Julián Quiñones desperta interesse na Premier League

O atacante mexicano brilhou na Copa do Mundo e as seleções inglesas o acompanham.

O desempenho de Julián Quiñones na Copa do Mundo não passou despercebido. O atacante mexicano marcou quatro gols pelo El Tri, o que o colocou como o melhor jogador do time e um dos mais destacados do torneio. Seu nome agora é ouvido em clubes da Inglaterra.

De acordo com informações veiculadas na mídia europeia, o Aston Villa segue de perto o atacante. O jornalista especializado Sacha Tavolieri destacou que o clube inglês está analisando uma possível aproximação com o Al-Qadsiah para saber as condições de uma negociação. Até o momento não há oferta formal.

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Dias atrás, o Chelsea também aparecia como possível destino. Porém, a informação não avançou, em parte devido à política do clube de não contratar jogadores próximos dos 30 anos.

Quiñones vem de uma temporada histórica na Arábia Saudita: foi campeão artilheiro com 33 gols em 31 jogos. Superou Ivan Toney (32 gols) e Cristiano Ronaldo (27 gols).

De acordo com o FIFA Power Ranking, o mexicano é o décimo melhor jogador da Copa do Mundo, entre outros números.

Fifa abre investigação sobre briga na final da Copa do Mundo

A FIFA está investigando uma briga entre jogadores após a final da Copa do Mundo Espanha x Argentina.

A FIFA anunciou esta segunda-feira a abertura de uma investigação disciplinar aos incidentes ocorridos após a final do Mundial entre Espanha e Argentina. A partida, que terminou 1 a 0 a favor da Espanha na prorrogação, gerou altercação entre vários jogadores após o apito final.

O que aconteceu em campo?

Os replays mostraram o meio-campista argentino Leandro Paredes empurrando o espanhol Eric Garcia pelo pescoço. Quando o suplente espanhol Gavi interveio, Paredes derrubou-o. O capitão espanhol Rodri também foi atingido no estômago pelo zagueiro argentino Nahuel Molina, que depois entrou em confronto verbal com seu ex-companheiro de Manchester City, Nicolás Otamendi. O técnico argentino Lionel Scaloni e outros jogadores intervieram para acalmar a situação.

A FIFA não deu um cronograma para a investigação, mas indicou que o comitê disciplinar nomeou um promotor para avaliar possíveis violações do código disciplinar. Paredes não recebeu cartão vermelho durante a partida, mas pode ser suspenso.

Reações políticas

O presidente argentino, Javier Milei, referiu-se à derrota em entrevista à Rádio Mitre:

“Não pode ofuscar ou manchar a conquista de chegar a uma final mundial. Os jogadores deram um enorme exemplo do que significa deixar tudo por um objetivo. Eles nunca desistiram. Eles nunca desistiram.”

Milei destacou que a Argentina chegou à sua terceira final de Copa do Mundo em quatro edições e expressou orgulho pela seleção.

Os jogadores e comissão técnica chegaram nesta segunda-feira a Buenos Aires, recebidos por centenas de torcedores, sem prestar declarações antes de se dirigirem ao complexo da Federação Argentina de Futebol.

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Espanha campeã da Copa do Mundo de 2026: bônus milionário para os jogadores

Depois de vencerem a Argentina, os 26 jogadores espanhóis receberão 750 mil euros brutos cada, embora o tesouro fique com quase metade.

A recompensa pelo título

Depois de vencer a Argentina por 1 a 0 na final da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Espanhola não comemorou apenas o título. Cada um dos 26 jogadores de futebol receberá um bónus bruto de 750 mil euros. O acordo anterior entre a RFEF e os capitães estabelecia este incentivo. A FIFA deu 44 milhões de euros à federação espanhola para o campeonato.

Os jogadores acumularam rendimentos à medida que avançavam no torneio: desde a fase de grupos até à final. A esses valores soma-se o prêmio principal.

Quanto o dinheiro líquido chega ao seu bolso?

O valor anunciado não é aquele que os jogadores de futebol verão na sua conta. Os prêmios são considerados rendimentos do trabalho e estão sujeitos ao imposto de renda pessoal. Para quem tem residência fiscal em Espanha, a retenção ronda os 47%. Isto significa que dos 750 mil euros brutos, o resultado líquido ronda os 397 mil 500 euros. O resto vai para o pagamento de impostos.

Vários dos campeões jogam na LaLiga, como Unai Simón, Pedri, Gavi, Lamine Yamal e Ferran Torres – autor do golo da vitória -, pelo que serão tributados pela legislação espanhola.

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França cai em terceiro lugar e se despede de Deschamps

A França perde o bronze para a Inglaterra e se despede do seu histórico treinador.

A França fica sem medalha e sem treinador

A França estava à beira de uma nova final de Copa do Mundo. No duelo pelo terceiro lugar, os franceses perderam para a Inglaterra por 4 a 6, no estádio de Miami. A derrota significou adeus a Didier Deschamps, que treinou os Bleus durante 14 anos.

A despedida de um homem histórico

Deschamps já havia anunciado que este torneio seria o seu último. Após a eliminação, a Federação Francesa de Futebol (FFF) dedicou-lhe uma mensagem nas redes sociais.

“A FFF agradece ao selecionador Didier Deschamps pelo excepcional trabalho realizado à frente da Seleção Francesa. Há trajetórias que marcam permanentemente a história de uma instituição e de um país. Para sempre na história do futebol francês.”

A declaração destacou o seu legado: “Sob a sua autoridade, durante catorze anos, a Equipa Francesa recuperou credibilidade, respeito e amor ao permanecer ao mais alto nível global, vencendo o Campeonato do Mundo de 2018, a Liga das Nações de 2021 e alcançando várias finais importantes, tudo isto mantendo uma consistência extraordinária”.

A FFF destacou ainda que “a sua marca permanecerá indelével em Clairefontaine e nos corações de milhões de fãs”. Agradeceram pelos 185 jogos disputados e pelas 120 vitórias sob sua gestão.

Uma época que deixa a sua marca

“Didier Deschamps conseguiu transmitir uma cultura de desempenho e responsabilidade que continuará a ser uma referência para as gerações futuras. Acompanhou o surgimento de inúmeras internacionais, federou vários grupos em torno de valores sólidos e contribuiu para fortalecer o vínculo único entre os franceses e a sua selecção nacional”, concluiu a FFF.

Com a saída de Deschamps, a França fecha um ciclo dourado. Agora ele buscará um novo timoneiro para enfrentar o processo da próxima Copa do Mundo.

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