Justiça obriga a FGR a mostrar as suas cartas

Um juiz ordena ao Ministério Público a abertura total da investigação contra um ex-marinheiro acusado de crimes graves.

La jueza que le dijo ‘no’ a la Fiscalía

La magistrada Mariana Vieyra Valdés acaba de dar una lección de derecho procesal básico. En un movimiento que huele a victoria pírrica para la defensa, autorizó reabrir por tres meses la investigación contra el exvicealmirante Manuel Roberto Farías Laguna.

El motivo es tan simple como escandaloso. La Fiscalía General de la República (FGR) le había negado a los abogados el acceso completo al expediente. Sí, leyó bien. La institución que debe perseguir delitos organizados y tráfico de combustible actuaba como si el derecho a la defensa fuera un privilegio, no una garantía.

La jueza determinó que la FGR deberá permitir la consulta íntegra de la carpeta de investigación y entregar un inventario detallado.

Traducción: muestren todo lo que tienen. O lo que dicen tener. Porque aquí está el detalle que ningún boletín oficial menciona. ¿Por qué una Fiscalía oculta información en un caso de esta magnitud? ¿Ineficiencia? ¿Estrategia? ¿O hay algo en esos papeles que incomoda más allá del acusado?

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Farías Laguna está en el Altiplano, acusado de delincuencia organizada y robo de hidrocarburos. Son cargos graves, del tipo que suelen venir con operativos espectaculares y ruedas de prensa triunfalistas. Pero los procesos judiciales no se ganan con espectáculo, sino con pruebas.

Y las pruebas, al parecer, estaban bajo llave.

La decisión judicial es importante, sí. Pero más importante es preguntarse por qué fue necesaria. En un estado de derecho, la transparencia no debería ser una concesión graciosa de un juez. Debería ser la regla.

Ahora los peritos de la defensa tendrán tres meses para revisar hasta la última evidencia digital. Tres meses para ver si lo que hay en la carpeta coincide con lo que se ha dicho en público.

La memoria es corta, pero los expedientes judiciales no. Ya veremos qué encuentran cuando finalmente les abran las cajas.

Terremoto em La Guaira: 2.295 mortos e milhares de desaparecidos

As famílias procuram identificar os seus entes queridos nos escombros diante das valas comuns.

A tragédia do terremoto de 24 de junho no estado venezuelano de La Guaira deixou pelo menos 2.295 mortos. Milhares de pessoas continuam desaparecidas. Centenas de famílias visitam hospitais e necrotérios improvisados ​​para identificar corpos antes de serem enviados para valas comuns.

Número de vítimas e esforços de resgate

As equipes forenses, lideradas pelo técnico Joel Mirabal, trabalham incansavelmente. Segundo especialistas, entre 60 e 70 por cento das vítimas são reconhecidas por familiares ou vizinhos. O avançado estado de decomposição complica as tarefas. Contêineres refrigerados foram instalados devido ao aumento de carrocerias. As autoridades não descartam a abertura de valas comuns.

No entorno do porto de La Guaira e dos necrotérios temporários, dezenas de famílias permanecem formadas durante horas. Eles usam tatuagens, cicatrizes ou roupas para confirmar identidades. A incerteza sobre o destino dos desaparecidos agrava a dor.

O drama das famílias

Rosa López contou o difícil processo de localização do corpo de seu genro, José Antonio Toledo, que morreu quando o prédio onde trabalhava como segurança desabou. Depois de visitar vários locais, a família conseguiu identificar seus restos mortais. Sem recursos para o funeral, a prefeitura cedeu um espaço livre para enterrá-lo.

As equipes de resgate estimam que os esforços de recuperação durarão pelo menos três meses devido ao número de edifícios desabados. Milhares de voluntários juntaram-se à busca, esperando que as famílias possam dizer adeus aos seus entes queridos.

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Sheinbaum anuncia investimento de 4 bilhões de pesos para o povo Purépecha

A presidente detalhou novos compromissos em saúde, educação e segurança durante sua visita a Michoacán.

Plano de Justiça para o povo Purépecha

De Cherán, Michoacán, a Presidente Claudia Sheinbaum destacou o avanço do Plano de Justiça para o povo Purépecha. Um ano e dois meses após a sua implementação, mais de 4 mil milhões de pesos (MP) foram atribuídos à saúde, educação, estradas e segurança.

“Como são feitos os Planos de Justiça? Com vocês. Eles não são feitos em um gabinete do governo federal, do Governo do Estado, são feitos em assembleias”, disse Sheinbaum.

O presidente lembrou que, com o Segundo Andar da Quarta Transformação, a Constituição foi modificada para reconhecer os povos indígenas e afro-mexicanos como sujeitos de direito público. Além disso, o Fundo de Contribuição para a Infraestrutura Social dos Povos Indígenas e Afro-mexicanos (FAISPIAM) passou de 12 bilhões de pesos em 2025 para 13 mil 500 milhões de pesos até 2026, com o objetivo de que este recurso seja estabelecido na Constituição para que aumente a cada ano.

O diretor do INPI, Adelfo Regino Montes, detalhou a distribuição do investimento: 27 caminhos artesanais (74,34 km, 485,01 milhões de pesos), Casas Escolares e Cantinas para 527 crianças, 21 Casas Comunitárias de Línguas Indígenas e 161 comunidades beneficiadas pelo FAISPIAM (212,74 milhões de pesos em 2025 e 234,47 mdp em 2026).

Sheinbaum anunciou novos compromissos: melhorar o Hospital Cherán com área de hemodiálise, consertar a Unidade de Esportes, abrir cursos de Medicina e Enfermagem, fortalecer negócios comunitários, construir um C2 na comunidade e realizar uma reunião sobre segurança na Cidade do México.

A Subsecretária de Ciências e Humanidades, Violeta Vázquez-Rojas, relatou outros avanços: construção de um hospital ISSSTE, estudos para um hospital IMSS Bienestar, contratação de 646 médicos e mais de mil enfermeiras, quartel da Guarda Nacional para 150 elementos, remodelação de 17 troços rodoviários, entrega de 27 mil fogões eficientes e tradução da Caderneta da Mulher para Purépecha.

O governador de Michoacán, Alfredo Ramírez Bedolla, apoiou a iniciativa e destacou a defesa dos usos e costumes dos povos originários.

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Colombianos presos por treinamento na fabricação de explosivos em Michoacán

Detidos colombianos ligados à fabricação de explosivos em Michoacán.

O Gabinete de Segurança prendeu cidadãos colombianos ligados ao treino e fabrico de dispositivos explosivos improvisados ​​em Michoacán. A informação foi informada pelo secretário de Segurança e Proteção ao Cidadão, Omar García Harfuch, durante a conferência matinal de sexta-feira, 3 de julho, em Morelia.

Essas detenções fazem parte de investigações que identificaram a entrada de vários envolvidos no país, principalmente através do Aeroporto Internacional da Cidade do México e outros pontos de entrada aérea. O Centro Nacional de Inteligência monitorou esses movimentos.

Também foi detectada a entrada de estrangeiros por via terrestre, que supostamente colaboram no treinamento de membros de grupos criminosos para instalar esses dispositivos. García Harfuch destacou que há uma investigação em andamento para localizar os líderes dessas redes em Michoacán, incluindo supostos membros de alto nível do Cartel Jalisco Nueva Generación.

O chefe da SSPC confirmou a participação de cidadãos de diferentes países, principalmente da Colômbia. Estamos trabalhando em coordenação com as autoridades colombianas para fortalecer as investigações. Nos próximos dias, será especificado o número exato de pessoas presas relacionadas à fabricação e uso desses explosivos.

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