Ozzy Osbourne vende seu DNA em latas de chá colecionáveis

O Príncipe das Trevas vende sua essência genética em latas de chá, porque o rock nunca morre... literalmente.

Ozzy Osbourne, ou como transformar seu DNA em um souvenir cult

Se você achava que já tinha visto de tudo no mundo do merchandising musical, Ozzy Osbourne simplesmente elevou a fasquia (ou afundou, dependendo do seu senso de humor). O lendário vocalista do Black Sabbath se uniu à Liquid Death, aquela marca de água enlatada que parece saída de uma distopia hipster, para lançar “Infinite Ozzy”: uma edição limitada de… latas com seu DNA? Sim, você leu certo. O homem que mordeu a cabeça de um morcego agora vende seu material genético como se fosse um NFT, mas em formato físico.

O detalhe “irreverente” (ou simplesmente estranho)

A coleção consiste em 10 latas de chá gelado que Ozzy bebeu pessoalmente (sim, com saliva e tudo), e depois lacradas novamente em laboratório para preservar sua essência genética. Cada um é assinado pelo Príncipe das Trevas e será vendido pela modesta quantia de $450. Por esse preço, você poderia pelo menos esperar que incluísse um concerto privado ou uma sessão de terapia para superar suas memórias. Mas não, você só pega uma lata vazia e um pedacinho de Ozzy. “Clone-me, seus bastardos”, ele disse, como se este fosse um episódio de Black Mirror escrito por um fã bêbado.

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A venda coincide com o último show do Black Sabbath em Birmingham, onde a banda se reunirá pela primeira vez em 20 anos. Liquid Death promete que, quando a tecnologia permitir, os fãs poderão usar esse DNA para clonar Ozzy e “aproveitá-lo por centenas de anos”. Porque, claro, o que poderia dar errado em ter vários Ozzys soltos no mundo?

Não é sua primeira incursão no marketing absurdo

Ozzy já havia colaborado com Liquid Death em um anúncio de “Death Dust”, sua bebida eletrolítica, onde ele alertou sobre “práticas de consumo perigosas” com sua habitual falta de autoconsciência. Mas isso é o melhor: se Sydney Sweeney vendeu a água do banho em sabonetes, Ozzy leva o merchandising ao nível de “isso é legal?”. É claro que os colecionadores já estão babando (trocadilhos) nas latas.

O show, aliás, será um festival de rock e metal com Tool, Metallica, Guns N’ Roses e muito mais. Mas o verdadeiro protagonista é Ozzy, que continua a demonstrar que, depois de décadas de excessos, a sua capacidade de surpreender (ou preocupar) ainda está intacta.

Quer um pedaço do Ozzy na sua estante? Compartilhe essa novidade e marque aquele amigo que coleciona coisas raras. E se você quiser mais loucuras, explore nossa seção de música e cultura pop para ver mais histórias que desafiam a lógica.

Defesa D4vd questiona evidências de DNA em caso menor

Os advogados do D4vd questionam a falta de evidências de DNA nas ferramentas encontradas em sua casa.

A defesa do cantor D4vd começou esta quinta-feira a traçar a sua estratégia, pressionando a polícia para que não realizasse mais testes de ADN em objetos encontrados na sua casa e no seu carro, alegadamente utilizados no assassinato de uma menina de 14 anos.

O interrogatório ocorreu no terceiro dia da audiência preliminar. O juiz decidirá se há causa provável para David Burke – nome legal do artista – ser levado a julgamento por homicídio, agressão sexual de menor e adulteração de cadáver. Burke se declarou inocente.

Perguntas para a investigação

O advogado Blair Berk se concentrou em duas pequenas motosserras encontradas na garagem, onde os promotores afirmam que o corpo da vítima estava fragmentado. A criminalista Lauren Wallace afirmou que os testes químicos iniciais não mostraram sangue nas serras, portanto nenhuma amostra foi retirada dos cabos para procurar DNA de contato.

“Se um objeto tivesse o DNA de outra pessoa, você não seria capaz de vê-lo naquele momento”, disse Berk.
“Não, você não pode ver o DNA por contato”, respondeu Wallace, embora tenha reiterado que o teste de sangue foi negativo nas folhas.

Berk observou que várias pessoas moravam na residência, então o DNA de outras pessoas poderia estar presente. Wallace reconheceu que eles sabiam. Além disso, jarros de sangue falso foram encontrados na garagem; Berk sugeriu que Burke os usasse para videoclipes.

Evidência de localização

Um detetive testemunhou que o rastreamento telefônico e o sistema Tesla de Burke o colocaram em sua casa em Hollywood na noite de 23 de abril, quando os promotores dizem que o crime ocorreu. A promotoria afirma que Burke iniciou um relacionamento com o menor quando ela tinha 13 anos e ele 18. Na noite anterior ao homicídio, ela ameaçou expô-lo, segundo documentos judiciais. Burke enviou um carro para buscá-la e a atacou quando ela chegou em sua casa.

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Lívia Brito fala sobre seu processo judicial e seu novo romance

A atriz cubana quebra o silêncio sobre sua situação judicial e revela detalhes de seu novo projeto.

Entre quadras e sets de gravação

Lívia Brito surge calma e focada no seu trabalho, depois de ratificada a sua ligação ao processo pelo alegado crime de falsificação de declarações. Em recente reunião com a mídia, a atriz evitou se aprofundar na questão jurídica.

“Você pode verificar tudo com o advogado. É um processo, é só a primeira etapa. Um magistrado superior ainda precisa dar luz verde ou absolvição, nem tudo foi dito, são processos, estou muito tranquila, focada no romance”, declarou ela durante as palmas de abertura de seu novo melodrama.

Os antecedentes do caso

O jornalista Carlos Jiménez informou que o Décimo Terceiro Tribunal Distrital Penal da Cidade do México negou a Brito um amparo que buscava impedir seu envolvimento no processo. Este caso decorre do conflito que, desde 2020, confronta a atriz com o fotógrafo Ernesto Zepeda. Zepeda acusou Brito e seu então namorado, Mariano Martínez, de agressão e roubo após uma briga nas praias de Cancún.

Uma virada profissional: “Infinito Amor”

Além de sua situação jurídica, Brito compartilhou detalhes de seu novo projeto: a novela “Infinito Amor”, história que aborda a questão do autismo. A atriz se entusiasmou com esse desafio de atuação, que marca seu retorno às gravações após os acontecimentos recentes.

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MrBeast e Thea Boyseen celebram seu casamento em uma ilha particular

O YouTuber e seu companheiro se casaram na exclusiva Necker Island, propriedade de Richard Branson.

Um casamento dos sonhos no Caribe

O criador de conteúdo mais famoso do mundo, Jimmy Donaldson, conhecido como MrBeast, surpreendeu seus seguidores ao compartilhar imagens de seu casamento com a colega influenciadora Thea Boyseen. A cerimônia aconteceu na privada Necker Island, destino exclusivo do magnata britânico Richard Branson, localizado nas Ilhas Virgens Britânicas.

O casal, que tem milhões de seguidores nas redes sociais, optou por um evento intimista, mas luxuoso. Segundo a mídia americana, o casamento contou com diversas trocas de figurino que deram um toque especial à comemoração.

Traje e detalhes da cerimônia

Thea Boyseen usou um vestido de noiva longo e justo com textura de renda, enquanto MrBeast também fez trocas de roupa durante o evento. A escolha da Ilha Necker, conhecida como refúgio de celebridades, sublinha o nível de exclusividade que rodeia o casal.

A postagem de MrBeast no Instagram, dirigida aos seus mais de 87 milhões de seguidores, gerou uma onda de reações positivas. O casamento marca um novo capítulo na vida do YouTuber, que construiu um império digital baseado em desafios e na filantropia.

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