A pista mexicana está se preparando
O Grande Prêmio do México não vive apenas da paixão dos torcedores. Os organizadores acabam de anunciar um investimento de 202 milhões de pesos (cerca de 12 milhões de dólares) para que o Autódromo Hermanos Rodríguez continue a ser um local de primeira classe. E não é à toa: a corrida do dia 1º de novembro no CDMX já garantiu seu lugar no calendário até 2028, graças ao acordo assinado em abril de 2025.
Federico González Compeán, diretor geral do evento, deixou claro: “Este investimento representa nosso compromisso em preservar o Autódromo Hermanos Rodríguez como um local de classe mundial”. Não são apenas palavras bonitas. O objetivo é claro: manter a homologação internacional e continuar elevando os padrões técnicos para que o México não saia do trem da F1.
O que será melhorado?
O trabalho já começou e não é qualquer coisa. Haverá recapeamento, melhorias na drenagem dos trilhos e modernização das instalações da cava. Mas tenha cuidado: o layout do circuito permanece como está. Essas especulações de mudança nas curvas eram apenas fumaça. A empresa alemã Tilke, a mesma que redesenhou o circuito em 2015, quando a F1 voltou ao México, supervisiona tudo. É como quando um corredor se machuca e volta mais forte: a pista se prepara para continuar lutando.
“Garantir a sua homologação internacional e continuar a elevar os seus padrões técnicos é essencial para que o México continue a fazer parte do calendário da Fórmula 1 nos próximos anos”, enfatizou González Compeán.
Esse movimento me lembra quando um atleta foca na base: sem uma pista sólida não há pódio que valha a pena. Investimento não é apenas dinheiro; É fé no futuro. E como ex-piloto, eu te digo: quando você investe no terreno, o desempenho sobe. O México está conquistando seu lugar na elite do automobilismo, e desta vez não é só com o ronco dos motores, mas com o trabalho por trás das câmeras. Viva a F1 no CDMX!




