Sabrina Carpenter estrela remake musical de Alice

A cantora e atriz mergulha na toca do coelho em um projeto que redefine sua carreira e reinventa um clássico atemporal.

Uma descida épica pela toca do coelho

O mundo do entretenimento é abalado por um anúncio que promete redefinir a fantasia cinematográfica. Sabrina Carpenter, a estrela cujo nome ressoa nos confins da música e da atuação, não apenas se aventurará na toca do coelho, mas também assumirá as rédeas da produção para uma reinterpretação musical da história imortal de Lewis Carroll, “Alice no País das Maravilhas”. Sob a poderosa asa da Universal Pictures, este projeto não é uma simples adaptação; É a consagração de Carpenter como uma força criativa imparável, um sonho pessoal que ela mesma apresentou ao estúdio com a paixão de quem conhece cada recanto desse mundo absurdo e maravilhoso.

A direção cabe à brilhante Lorene Scafaria, a idealizadora de “Hustlers”, que irá tecer essa fantasia com sua visão única. Ao seu lado, um titã da produção, Marc Platt

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A transformação de uma estrela

A jornada de Sabrina Annlynn Carpenter de Quakertown, Pensilvânia, ao coração de Hollywood é uma saga de talentos incansáveis. A querida protagonista da série “Girl Meets World” do Disney Channel evoluiu para uma artista multifacetada, uma cantora e compositora cuja carreira musical, iniciada em 2014, explorou com ousadia os gêneros pop, dance, trap e até R&B. Sua ascensão ao auge do reconhecimento global foi catapultada pela abertura para Taylor Swift na The Eras Tour, um dos shows mais colossais da história recente, e com seu icônico single “Skin” marcando sua primeira incursão na prestigiosa parada Billboard Hot 100.

Mas a sua ambição não conhece limites. Sua incursão no teatro com sua estreia na Broadway em “Meninas Malvadas” e seu acúmulo de prêmios, incluindo o Radio Disney Music Awards, foram apenas o prelúdio para este capítulo definitivo. Agora, mergulhar no País das Maravilhas não é apenas mais um papel; É a personificação de um legado, a oportunidade de infundir a sua essência num clássico intemporal e dar-lhe uma visão contemporânea e vibrante. A história manterá o seu núcleo fantástico e surreal, mas a música e a perspectiva moderna irão transformá-la numa experiência completamente nova, uma miragem sonora que reflectirá a genialidade do seu protagonista.

Este projeto é mais que um filme; é uma prova do crescimento profissional de uma artista que ousa se reinventar e desafiar expectativas. O mundo espera, com o coração na boca, para ver como Sabrina Carpenter dará vida a este sonho, unindo a sua voz e a sua visão para criar um momento cultural indelével. A toca do coelho o aguarda e, desta vez, quem descer será o protagonista e o criador do feitiço.

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Renny Harlin e Aislinn Derbez: as estreias da semana

Tubarões e drama mexicano chegam ao outdoor após o fim do futebol.

Depois de quase um mês de jogos de futebol, o público volta aos cinemas com duas propostas opostas: uma de tubarões com cunho de ação e outra de drama mexicano.

Impacto mortal: tubarões e sobrevivência em alto mar

Um voo de Los Angeles para Xangai apresenta defeito e cai no oceano. Os sobreviventes ficam presos nos destroços enquanto tubarões cercam a área. A fuselagem afunda e eles devem decidir se arriscam na água ou esperam lá dentro.

Renny Harlin, que já demonstrou seu talento em Deep Alert e High Speed, dirige este filme. O elenco inclui Ben Kingsley, Aaron Eckhart, Lucy Barrett e Molly Belle Wright. Gene Simmons, fundador do Kiss, é produtor e focado na sonoplastia do acidente.

“Harlin recupera parte de seu antigo vigor na vertiginosa aceleração da violência”, observa o The Hollywood Reporter.

“É um filme sólido e divertido sobre um avião que colide com tubarões. Está muito mais acima na cadeia alimentar do que deveria estar”, acrescenta IndieWire.

Até o fim do mundo: drama profundo com ex-parceiro

Aislinn Derbez e Mauricio Ochmann dividem novamente o set, desta vez em um drama distante da comédia que os tornou famosos em A la mala. A história, que Derbez promoveu durante quase uma década, aborda uma doença grave e um relacionamento amoroso complexo.

A atriz fez terapia antes de concordar em filmar com Ochmann, seu ex-companheiro e pai de sua filha. O filme começa em 1975 e termina dez anos depois. É o filme de estreia de Emiliano Castro Vizcarra.

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Cecilia Suárez é homenageada no GIFF após incidente

Um fotógrafo caiu no palco pouco antes de a atriz receber seu prêmio.

Homenagem com susto

“Em primeiro lugar, gostaria de saber se a pessoa que caiu está bem”, disse Cecilia Suárez ao pegar o microfone no Teatro Juárez. A atriz se referia a um fotógrafo que caiu acidentalmente no fosso do palco de uma altura de cerca de dois metros. Relatórios oficiais confirmaram que ele não sofreu ferimentos.

A noite, porém, foi de celebração. Suárez recebeu a Cruz de Prata da Filmoteca da UNAM, prêmio feito com restos de metal da revelação do filme. Hugo Villa, diretor da Cinemateca, brincou: “Podem te dar 8 mil pesos por isso”.

A atriz de Tampico chegou acompanhada do filho, a quem reconheceu como o seu motor de vida. Ela aceitou que a maternidade torna as mulheres cafonas, lembrando de María Félix:

“Tende-se a pensar que quando se recebe uma homenagem é preciso ter uma certa idade, e tendo a me considerar muito mais jovem do que realmente sou. A trajetória de uma atriz não pode ser compreendida sem esforço coletivo.”

Como ativista, ela levantou a voz em defesa das mulheres, inclusive na ONU. Considerou que em tempos turbulentos só o esforço coletivo ajudará a avançar.

Também falaram no evento Irene Azuela, que confessou que no início teve medo de dividir o cenário com ela, mas uma brincadeira a acalmou, e Ernesto Contreras, seu diretor em Párpados azul e Las Oscuras Primaveras.

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Cecilia Suárez: “Gastei milhões de pesos em terapia”

A atriz mexicana revela seu investimento em terapias e técnicas como a psicomagia para se proteger emocionalmente.

Cecilia Suárez, conhecida por “A Casa das Flores” e “Sexo, Modéstia e Lágrimas”, falou abertamente sobre o custo emocional de seu trabalho. Durante uma master class no Festival Internacional de Cinema de Guanajuato (GIFF), onde recebeu uma homenagem nacional, confessou: “Milhões de pesos gastos em terapia e muitas horas de autorreflexão”.

A atriz destacou que o trabalho de atuação exige uma revisão constante de quem se é e quais ferramentas cada personagem utiliza. Para “curar” após atuações intensas, recorreu a diversas técnicas. A mais recente é a psicomágica, criada por Alejandro Jodorowsky, que funde teatro, ritos xamânicos e psicanálise.

“Acredita-se que depois de um certo tempo isso não acontecerá mais, mas não é o caso. A última coisa foi a psicomágica para me proteger nas funções e ficar em um lugar estável”, disse ele.

Teatro, o rei do seu coração

Embora trabalhe em cinema, televisão e teatro, Suárez deixou claro qual é o seu preferido. Ele brincou com a diretora do GIFF, Sarah Hoch: “Com licença, Sarah. A interpretação tem sua sede lá, ainda é a prova de fogo dos atores; lá não temos tomada 2 ou 3, não tem truques e é isso que me fascina.”

Relativamente às novas gerações, considerou que estas sentem angústia durante os intervalos, quando deveriam estar a usufruí-los.

Sete anos na Espanha, mas sempre no México

Morando na Espanha há sete anos, Suárez garante que continua acompanhando seu país. “Ele está presente todos os dias, lendo notícias, conversando, comendo comida mexicana em casa; há uma certa saudade de estar aqui ou voltar em algum momento”.

Ele considera que viver no exílio voluntário é enriquecedor: “Descobri parte da minha história familiar e reconheci em mim parte do país. Temos líderes que insistem em dividir em vez de gerar uma sinergia que nos enriqueça mais”.

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