunda-feira no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles, dias depois que Meta fez o mesmo.

O caso gira em torno de uma jovem de 20 anos, identificada apenas pelas iniciais KGM (Kaley), que afirma que ter se viciado em redes sociais desde a infância agravou seus problemas de saúde mental. O júri concluiu que tanto o YouTube (de propriedade do Google) quanto o Meta agiram de forma negligente e que este foi um fator substancial no dano.

A indenização concedida foi de US$ 3 milhões em danos compensatórios e outros US$ 3 milhões em danos punitivos. O principal advogado do demandante, Mark Lanier, declarou após o recurso da Meta que espera que o tribunal de apelações “continue a aplicação cuidadosa da lei neste caso, mantendo o veredicto do tribunal de primeira instância”.

“Estas são moções padrão para que este caso avance”, disse o porta-voz do Google, José Castañeda, ao anunciar o recurso do YouTube.

Argumentos jurídicos e design da plataforma

Durante o teste de cinco semanas, o YouTube afirmou que não é uma rede social, mas sim uma plataforma de compartilhamento e streaming de vídeos. Tanto o Google quanto a Meta questionaram se os testes violaram as proteções da Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações, que protege empresas de tecnologia de conteúdo publicado por terceiros.

Em contraste, os advogados da jovem concentraram-se em características de design, como a reprodução automática, que, segundo eles, incentivam o uso prolongado e menos intencional.

O caso KGM não tem precedentes e o seu resultado poderá influenciar milhares de ações judiciais semelhantes contra empresas de tecnologia. TikTok e Snapchat, originalmente processados, fizeram um acordo fora do tribunal antes do julgamento. A juíza Carolyn B. Kuhl já havia negado os pedidos do Google e da Meta para um novo julgamento.

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