Royal Birkdale impõe sua lei no British Open

Royal Birkdale desafia os golfistas com condições firmes e rápidas no 154º British Open.

Uma rota que requer controle

Royal Birkdale dá as boas-vindas ao golfe mundial com um campo que recompensa o controle de trajetória. A distância não é o único fator: o salto imprevisível na grama firme define o jogo.

“Você não pode cronometrar cada panela perfeitamente”, disse Justin Rose. “Mas você tem que aceitar a natureza de um curso de links. Haverá bons e maus saltos. Basta continuar jogando com um pouco de liberdade e criatividade.”

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O 154º British Open começa na quinta-feira em Southport. A previsão prevê sol quente e céu limpo, algo incomum. “Esta é a primeira previsão que me lembro de ter visto que não choveu durante toda a semana”, disse o atual campeão Scottie Scheffler.

Mudança de condições

Rory McIlroy visitou o campo há algumas semanas e o viu mais verde. Agora o áspero está mais seco. “É uma faca de dois gumes”, disse ele. “O áspero foi mais punitivo há duas semanas. Queimou bastante.”

O design inclui buracos redesenhados, como o quinto de 321 jardas, agora sem tiros cegos. O vento sopra de outra direção, o que muda a estratégia em vários buracos.

Scheffler pretende ser o primeiro vencedor consecutivo desde Padraig Harrington em 2007-2008. Ele devolveu o jarro de clarete na terça-feira; No domingo será coroado o novo “Golfista Campeão do Ano”.

“A bola vai rolar para sempre”, resumiu Scheffler. O British Open encerra a grande temporada com seu estilo único: seco, firme, imprevisível.

Argentina dá a volta por cima e Inglaterra fica fora da Copa do Mundo de 2026

A Argentina volta contra a Inglaterra e avança à final da Copa do Mundo de 2026.

Não houve ‘Mão de Deus’ desta vez. A Argentina não precisava disso. Foram os pés de Lionel Messi e o espírito de equipe que os mantiveram a um passo do bicampeonato.

Perdendo por 1 a 0 aos 85 minutos, a Albiceleste reagiu e venceu a Inglaterra por 2 a 1. Messi deu duas assistências: primeiro para Enzo Fernández, depois para Lautaro Martínez.

“Eu disse ao Alexis que ia marcar um gol. Dependia de mim. Enzo marcou um golaço”, disse Martínez. “Esta equipe continua mostrando do que é feita.”

Ao soar o apito final, Messi caiu de joelhos.

“Este grupo é incrível, fomos procurá-los novamente quando as coisas pioraram”, disse Messi.

Caminho para a final

A Argentina buscará seu quarto título contra a Espanha no domingo, em East Rutherford, Nova Jersey. Será a Finalíssima entre os campeões da Copa América e da Eurocopa, cancelada anteriormente devido à guerra no Oriente Médio.

“Estamos novamente numa final, duas finais consecutivas, é impressionante”, disse Messi.

A partida

Anthony Gordon colocou a Inglaterra na frente aos 55 minutos. A Argentina pressionou com tudo. Fernández empatou com um chute de pé direito de fora da área aos 85’. Lautaro marcou o gol da vitória de cabeça no segundo minuto dos descontos.

“Somos únicos, essas pessoas hoje nos levaram a vencer esta partida”, declarou Scaloni.

Segundo as estatísticas, entre o gol de Gordon e o de Lautaro, a posse de bola foi de 88 a 12 a favor da Argentina.

Lado inglês

Harry Kane, visivelmente afetado, declarou:

“Estou arrasado pela equipe. Trabalhamos muito. Ficar aquém é devastador.”

Thomas Tuchel, técnico da Inglaterra, foi criticado pelas mudanças defensivas após o 1-0.

A Argentina continua fazendo história. Messi, aos 39 anos, está a uma vitória de consolidar o seu legado como o melhor de todos os tempos.

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Paixão argentina colore Atlanta na semifinal da Copa do Mundo

O fervor da torcida albiceleste transformou o estádio em uma festa inesquecível.

Uma maré albiceleste em Atlanta

A torcida argentina foi mais uma vez a protagonista. Na semifinal da Copa do Mundo, a torcida albiceleste fez do Estádio Mercedes-Benz um pedaço de Buenos Aires. Eles cantaram sem pausa e incentivaram seu time durante os 90 minutos.

Aos 85′, Enzo Fernández empatou após passe de Lionel Messi. A reação foi imediata: água, copos e garrafas voaram das arquibancadas. Em seguida, Lautaro Martínez fez 2 a 1 sobre a Inglaterra. A comemoração estendeu-se muito além do apito final.

Messi, Fernández e outros jogadores andavam pelo campo sem camisa, encharcados do clima festivo. Ninguém queria ir embora. Scaloni, à beira das lágrimas, declarou:

“Somos únicos, realmente, e isso não é arrogância, né? É coração. Essas pessoas hoje nos levaram a vencer o jogo, então estou grato.”

Até que os seguranças orientaram os torcedores em direção às saídas, o fervor não parou.

Paixão que transcende

Gastón Reinoso, argentino residente em Houston, viajou a Atlanta para o jogo. Ele explicou:

“É muito difícil explicar a paixão. Quando você é argentino, você sente o futebol como uma religião. Isso pode ser tudo. As pessoas se esquecem da religião, da política, de tudo. Todos estão unidos.”

A Argentina não teve um início de torneio brilhante, mas os torcedores nunca vacilaram. A equipe repetiu a reviravolta que já havia conseguido contra o Egito, no dia 7 de julho. Nesta ocasião, dois gols nos minutos finais selaram o passe.

Quando a água caiu das arquibancadas, Reinoso sentiu como “um jato de Deus, do céu. Comecei a chorar”.

Agora, a final de domingo em East Rutherford, Nova Jersey, contra a Espanha. Sem dúvida, as arquibancadas voltarão a ser tingidas de azul e branco.

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Søren Wærenskjold vence a etapa mais rápida do Tour de France

O norueguês passou do último ao primeiro lugar num dia histórico para a competição.

Recorde de velocidade no Tour

O ciclista norueguês Søren Wærenskjold, de 26 anos, conquistou a vitória na etapa 11 do Tour de France, a mais rápida da história da prova. A viagem de 161,3 km entre Vichy e Nevers foi concluída a uma velocidade média de 50,9 km/h.

Wærenskjold venceu Olav Kooij e Jasper Philipsen, entre outros, em uma corrida acirrada. Tadej Pogacar, líder geral, chegou ao lado de Jonas Vingegaard e mantém a vantagem de mais de três minutos e meio.

O piloto da Uno-X Mobility confessou sua surpresa:

“Significa tudo, é minha maior vitória até agora. Eu sabia que havia dois ou três caras mais rápidos que eu, mas se eu tiver sorte e fizer um bom sprint, é possível.”

Wærenskjold terminou em último na etapa anterior após uma queda nas montanhas. No início desta quarta-feira, ele solicitou atendimento médico para a mão direita. Sua recuperação foi completa.

“Às vezes estou muito confiante, mas outras vezes me sinto exausto e acho que é impossível vencer aqui. É uma loucura que isso tenha acontecido hoje.”

Escape e resultado

Mathieu van der Poel e Valentin Paret-Peintre atacaram desde o início. Julian Alaphilippe, Mathis Le Berre, Nelson Oliveira e Anthon Charmig escaparam então, com vantagem de 1:15 faltando 100 km para o fim. Alaphilippe ficou na Côte de Billy-Chevannes. Os três líderes foram pegos faltando 5,5 km.

O pelotão se preparou para o sprint. Wærenskjold, bem posicionado, reagiu primeiro. Ele comparou a sensação à sua vitória no Omloop het Nieuwsblad:

“Achei que estava muito atrás, mas abriu do lado direito. Incrível.”

O Tour continua esta quinta-feira com uma nova etapa.

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