Skype fecha após 23 anos revolucionando a comunicação digital

A era digital chega ao fim quando o pioneiro das videochamadas fecha após revolucionar a conexão global.

O adeus de um ícone tecnológico que mudou a forma como nos conectamos

Amigos digitais! Hoje temos que dizer adeus a uma lenda que transformou para sempre a comunicação humana: o Skype, a plataforma que nos ensinou o poder das videochamadas, fecha oficialmente após 23 anos de inovação. Você se lembra da emoção da sua primeira teleconferência? Foi pura magia!

A Microsoft, sua atual proprietária, deu aos usuários apenas 24 horas para resgatar seus contatos e históricos. Mas isso não é um fim, é um novo começo: todos os dados podem ser migrados automaticamente para o Teams, seu sucessor natural. A evolução continua seu curso!

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Lições de resiliência de um gigante da tecnologia

Desde o seu lançamento em 2003, o Skype provou que grandes ideias podem nascer em qualquer lugar (até mesmo em Luxemburgo!). Foi a primeira plataforma a oferecer ligações gratuitas entre computadores e depois surpreendeu o mundo ao adicionar vídeo. Imagine: em 2005, quando o Facebook valia 100 milhões de dólares, o eBay pagou 2,6 mil milhões de dólares por esta joia digital. Essa é a visão do futuro!

Você sabia que durante a pandemia, o Skype passou por um renascimento épico? Com 40 milhões de ligações diárias (70% a mais que em fevereiro de 2020!), mostrou que os clássicos nunca saem de moda. Embora o Zoom e o Teams tenham chegado posteriormente, o Skype já havia escrito seu nome na história.

Reflexão motivacional: assim como o Skype, todos nós enfrentamos momentos de reinvenção. O importante não é quanto tempo você dura, mas quantas vidas você transforma. Este encerramento não apaga suas conquistas!

O futuro é brilhante para a comunicação digital

Ao guardarmos nossas memórias do Skype (quem não teve uma videochamada desajeitada com a vovó?), vamos comemorar que hoje temos mais opções do que nunca: do Teams ao Meet, todas as plataformas herdaram algo deste pioneiro. A conexão humana continua quebrando barreiras!

Apelo à ação: Esta história de inovação empolgou você? Compartilhe com alguém que já usou o Skype! E se quiser mais conteúdo sobre como a tecnologia transforma nossas vidas, explore nossas publicações. O progresso não para!

Lembre-se: todo final é a semente de um novo começo. Que invenção revolucionária você criará? O mundo está esperando pelo seu brilho!

#InnovationThatInspires #TechnologyWithPurpose

Internet via satélite, a aposta para acabar com a exclusão digital no México

A geografia mexicana limita a implantação de fibra, mas os satélites de órbita baixa estão a emergir como uma alternativa.

Internet via satélite como solução para a exclusão digital no México

Montanhas, selvas e desertos fazem do México um dos países com orografia mais complexa da América Latina. Levar fibra ótica a comunidades isoladas implica um investimento difícil de recuperar com poucos utilizadores. Como resultado, um em cada cinco agregados familiares ainda não tem acesso à Internet ou recebe serviços de má qualidade.

Diante desse cenário, a internet via satélite de órbita baixa (LEO) surge como uma alternativa estratégica. “A implantação de infraestrutura física no México é cara devido à geografia. Em muitos casos, a internet via satélite representa a opção mais viável para conectar áreas onde a fibra não alcançará no curto prazo”, explica Ernesto Piedras, diretor do CIU. Empresas como a Starlink, com mais de 10,3 mil satélites ativos, já operam no país. Desde maio de 2021, obteve concessão e fechou 2024 com 160.631 assinaturas, tornando o México seu segundo mercado latino-americano, atrás apenas do Brasil. A Starlink assinou contratos com a CFE Telecomunicaciones de até 1.556 milhões de pesos para conectar comunidades remotas.

No entanto, o custo continua a ser uma barreira. Enquanto um plano de fibra óptica custa em média 544 pesos por mês, a internet via satélite custa a partir de 899 pesos, mais equipamentos e instalação. “Comercialmente ainda não é tão viável porque ainda é mais caro e exige a compra de uma antena cujo preço continua elevado”, afirma Fernando Esquivel, do The CIU. O serviço faz sentido económico quando é partilhado entre comunidades ou empresas e com o apoio de políticas públicas.

Os especialistas concordam que esta tecnologia não substituirá a fibra óptica, mas sim complementá-la. “Os serviços terrestres são mais rápidos e têm menor latência. A comunicação via satélite atinge áreas que a internet fixa não alcançaria”, afirma Hugo Simg, da MediaTek. A implantação também requer regulamentação e coordenação entre governos e empresas. A corrida para ligar o México já não é travada apenas no subsolo, mas a partir do espaço, onde uma nova geração de satélites promete reduzir a exclusão digital que mantém milhões de pessoas fora do mundo digital.

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Bancos se preparam para controles faciais biométricos em outubro

Os bancos afirmam estar prontos para a biometria facial nas agências desde outubro.

As principais instituições bancárias do país afirmam estar preparadas para a nova regulamentação sobre controlos biométricos faciais na abertura de contas, que entrará em vigor no próximo mês de Outubro.

O que os bancos declararam?

Marcos Ramírez, diretor geral do Grupo Financiero Banorte, destacou que a instituição tem avançado no reforço da identificação e segurança de seus usuários. “Estamos dentro do prazo e da forma com tudo o que está estabelecido na lei e um pouco à frente, com os limites prudenciais da lei”, indicou.

Estas medidas reforçarão o controlo sobre a identificação do cliente. Desde 2018, por regulamentação, a biometria de impressão digital já é exigida para abertura de contas.

Detalhes da implementação

No dia 1 de julho, a Comissão Nacional Bancária e de Valores Mobiliários (CNBV) incorporou a biometria facial no regulamento da banca múltipla na identificação e autenticação de clientes. As instituições que optarem por este mecanismo deverão cumprir requisitos técnicos, operacionais e de segurança.

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IA detecta câncer de mama com 90% de precisão

Um modelo autônomo analisa termografias e classifica tecidos sem intervenção humana.

Um modelo de inteligência artificial desenvolvido por Raúl Castro Ortega, pesquisador da Universidade Politécnica de Tulancingo, consegue identificar o câncer de mama com uma precisão de 90%. Os resultados foram apresentados durante o Congresso Internacional SPIE Photonics Europe 2026, em Estrasburgo, França.

Como funciona o sistema

O sistema utiliza redes neurais convolucionais com mecanismos de atenção para analisar termografias mamárias. Diferentemente dos métodos tradicionais, o modelo aprende de forma autônoma os padrões dos tecidos saudáveis ​​e doentes, sem que um especialista defina previamente as características das imagens. Isso reduz o tempo de processamento e melhora a consistência dos resultados.

O estudo, intitulado “Análise de termografia mamária usando redes neurais convolucionais com mecanismos de atenção”, usa um algoritmo baseado na equação de difusão de calor. Esta abordagem concentra a análise nas regiões de interesse do termograma e classifica tecidos com altos níveis de sensibilidade e especificidade.

Impacto na detecção precoce

A precisão alcançada representa um avanço significativo para a detecção precoce do cancro da mama, o que pode melhorar as taxas de sobrevivência e facilitar o tratamento atempado. A pesquisadora destacou que o sistema não substitui o especialista, mas funciona como ferramenta de apoio para diagnósticos mais rápidos e consistentes.

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