Ouro e melhoria: Brignone e Klaebo brilham nos Jogos

Brignone conquista seu segundo ouro após uma fratura grave, enquanto Klaebo faz história com seu nono título olímpico.

Que maneira de encerrar o domingo!

Federica Brignone fez isso de novo. A ‘Tigresa’ italiana, com a perna reconstruída após uma grave fratura no ano passado, conquistou o segundo ouro nestes Jogos, desta vez no slalom gigante. Ele venceu com autoridade.

“Ganhar uma medalha de ouro em super-G fez Brignone se sentir como se estivesse vivendo um filme,”

E bons filmes têm sequências. Depois de quebrar vários ossos em março, duas cirurgias e 42 pontos, ele só voltou a esquiar em janeiro. Ela é agora a mais velha campeã olímpica de esqui alpino feminino. Isso é ter caráter.

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Um recorde histórico para um rei nórdico

Enquanto isso, no esqui cross-country, Johannes Hoesflot Klaebo escreveu seu nome em letras douradas… literalmente. O norueguês conquistou seu nono título olímpico, quebrando o recorde que compartilhava com outras lendas de seu país.

Com apenas 29 anos, ele poderia alcançar 10 medalhas de ouro antes do final dos Jogos. Seu primeiro-ministro o viu ganhar o bastão. Incrível.

Polêmica no gelo e mais ouros

O curling, aquele esporte aparentemente calmo, ferve. A controvérsia do ‘duplo toque’ continua a ser discutida, agora com a Grã-Bretanha como afetada.

Nos buracos, o canadense Mikael Kingsbury mostrou porque é o rei. Ele ganhou o ouro no novo evento dual bump, acrescentando mais uma medalha à sua coleção lendária.

A Grã-Bretanha fez história ao conquistar seu primeiro ouro olímpico em um esporte de neve com a vitória no snowboardcross por equipes. Horas depois, acrescentaram outro ouro no esqueleto.

A Itália também comemorou: Lisa Vitozzi deu-lhes o primeiro ouro no biatlo ao vencer a competição feminina.

O quadro de medalhas está definido

A Noruega permanece firmemente no topo com 12 medalhas de ouro e 26 medalhas no total. A Itália, anfitriã e motivada por atuações como a de Brignone, está em segundo lugar com 8 medalhas de ouro. Os Estados Unidos completam o pódio provisório.

A lição do dia é clara: a preparação e a mentalidade vencedora fazem a diferença. Seja voltando de uma lesão devastadora ou acumulando títulos históricos.

Brasil e Alemanha: o declínio de dois gigantes da Copa do Mundo

As duas potências históricas do futebol mundial atravessam a pior fase das últimas décadas.

Brasil e Alemanha, as duas seleções mais bem-sucedidas da história das Copas do Mundo, estão passando por um declínio que parece não ter freio. A Canarinha, pentacampeã, se despediu do América do Norte 2026 nas oitavas de final, algo que não acontecia desde a Itália 1990. Desde então, o time havia chegado pelo menos às quartas de final em sete edições consecutivas, com dois títulos incluídos (1994 e 2002).

Pela primeira vez em sua história, o Brasil soma seis Copas do Mundo sem levantar o troféu. A sexta estrela parece cada vez mais distante.

Alemanha: da semifinal ao esquecimento

A Mannschaft, tetracampeã, foi eliminada nas oitavas de final contra o Paraguai. É a terceira edição consecutiva em que a Alemanha não ultrapassa a oitava; na Rússia 2018 e no Catar 2022 ele nem passou da fase de grupos.

O contraste é brutal: entre 2002 e 2014 os alemães disputaram semifinais em quatro Copas do Mundo consecutivas. Hoje, eles nem garantem a passagem para as oitavas de final. Embora esta não seja a maior seca sem título – entre 1990 e 2014 eles passaram cinco torneios – alcançar a quinta estrela parece um feito distante.

O fundo ainda não chegou

Nem o Brasil nem a Alemanha chegaram ao fundo do poço: ambos continuam classificados para as Copas do Mundo. Mas o seu declínio é evidente. A Itália, por exemplo, já perdeu as últimas três edições. A história mostra que os poderes podem deixar de ser poderes se as falhas se acumularem.

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Marrocos busca vingança contra a França na Copa do Mundo de 2026

Marrocos enfrenta a França em duelo decisivo; o técnico Ouahbi não aceita elogios antecipados.

A seleção marroquina volta a enfrentar a França em uma Copa do Mundo. Desde o Qatar 2022, os Leões do Atlas conquistaram respeito global ao chegar às semifinais, onde caíram para os Les Bleus. Quatro anos depois, o destino os confronta novamente em uma partida que determinará sua vaga na próxima rodada.

O treinador marroquino, Mohamed Ouahbi, não quer ouvir elogios prematuros. Embora sua equipe já seja considerada uma revelação, ele a rejeita:

“Quando dizem que tivemos um torneio de sucesso, não gosto. As avaliações devem ser feitas no final. Estamos fazendo todo o possível para vencer. Não vamos ouvir quem diz: ‘O que eles fizeram já é bom, a França é a favorita’. Não vamos cair nessa armadilha.”

Ouahbi antecipa uma partida complexa. A mensagem deles é clara: eles vão sair e brincar como se estivessem nas cordas. “O único prêmio é ganhar a Copa. Nossos pontos fortes são o que nos trouxe de volta aqui. Estamos evoluindo e a França também. Estamos melhores do que em 2022”, afirmou.

Brahim Díaz, figura do time, reconheceu o talento do rival, principalmente de seus companheiros do Real Madrid:

“Aurélien e Kylian são meus companheiros no Real Madrid. São grandes jogadores e pessoas bonitas. Mas amanhã seremos rivais. Tenho confiança na minha equipe. Sei que faremos um grande jogo.”

O Marrocos, de olho na taça, busca mostrar que seu desempenho em 2022 não foi por acaso. Este duelo é uma oportunidade para escrever uma nova página na história do futebol.

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França é a favorita nas apostas para vencer a Copa do Mundo de 2023

A França lidera as apostas com odds +187. Seguem-se Espanha, Argentina e Inglaterra.

Favoritos para o título

Com as quartas de final próximas, apenas sete jogos separam as equipes do campeonato. As casas de apostas já têm previsões claras.

A França está no topo da lista com probabilidades de +187. A cada 500 pesos apostados, o vencedor receberia 1.437 pesos se os gauleses erguessem o troféu no dia 19 de julho. A confiança recai sobre Kylian Mbappé, que marcou sete gols em cinco jogos. Mas primeiro terão de superar Marrocos.

A Espanha aparece em segundo lugar, com uma cota de +350. Uma aposta de 500 pesos geraria 2.250 pesos de lucro. França e Espanha poderão defrontar-se nas semifinais se ambas vencerem os seus rivais.

Apostas e probabilidades

Argentina e Inglaterra ocupam o terceiro e quarto lugares, respectivamente. A Albiceleste tem odds de +400: uma aposta de 500 pesos daria 2.500 pesos se Lionel Messi vencer o bicampeonato. Para a Inglaterra, o mesmo valor renderia 2.750 pesos.

A figura de Mbappé tem sido decisiva para aumentar as expectativas em relação à França. As casas de apostas refletem essa confiança ao posicionar os gauleses como os principais concorrentes.

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