A França fica sem medalha e sem treinador
A França estava à beira de uma nova final de Copa do Mundo. No duelo pelo terceiro lugar, os franceses perderam para a Inglaterra por 4 a 6, no estádio de Miami. A derrota significou adeus a Didier Deschamps, que treinou os Bleus durante 14 anos.
A despedida de um homem histórico
Deschamps já havia anunciado que este torneio seria o seu último. Após a eliminação, a Federação Francesa de Futebol (FFF) dedicou-lhe uma mensagem nas redes sociais.
“A FFF agradece ao selecionador Didier Deschamps pelo excepcional trabalho realizado à frente da Seleção Francesa. Há trajetórias que marcam permanentemente a história de uma instituição e de um país. Para sempre na história do futebol francês.”
A declaração destacou o seu legado: “Sob a sua autoridade, durante catorze anos, a Equipa Francesa recuperou credibilidade, respeito e amor ao permanecer ao mais alto nível global, vencendo o Campeonato do Mundo de 2018, a Liga das Nações de 2021 e alcançando várias finais importantes, tudo isto mantendo uma consistência extraordinária”.
A FFF destacou ainda que “a sua marca permanecerá indelével em Clairefontaine e nos corações de milhões de fãs”. Agradeceram pelos 185 jogos disputados e pelas 120 vitórias sob sua gestão.
Uma época que deixa a sua marca
“Didier Deschamps conseguiu transmitir uma cultura de desempenho e responsabilidade que continuará a ser uma referência para as gerações futuras. Acompanhou o surgimento de inúmeras internacionais, federou vários grupos em torno de valores sólidos e contribuiu para fortalecer o vínculo único entre os franceses e a sua selecção nacional”, concluiu a FFF.
Com a saída de Deschamps, a França fecha um ciclo dourado. Agora ele buscará um novo timoneiro para enfrentar o processo da próxima Copa do Mundo.




