A presidente Claudia Sheinbaum afirmou que a Procuradoria Geral da República (FGR) continua as investigações contra o ex-governador da Baixa Califórnia, Ernesto Ruffo Appel, e a empresa Ingemar por suposto contrabando de combustível.
De Cuernavaca, Morelos, durante sua conferência matinal, Sheinbaum destacou que o caso envolve mais empresas. “Há muitos outros relacionados a esta empresa”, disse ele.
Detalhes da investigação
Segundo informações publicadas pelo EL UNIVERSAL, o FGR identificou 11 empresas que fazem parte da rede de contrabando Ingemar, onde Ruffo Appel aparece como sócio. O relatório indica:
“De acordo com o processo criminal, as empresas participaram do tráfico de combustíveis com a Ingemar. Quatro delas são destinatárias: a quem o hidrocarboneto foi entregue, armazenado e comercializado. As entidades comerciais simularam atos para justificar a transferência de propriedade dos derivados de petróleo e sua distribuição ilegal.”
Sheinbaum explicou que a investigação demorou um ano devido à complexidade da rede. “Não só são estes petroleiros que atravessaram a fronteira sem declarar a quantidade de gasóleo que traziam, como há muitos outros ligados a esta empresa que também o fizeram”, frisou.
O presidente acrescentou que a FGR está investigando a forma como o combustível era armazenado e distribuído aos postos de gasolina, o que envolve mais empresários e empresas ligadas ao contrabando.
Sheinbaum ressaltou que a FGR mantém a investigação aberta para esclarecer todas as responsabilidades.




