Coletivos e Ministério Público enfrentam ameaças durante busca
Membros de grupos de busca e funcionários da Promotoria de Guanajuato sofreram intimidação de grupos criminosos durante os esforços para localizar Lorenza Cano Flores, uma ativista desaparecida cujos restos mortais poderiam ter sido encontrados em uma cova clandestina em Villagrán. A operação permitiu a recuperação de vários corpos, embora a identificação formal ainda exija análise genética.
Contexto do caso e resistência criminal
O promotor Gerardo Vázquez Alatorre confirmou que, apesar das ameaças, os restos humanos foram resgatados. “Houve riscos durante a revisão, mas priorizamos a recuperação das vítimas”, declarou. Lorenza, integrante do coletivo “Salamanca Unidos em busca de desaparecidos”, foi sequestrada em janeiro de 2024 junto com o assassinato de sua família. Ele procurava pelo irmão, desaparecido desde 2018.
As autoridades evitam divulgar detalhes devido aos protocolos de investigação, embora tenha sido confirmado que os restos mortais poderiam corresponder a Lorenza. Ao mesmo tempo, está sendo investigada uma fraude ligada ao falso recrutamento pela empresa Honda e ao tráfico ilegal de armas, este último em coordenação com as autoridades federais.
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