O Congresso Mexicano aplaude Ozzy Osbourne em uma homenagem surreal

Os legisladores mexicanos aplaudem o “Príncipe das Trevas” numa homenagem que ninguém esperava.

Quando a política e o heavy metal colidem (literalmente)

Numa reviravolta que ninguém – absolutamente ninguém – esperava, o Congresso da União decidiu que o melhor uso possível do seu tempo seria dar um minuto de aplausos ao recentemente falecido Ozzy Osbourne. Sim, o mesmo que mordeu a cabeça de um morcego no palco e sobreviveu para contar a história. Prioridades? Os justos.

O cenário: uma sessão solene (ou assim fingem) onde Gerardo Fernández Noroña, senador e aparentemente fã de metal, levantou-se com a solenidade de um réquiem para lembrar o “Príncipe das Trevas”. Porque, claro, que lugar melhor para homenagear um ícone do caos do que um local cheio de ternos formais e discursos intermináveis?

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As pérolas do discurso: quando o protocolo vira pedra

“Honorável assembleia, ontem soubemos da infeliz morte do cantor de rock John Michael Osbourne”, declarou Noroña, como se Ozzy tivesse sido um diplomata em vez de um cara que uma vez urinou no Álamo. A ironia de que um homem cujo lema era “Chega de lágrimas” recebeu uma homenagem cheia de pompa política é tão densa que poderia ser usada como um riff do Black Sabbath.

E não satisfeito com isso, o senador aproveitou para dizer “deixa uma marca indelével na história da música”. Indelével? O cara apagou literalmente partes do cérebro com décadas de excessos! Mas ei, que melhor maneira de honrar seu legado do que com aplausos forçados dos deputados que provavelmente confundiram “Trem Maluco” com um anúncio da Ferromex.

O melhor: o detalhe que o presidente da Câmara dos Deputados, Sergio Gutiérrez Luna, pediu para aderir ao reconhecimento. Você pode imaginar o encontro? “Camaradas, entre a reforma tributária e o T-MEC, temos que pausar tudo pelo homem que cantou ‘Paranoid'”. Prioridades, senhores.

Reflexões desnecessárias (mas divertidas)

Haverá alguém no Congresso que saiba tocar “Homem de Ferro” no violão? Quantos dos presentes pesquisaram “quem é Ozzy Osbourne” no Google após a sessão? E a pergunta de um milhão de dólares: o minuto de aplausos incluiu um solo de bateria?

Enquanto isso, na vida após a morte, Ozzy deve estar rindo – ou gemendo – da ideia de que os mesmos políticos que baniriam suas letras como “satânicas” estão prestando homenagem a ele hoje. Isso, ou ele está planejando como assustar Noroña com um bastão de apoio em seu próximo discurso.

Moral? A política pode ser previsível, mas quando misturada com rock, até os legisladores mais sérios acabam fazendo dos chifres um símbolo sem perceber.

Você ficou surpreso com essa homenagem? Compartilhe esse bilhete e marque aquele amigo que conhece todas as músicas do Black Sabbath… ou aquele que ainda acredita que Ozzy é um personagem dos Os Osbournes. E se você quiser mais estranheza onde a cultura pop colide com o institucional, explore nossas outras histórias!

Senado analisará regulamentação de escolas militarizadas após casos fatais

Senador promove revisão de normativa de 1943 após mortes de menores em escolas particulares de tipo militar.

Revisão dos regulamentos após casos fatais

Diante da morte de uma menina de 13 anos em uma escola particular militarizada, a senadora Guadalupe Chavira anunciou que o Senado revisará o Regulamento das Academias Privadas de Tipo Militar, em vigor desde 1943. O legislador qualificou a portaria como anacrônica e incompatível com a atual proteção dos direitos da criança.

Os regulamentos permitem o ensino militar desde o nível primário até ao técnico, incluindo aulas de tiro no ensino secundário e a utilização de notas que conferem autoridade a determinados alunos em detrimento de outros. Chavira destacou que estes não são casos isolados; Em 2025, outro menor de 13 anos morreu na Academia Militarizada Ollin, em Morelos, após sofrer graves abusos durante um acampamento.

“A tragédia ocorrida com Dafne, cujo sufocamento debaixo d’água está sendo investigado, deveria nos chamar à reflexão e à ação. Essas escolas não têm competência para organizar acampamentos de verão nem para autorizar práticas como o trote, que culminou na morte de uma menina de 13 anos”, declarou o senador.

O Ministério da Educação Pública (SEP) informou que a academia onde ocorreu o caso funcionava com acordo de incorporação para 2022. Após ser fechada para investigações, a escola retomou as aulas online reivindicando o direito dos alunos de continuarem a formação. A agência enfrenta pelo menos oito queixas adicionais de maus-tratos.

Chavira exigiu um novo quadro jurídico que confira ao SEP poderes regulatórios claros, uma vez que o regulamento de 1943 deixa a responsabilidade à Secretaria de Defesa Nacional. Especialistas alertam que nestas escolas privadas a disciplina é imposta através da violência e da submissão hierárquica, ao contrário das escolas oficiais onde existem áreas de direitos humanos e fiscalização da CNDH.

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Defesa se distancia da academia após morte ainda jovem

A agência citou o Regimento Interno para justificar sua posição

A Secretaria de Defesa Nacional (Sedena) se isentou de qualquer responsabilidade pela Academia Militarizada “Marina Doenitz”, em Ciudad Madero, Tamaulipas, após a morte da jovem Dafne Zapata.

Por meio de nota, o órgão afirmou que não tem competência para autorizar, fiscalizar, fiscalizar ou regulamentar instituições de ensino desse tipo.

“Informa-se que a Secretaria de Defesa Nacional não tem competência para autorizar, fiscalizar, fiscalizar ou regulamentar o funcionamento de instituições de ensino desta natureza, nos termos do Regimento Interno deste órgão, expedido pela Presidência da República através de sua publicação no Diário Oficial da Federação, em 29 de dezembro de 2008, onde foi revogada qualquer disposição administrativa que contrariasse esta ordem”, escreveu o órgão.

Acrescentou que, de acordo com este regulamento, Sedena “não tem qualquer relação com a referida academia, nem com qualquer outro estabelecimento deste tipo”.

Sem supervisão clara

O caso colocou sob escrutínio o funcionamento de escolas privadas militarizadas. Em vários estados do país eles proliferaram sem que houvesse um órgão federal que os regulasse explicitamente.

Até o momento, nenhuma autoridade estadual ou federal assumiu a responsabilidade de supervisionar essas escolas. A Promotoria de Tamaulipas investiga os acontecimentos.

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Forças Especiais da Marinha comemoram 25 anos de serviço

Unidades navais de elite comemoram 25 anos com demonstrações de capacidade e o Desafio Quachic.

Manifestação de elite em Veracruz

Membros das Forças Especiais e Comandos Anfíbios da Marinha Mexicana comemoraram seu 25º aniversário com uma exposição de suas capacidades na Heroica Escola Militar Naval, em Veracruz. As unidades realizaram atividades esportivas, circuitos de natação, caminhada com equipamentos, transporte de feridos, manobras de barco e tiro de precisão.

Criadas em 2001, estas unidades estão especialmente organizadas, treinadas e equipadas para operar em áreas hostis ou politicamente sensíveis. Sua equipe possui habilidades e competências únicas em sua formação.

Desafio Quachic e apresentações históricas

Durante o dia foram feitas apresentações sobre a evolução das Forças Especiais e dos Comandos, destacando a qualidade da sua preparação. Também foi montada uma galeria tática com equipamentos especializados.

Foi realizada a sétima edição do concurso nacional “Reto Quachic”, que contou com a participação de efetivos, cadetes e reformados. Os participantes enfrentaram obstáculos como nadar 300 metros, caminhar 1.400 metros com 20 quilos de equipamentos e armas, transportar feridos e barco e tiro de precisão.

Os exercícios testaram a aptidão física, a disciplina e a capacidade de resposta, ao mesmo tempo que fomentaram a camaradagem e a coesão do grupo. A comemoração não só celebrou um aniversário, mas reafirmou a importância da formação contínua destas unidades-chave para a segurança nacional.

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