Um grande incêndio consome o restaurante Cara de Vaca em San Pedro

As chamas devoraram o exclusivo estabelecimento no meio da noite, deixando um mistério sobre sua origem.

O inferno invade a noite

Sob o manto escuro da madrugada, o restaurante exclusivo Cara de Vaca, localizado no coração de San Pedro, tornou-se palco de uma tragédia que abalou a Colonia Del Valle. As chamas, como cobras vorazes, emergiram das entranhas da cozinha, erguendo suas cristas de fogo até cinco metros de altura, rasgando o telhado do local como se fosse papel.

Uma batalha contra o fogo

Os bravos membros do Rescate 911 e dos Bombeiros de New León travaram uma luta épica contra as chamas, que ameaçavam devorar tudo em seu caminho. O silêncio da noite foi quebrado pelo barulho das mangueiras e gritos de coordenação, enquanto a fumaça tornava o céu de um cinza sinistro. Depois de uma luta acirrada, o fogo foi finalmente controlado, deixando um mistério: o que causou essa tragédia?

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O local, então fechado e desabitado, evitou uma grande catástrofe, mas as dúvidas persistem. As autoridades avançam que só um relatório pericial exaustivo poderá revelar a verdade escondida entre as cinzas. Enquanto isso, a comunidade se pergunta se o destino lhes dará uma segunda chance ou se este acidente marcará o fim de um ícone gastronômico.

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Incendio en restaurante Cara de Vaca en San Pedro

Os EUA reconhecem a origem das armas apreendidas no México: Sheinbaum

Sheinbaum afirma que os EUA reconhecem que 75% das armas apreendidas no México provêm do seu território.

Reconhecimento bilateral do tráfico de armas

A presidente Claudia Sheinbaum informou que o governo dos Estados Unidos aceitou formalmente que a maioria das armas apreendidas no México provém do seu território. Este reconhecimento, observou ele, reforça a necessidade de acabar com o tráfico ilegal como uma prioridade na cooperação em segurança.

“Eles já reconheceram isso. E no entendimento que temos, agora com o governo do presidente Trump, reconhecem que algo fundamental é apreender as armas que chegam ao México”, declarou Sheinbaum.

O principal dado foi fornecido pelo Departamento de Justiça dos EUA antes do final da administração de Joe Biden: cerca de 75% das armas apreendidas em território mexicano têm origem na União Americana.

Contencioso cível e avanços na fase probatória

O secretário de Relações Exteriores, Roberto Velasco, confirmou que o processo civil que o México mantém contra fabricantes e distribuidores de armas nos Estados Unidos continua ativo. Está atualmente na fase de descoberta, apesar de outros litígios anteriores terem sido rejeitados pelos tribunais dos EUA.

“Essa demanda continua. Vamos acompanhá-la e estamos empenhados em garantir que esta fase corra bem”, disse Velasco.

Ações concretas na fronteira

Velasco explicou que o combate ao tráfico de armas também é abordado nas mesas de coordenação bilateral. Os Estados Unidos intensificaram as ações para detectar armas e munições na sua zona fronteiriça.

Além disso, o México tem acesso direto ao sistema de rastreamento eTrace do ATF, que permite identificar a origem das armas apreendidas. Segundo dados dessa plataforma, aproximadamente 70% das armas apreendidas e rastreadas vêm de lojas ou distribuidores de armas americanos.

A chanceler destacou ainda uma operação recente nos Estados Unidos que garantiu um carregamento de armas com destino à fronteira mexicana, incluindo detidos. Isto reflecte uma maior cooperação para conter o fluxo de arsenal para o país.

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Prisão preventiva de ex-diretor da Pemex por violência doméstica

Vídeo mostra espancamento do ex-diretor da Pemex na esposa na frente da filha.

A Procuradoria Geral do Estado de Morelos obteve a prisão preventiva de Víctor Rodríguez Padilla, ex-diretor da Pemex. Ficou demonstrado o risco que representa para sua esposa, a engenheira cubana María Felicia Jiménez Lavie. O ataque ocorreu em março passado, numa casa de fim de semana em Club Country, município de Emiliano Zapata.

Detalhes do ataque

O ataque foi registrado em vídeo. Nas imagens é possível ver uma menor correndo para fora da sala enquanto o pai espanca a mãe com extrema violência. Durante a audiência, a defesa pediu prisão domiciliar, argumentando que o ex-funcionário tem 69 anos e sofre de um tumor maligno na próstata. No entanto, a juíza Consuelo Adriana Carrera destacou que o princípio da excepcionalidade se aplica a partir dos 70 anos. Além disso, Rodríguez Padilla não possui casa em Morelos e representa um risco para sua esposa e filha, segundo o Ministério Público do Centro de Justiça da Mulher.

O Ministério Público relatou dois episódios violentos. A primeira ocorreu em junho de 2022, três anos depois de o casal se casar em Coyoacán. Na ocasião, Rodríguez enfiou uma caneta no braço esquerdo de María Felicia. Ela tentou abandoná-lo, mas ele ameaçou denunciá-la por rapto de criança e deportá-la para Cuba.

O segundo ataque ocorreu em março deste ano, numa casa do loteamento Paraíso Country Club. Tudo começou quando María Felicia recebeu um telefonema e confrontou o marido sobre um relacionamento amoroso com uma secretária. A resposta do ex-funcionário foi atacá-la fisicamente. No vídeo projetado no tribunal você pode ver como ele bate nas costelas dela, a subjuga pelas mãos, puxa seus cabelos e a joga no chão repetidamente, tudo na frente da filha.

O Centro de Justiça Feminina da FGE informou que possui dois processos de investigação contra Víctor Rodríguez Padilla.

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Segurança federal nega operação para esconder Rocha Moya

Gabinete de Segurança nega versões de suposta proteção de Rocha Moya.

Negação oficial

O Gabinete de Segurança federal rejeitou versões de uma suposta operação para mudar de local e ocultar o governador com licença de Sinaloa, Rubén Rocha Moya. A acusação surgiu depois de os Estados Unidos solicitarem a sua prisão e extradição por alegadas ligações ao Cartel de Sinaloa.

Por meio de carta esclarecedora, as instituições que compõem o gabinete – Defesa, Marinha, FGR, Guarda Nacional e SSPC – qualificaram a informação publicada em 9 de julho no EL UNIVERSAL como “absolutamente falsa”.

Negaram que Rocha Moya esteja protegido pelo Exército em instalações militares. Também rejeitaram qualquer ação do Governo do México para proteger ou ocultar pessoas de investigações por parte de autoridades nacionais ou estrangeiras.

“No governo do México ninguém está protegido”, destacou a declaração.

O gabinete sublinhou que a política de impunidade zero é aplicada sem distinção de cargos, filiações políticas ou relações pessoais. Ele garantiu que os resultados são públicos e verificáveis.

A posição oficial busca esclarecer dúvidas sobre o caso, que mantém o ex-presidente sinaloense na mira diante do pedido de extradição dos Estados Unidos.

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