O ensaio geral da segurança
Seguindo instruções da presidente Claudia Sheinbaum, eles se reuniram com a FIFA. O tema: o plano de segurança para a Copa do Mundo de 2026. Parece uma formalidade, certo? Mas olha quem assinou o comparecimento.
Estavam presentes Rosa Icela Rodríguez (Governo), Omar García Harfuch (Segurança), soldados, marinheiros e até o chanceler. Pela FIFA, Rodrigo Martínez-Celis Wogau e Gabriela Cuevas Barron. Uma foto de grupo do poder que promete cuidar de nós.
“O objetivo é garantir a segurança da população e dos visitantes”, afirma o comunicado oficial.
Eles revisaram protocolos de inteligência, prevenção e implantação operacional. Ênfase no trabalho conjunto entre federação, estados e municípios. As sedes mexicanas são Cidade do México, Guadalajara e Monterrey.
A memória histórica que pede passagem
Dizem que essa coordenação leva aproximadamente um ano. O que está “em linha com a confiança expressada pela FIFA”. A questão que paira no ar, sempre incômoda, é outra: os cidadãos confiarão neste desdobramento?
A lista de participantes é impressionante. Mas neste país, os planos no papel são muitas vezes obras-primas. A execução é outra história. A Copa do Mundo ilumina; Também coloca tudo o que não funciona sob os holofotes.
Levaram a Copa do Mundo para o Palácio Nacional há poucos dias. Brilho para fotos. Agora é a hora do menos fotogênico: garantir que aquele brilho não se apague por algum incidente. O verdadeiro jogo já começou.




