Lollobrigida, ouro histórico e recorde da Itália em casa

A patinadora italiana conquista o primeiro ouro para seu país em casa, estabelecendo um recorde olímpico em seu aniversário.

Um dia perfeito: ouro, disco e aniversário

Francesca Lollobrigida acaba de escrever uma página indelével para o esporte italiano. No Estádio de Patinação de Velocidade de Milão, conquistou o primeiro ouro para a Itália nestes Jogos Olímpicos de Inverno. E fez isso com estilo: estabelecendo um novo recorde olímpico nos 3.000 metros.

Mas a história vai muito além do cronômetro. Ele conseguiu isso no dia em que completou 35 anos. Com o filho Tommaso, de dois anos, nos braços e envolto na bandeira ‘azzurra’. As lágrimas correram livremente quando o hino italiano foi tocado pela primeira vez numa cerimónia de entrega de prémios.

“Você pode ser mãe e ainda assim ser forte”, declarou ela com entusiasmo.

Sua vitória é uma mensagem poderosa. Depois de ganhar a prata em Pequim 2022, ela interrompeu a carreira para ser mãe. Agora volte ao topo. Ele dedicou a vitória à família, ao técnico Maurizio Marchetto e ao trabalho em equipe.

“O resultado superou as expectativas. Hoje Francesca fez algo mais do que poderia ter feito”, enfatizou Marchetto.

Um dia inteiro para a Itália

O ouro de Lollobrigida coroou um dia espetacular. A Itália já liderava o quadro de medalhas ao lado do Japão e da Noruega graças às medalhas de prata e bronze no esqui alpino. Giovanni Franzoni e Dominik Paris subiram ao pódio na descida livre.

RelacionadoOuro com sabor agridoce e recordes em dia histórico

Parabéns choveram de cima. O presidente Sergio Mattarella, a primeira-ministra Giorgia Meloni e a ministra dos Esportes, Andrea Abodi, comemoraram o feito.

“Foi um dia olímpico maravilhoso para a Itália, coroado pelo ouro de Lollobrigida, a mãe mais rápida do mundo”, destacou Abodi.

Para Francesca, isto é apenas o começo. Rindo e com o coração transbordante, ele já pensa em ampliar a família.

“Agora quero ter outro filho porque não quero deixar Tommaso sozinho”, confessou ela. “Primeiro terminarei a temporada, mas depois tentarei.”

A sua mensagem é clara: não há necessidade de escolher entre os sonhos desportivos e a vida pessoal. Você pode ter os dois. Com trabalho, equipe e muita paixão.

Chicharito nega críticas à Argentina: “Nunca disse isso”

O ex-futebolista mexicano esclarece que seus comentários não foram contra o país sul-americano.

Javier “Chicharito” Hernández se manifestou contra as acusações dos jornalistas argentinos Hugo Balassone e Gonzalo Bonadeo. O agora analista da FOX Sports negou ter dito que os argentinos “são campeões mundiais, mas pessoas muito más”.

“Eu nunca disse isso. Só disse no singular para aquele ‘jornalista’ rude. Nada era contra a Argentina, mas sim sobre o comportamento daquela pessoa”, escreveu ele no Instagram.

O ex-atacante do Chivas acompanhou sua mensagem com fotos da cobertura da Copa do Mundo de 2026, incluindo a partida das oitavas de final entre Argentina e Egito, no Estádio de Atlanta.

A origem do conflito

Balassone revelou que trocou palavras com Hernández durante essa partida. Acusou-o de insinuar que a Argentina “roubou” e “recebeu ajuda arbitral” contra o Egito. Bonadeo, por sua vez, afirmou ao vivo que Hernández descreveu os argentinos como “gente muito má”.

Mas Hernández esclareceu: “Querem inventar que odeio os argentinos. Tenho muito carinho pela Argentina e grandes amigos de lá”.

“Uma experiência ruim com uma pessoa nunca representa um país inteiro. Generalizar apenas nos distancia da verdade”, acrescentou.

O ex-jogador de futebol encerrou com uma mensagem conciliatória: “A rivalidade pode permanecer em campo. O respeito deve permanecer fora dele”.

A partida em questão terminou 3 a 2 a favor da Argentina, com gols de Cuti Romero, Lionel Messi e Enzo Fernández. O treinador egípcio, Hossam Hassan, denunciou a “injustiça” da arbitragem, criticando o VAR por não assinalar penálti e anular o golo.

A Argentina enfrentará a Suíça no dia 11 de julho pela passagem para as semifinais.

Continuar lendo

FIFA vende grama para a final da Copa do Mundo de 2026 por US$ 450

A FIFA vende peças do campo final por US$ 450, em meio a críticas sobre o preço dos ingressos.

Uma lembrança com grama de verdade

A FIFA colocou à venda fragmentos da grama que será usada na final da Copa do Mundo de 2026, marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Cada peça custa US$ 450.

Segundo a loja oficial da agência, o segmento mede 17,5 por 17,5 por 17,5, embora não especifique se são polegadas, centímetros ou milímetros. A FIFA não respondeu imediatamente aos pedidos de esclarecimento.

“Tenha um pedaço autêntico da história do futebol com um fragmento genuíno do campo da Copa do Mundo FIFA de 2026, preservado permanentemente em acrílico premium com memória USB”, afirma a página de vendas.

O produto inclui filme de autenticidade e é entregue em caixa premium. Enviamos apenas para endereços nos Estados Unidos e Europa, e os pedidos serão enviados após o final.

Críticas ao campo e aos ingressos

Jogadores e treinadores apontaram problemas com a qualidade do campo da MetLife, que usa rotineiramente grama artificial para os jogos da NFL do New York Giants. A FIFA também tem sido questionada pelos altos preços dos ingressos: os ingressos normais para a final chegam a US$ 32.970, enquanto os pacotes de hospitalidade custam entre US$ 32.500 e US$ 34.500.

O torneio será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá, e a venda da grama busca oferecer aos torcedores um item de colecionador, embora também tenha gerado debate sobre a abordagem comercial do evento.

Continuar lendo

Argentina enfrenta Suíça por vaga nas semifinais

A Argentina busca as semifinais contra a Suíça tendo Messi como figura.

A Argentina chega às quartas de final da Copa do Mundo depois de duas vitórias agonizantes. Venceu o Egipto por 3-2 nos oitavos-de-final, recuperando do 2-0 em 13 minutos, o mesmo resultado que contra Cabo Verde na ronda anterior. A Albiceleste caminhou até o limite, mas o técnico Lionel Scaloni reconhece que precisa melhorar.

“Estamos bem, mas provavelmente teremos que melhorar porque eles marcaram quatro gols contra nós nos últimos dois jogos”, disse o zagueiro Cristian Romero.

No sábado, em Kansas City, a Argentina enfrenta a Suíça, única seleção não europeia ainda no torneio. A Suíça nunca chegou às semifinais da Copa do Mundo; A última vez que estiveram nas quartas de final foi em 1954. Apesar da diferença de pontuação, o capitão suíço Granit Xhaka avisa: “Amanhã haverá conversa em campo”.

Dúvidas no onze

Duas posições ainda estão em debate: lateral direito (Nahuel Molina ou Gonzalo Montiel) e centroavante (Julián Álvarez ou Lautaro Martínez). Contra o Egito, Molina foi apontado, mas Montiel melhorou o ataque. No ataque, Álvarez não converte, enquanto Lautaro deu assistência para o gol da vitória. Scaloni evita alinhá-los desde o início para manter o equilíbrio.

Messi, o maior artilheiro do torneio com oito gols, tem 21 em Copas do Mundo e marcou em seis jogos consecutivos de eliminação. Ele perdeu dois pênaltis nesta Copa do Mundo, mas será sua decisão se chutar novamente.

A defesa suíça

A Suíça sofreu apenas três gols em cinco jogos. A defesa, com Xhaka, Akanji, Freuler, Elvedi e o goleiro Kobel, neutralizou a Colômbia nas oitavas de final até os pênaltis. A Argentina não tem vítimas físicas; A Suíça não pode contar com Johan Mazambi devido a lesão.

O clima em Kansas City será quente, com 30°C e pouca chance de chuva. O vencedor enfrentará a Noruega ou a Inglaterra nas semifinais.

Continuar lendo