SCJN impede empresas que se disfarçam de policiais

Tribunal proíbe empresas privadas de usar termos como “policial” ou “federal” para não enganar.

¡Se acabó el disfraz!

La Suprema Corte le puso un alto a las empresas de seguridad privada que intentaban sonar como si fueran autoridades de verdad. Por unanimidad, los ministros avalaron que no puedan usar palabras como “policía”, “agente” o “federal” en sus nombres. ¿La razón? Simple: que la gente no se confunda y sepa quién es quién.

El caso que destapó todo

Todo empezó cuando una empresa quiso registrarse como “fuerzas especiales” y la Secretaría de Seguridad le dijo: “Nel, eso suena a militares”. La empresa se amparó, pero el juez no le dio entrada. Y ayer, el pleno de la Corte, con Lenia Batres al frente (sustituyendo al presidente ausente), dejó claro que la ley es clara como el agua.

“Aunque colaboren en tareas de seguridad, no forman parte de instituciones oficiales. La seguridad jurídica implica que las personas sepan con claridad quién ejerce funciones de autoridad y quién no”, explicó la ministra Loretta Ortiz Ahlf, recién reincorporada tras una licencia médica.

¿Por qué esto importa?

Mira, aquí no es solo un pleito de nombres. Es que en un país donde la confianza en las instituciones es frágil, que una empresa privada se ponga etiqueta de “federal” o “investigador” puede ser peligroso. La gente puede pensar que tiene respaldo oficial cuando no es así. La Corte lo vio claro: no es censura, es proteger al ciudadano de confusiones que pueden costar caro.

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La ministra Batres, conocida como “la ministra del Pueblo”, fue tajante: la ley no es ambigua, es precisa. Y con este fallo, queda claro: si eres empresa privada, presume tu trabajo, pero no te vistas de autoridad. Eso es solo para los que realmente tienen el poder del Estado.

Inaugurada fábrica de moscas estéreis em Chiapas; cooperação binacional chave

Nova fábrica binacional produzirá 100 milhões de insetos estéreis por semana para proteger o gado.

Planta estratégica contra pragas pecuárias

A Presidente Claudia Sheinbaum inaugurou a Planta de Produção de Moscas Bicheira Estéril de Gado (GBG) em Metapa de Domínguez, Chiapas. O projeto é binacional entre o México e os Estados Unidos.

A instalação produzirá 100 milhões de insetos estéreis por semana. O objetivo: controlar a praga e fortalecer a saúde animal nos dois países.

Sheinbaum destacou que a cooperação internacional gera resultados diante de desafios fitossanitários que não reconhecem fronteiras. Agradeceu ao Presidente Donald Trump e às autoridades dos EUA pela sua contribuição financeira e técnica.

Investimento e resultados

O embaixador dos EUA no México, Ronald D. Johnson, anunciou um investimento adicional de 83,8 milhões de dólares. Os recursos serão utilizados para intensificar o combate à praga, aumentar a produção de moscas estéreis e fortalecer estratégias preventivas.

A Secretária da Agricultura dos EUA, Brooke L. Rollins, descreveu a conquista como um exemplo do sucesso do trabalho coordenado.

Por sua vez, a secretária de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Columba Jazmín López Gutiérrez, explicou que a fábrica foi construída em 12 meses. No âmbito das ações de contenção, foram inspecionadas 5,3 milhões de cabeças de gado, verificadas mais de 84 mil remessas comerciais e libertadas 7 mil milhões de moscas estéreis com o apoio de especialistas.

A relação bilateral, sublinhou Sheinbaum, deve continuar no respeito mútuo, no diálogo constante e na soberania.

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Ex-diretor da Pemex investigado por suposta agressão à esposa

A Promotoria de Morelos investiga Víctor Rodríguez Padilla por suposta agressão a sua esposa.

Investigação em andamento

A Procuradoria Geral do Estado de Morelos iniciou um processo de investigação contra Víctor Rodríguez Padilla, ex-diretor da Petróleos Mexicanos, após a divulgação de um vídeo no qual ele é visto supostamente agredindo sua esposa, María Felicia Jiménez. A gravação, que circula nas redes sociais, mostra Rodríguez Padilla batendo repetidamente na vítima dentro de uma casa no município de Emiliano Zapata, adjacente a Cuernavaca. Segundo os metadados do vídeo, o ataque ocorreu no dia 15 de março.

A agência estatal informou que desde sexta-feira está trocando informações com a Secretaria da Mulher do Governo do México para garantir a proteção da vítima.

“A Procuradoria Geral do Estado de Morelos iniciou uma pasta de investigação dos prováveis atos criminosos derivados da divulgação de uma denúncia pública por meio de um vídeo, onde se vê um ato de violência contra uma mulher”, citou a FGE.

Ações de proteção

A Promotoria de Morelos especificou que a investigação foi aberta com pleno respeito aos direitos das mulheres, meninas, meninos e adolescentes. O comunicado indica que os fatos provavelmente ocorreram no dia 15 de março, dentro de uma casa em Emiliano Zapata, com a suposta participação de um ex-funcionário federal.

A instituição assumiu o compromisso de esgotar todas as medidas para apurar responsabilidades e garantir uma vida livre de violência à vítima. Até o momento, nenhuma medida cautelar foi informada contra Rodríguez Padilla e a investigação ainda está em andamento.

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Sheinbaum supervisiona o progresso do IMSS-Wellbeing com os governadores

Sheinbaum lidera reunião com 23 governadores para avaliar o progresso no sistema de saúde.

Avanços na saúde pública

No Palácio Nacional, a Presidente Claudia Sheinbaum liderou uma reunião de acompanhamento do modelo IMSS-Wellbeing. Participaram governadores das 23 entidades integradas no programa.

“O objetivo é garantir atendimento médico de qualidade, universal e gratuito para o povo do México.”

O gabinete federal contou com a presença de Rosa Icela Rodríguez (Governo), David Kershenobich (Saúde), Luisa María Alcalde (Departamento Jurídico), Eduardo Clark (Subsecretaria de Saúde) e os diretores do IMSS-Bienestar (Alejandro Svarch), IMSS (Zoé Robledo) e Issste (Martí Batres).

Os líderes estaduais presentes foram: Marina del Pilar Ávila (Baja California), Víctor Castro (Baja California Sur), Layda Sansores (Campeche), Eduardo Ramírez (Chiapas), Clara Brugada (CDMX), Indira Vizcaíno (Colima), Delfina Gómez (Estado do México), Evelyn Salgado (Guerrero), Julio Menchaca (Hidalgo), Alfredo Ramírez (Michoacán), Margarita González (Morelos), Miguel Navarro (Nayarit), Salomón Jara (Oaxaca), Alejandro Armenta (Puebla), Mara Lezama (Quintana Roo), Ricardo Gallardo (San Luis Potosí), Yeraldine Bonilla (Sinaloa), Alfonso Durazo (Sonora), Javier May (Tabasco), Américo Villarreal (Tamaulipas), Lorena Cuéllar (Tlaxcala), Rocío Nahle (Veracruz), Joaquín Díaz (Yucatán) e David Monreal (Zacatecas).

A reunião faz parte da supervisão periódica para consolidar a cobertura gratuita dos serviços de saúde no país.

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