Morena acusa oposição de negociar unidade para migrantes falecidos

Ariadna Montiel pede que os interesses nacionais tenham precedência sobre as diferenças partidárias.

Morena exige unidade diante da morte de compatriotas

A presidente nacional do Morena, Ariadna Montiel Reyes, acusou os partidos da oposição de “negociar” a unidade do México diante dos casos de 17 compatriotas que morreram sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE).

Durante uma conferência de imprensa, o líder morenoista destacou que o apelo para cerrar fileiras para exigir respostas do governo dos EUA deve estar acima das diferenças partidárias e ideológicas. Considerou que se trata da defesa dos direitos dos mexicanos no exterior.

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Montiel Reyes afirmou que a posição da oposição reflete a falta de compromisso com o país. Ele descreveu como “mesquinho” que alguns líderes não apoiem totalmente o apelo à unidade feito pela Presidente Claudia Sheinbaum para resolver casos de alegados abusos contra migrantes mexicanos.

O dirigente do Morena sustentou que a protecção dos concidadãos deve ser uma questão prioritária para todas as forças políticas. Ele apelou à colocação dos interesses nacionais acima das disputas partidárias.

CNDH exige esclarecimentos sobre mortes de migrantes mexicanos sob custódia do ICE

A organização pede para investigar mortes de compatriotas em centros de detenção dos EUA.

A Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) emitiu uma condenação pelas mortes de migrantes mexicanos ocorridas durante operações e em centros de detenção do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). A organização, presidida por Rosario Piedra Ibarra, exigiu investigações rápidas, imparciais e transparentes para esclarecer os fatos e punir os responsáveis.

Preocupação com violações de direitos fundamentais

A CNDH qualificou estes casos como “mais graves”, uma vez que envolvem possíveis violações do direito à vida, à integridade pessoal, à saúde, ao devido processo legal e ao tratamento digno. Manifestou a sua preocupação com as políticas de imigração aplicadas nos Estados Unidos e lembrou que a protecção dos direitos humanos deve ser garantida independentemente da nacionalidade ou do estatuto jurídico.

Assistência e acompanhamento consular

A organização destacou a necessidade de o México manter assistência consular, acompanhamento jurídico e apoio humanitário aos compatriotas privados de liberdade por motivos de imigração, bem como às suas famílias. Ele também reiterou que qualquer morte sob custódia do Estado deve ser analisada com o máximo rigor.

A CNDH solicitou que as investigações permitam apurar responsabilidades e garantir a verdade, a justiça e a reparação integral às vítimas.

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Sheinbaum rejeita acusações do diretor da DEA sobre ligações com o crime

O chefe da DEA apontou uma suposta aliança entre autoridades e cartéis. Sheinbaum descreveu isso como sem suporte.

Tensão diplomática devido às declarações da DEA

As declarações do diretor da DEA, Terry Cole, causaram atritos na relação bilateral com o México. O responsável afirmou recentemente que o governo mexicano e os cartéis mantêm uma “ligação mortal”. Ele disse que o combate a esta suposta aliança é uma prioridade para sua agência.

A presidente Claudia Sheinbaum rejeitou as acusações. Ele os descreveu como “infelizes, sem apoio e infundados”.

Esta não é a primeira polêmica de Cole em relação ao México. Desde que assumiu o cargo em 2025, sua nomeação tem sido questionada. Reportagens jornalísticas o vinculam ao vazamento de informações confidenciais em 2011 que levou à tragédia civil em Allende, Coahuila, atribuída ao grupo criminoso Los Zetas.

Cole também apoiou medidas da administração Trump. Apoia a classificação dos cartéis mexicanos como organizações terroristas estrangeiras. Além disso, defendeu a possibilidade de operações secretas de agências norte-americanas dentro do México.

Nas suas declarações mais recentes, Cole apontou o caso de Sinaloa. Ele sugeriu que as autoridades mexicanas podem ter colaborado com grupos criminosos. Sheinbaum insistiu que não há provas e que as suas declarações prejudicam a cooperação bilateral.

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SEP publica calendário escolar 2026-2027 com 185 dias letivos

Publicado calendário 2026-2027: 185 dias de aula, férias e datas importantes.

Início e fim do ano letivo

O Ministério da Educação Pública (SEP) publicou o calendário do ciclo 2026-2027 no Diário Oficial da Federação. As aulas terão início em 31 de agosto de 2026 e término em 9 de julho de 2027, com vigência de 185 dias para ensino pré-escolar, fundamental e médio. As escolas normais terão 190 dias e terminarão em 13 de julho.

Datas relevantes

O acordo, assinado pelo secretário Mario Delgado, inclui um dia de conscientização sobre abuso sexual e abuso infantil no dia 7 de setembro. Serão oito sessões do Conselho Técnico Escolar nos dias 25 de setembro, 30 de outubro e 27 de novembro de 2026, além de 29 de janeiro, 26 de fevereiro, 26 de março, 28 de maio e 25 de junho de 2027.

As suspensões dos trabalhos docentes serão nos dias 16 de setembro, 2 e 16 de novembro de 2026, bem como 1 de fevereiro, 15 de março e 5 de maio de 2027. As férias de inverno decorrerão de 21 de dezembro de 2026 a 8 de janeiro de 2027. O período da Páscoa decorrerá de 22 de março a 2 de abril de 2027.

Pré-inscrição e ingressos

O processo de pré-inscrição para o ciclo 2027-2028 será de 2 a 13 de fevereiro de 2027. A entrega das fichas de avaliação ocorrerá de 23 a 26 de novembro de 2026, de 22 a 25 de março de 2027 e nos dias 12 e 13 de julho de 2027.

O convênio atende à Lei Geral de Educação, que exige entre 185 e 200 dias aula. É mantida uma semana adicional de recesso em agosto para os professores, em reconhecimento ao seu trabalho e ao compromisso da presidente Claudia Sheinbaum com o ensino. O SEP reitera que só ele pode estabelecer calendários escolares a nível nacional. O acordo entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação e revoga o anterior, que regulamentava o ciclo 2025-2026.

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