Poucos dias antes do início da Copa do Mundo de 2026, o chefe da Agência Federal de Defesa do Consumidor (Profeco), César Iván Escalante Ruiz, informou que a agência prestou mais de 200 serviços relacionados ao torneio. As principais dúvidas concentram-se na compra de ingressos, download de aplicativos e possíveis fraudes.
Atenção nas três sedes da Copa do Mundo
Nove casos foram atendidos no módulo Estádio da Cidade do México. Entre eles, uma denúncia por possível fraude na compra de ingresso de revenda e oito consultorias para ajudar o torcedor a baixar o aplicativo necessário para visualizar seus ingressos.
Em Monterrey foram registradas 10 atenções: duas para realocações de pessoas com deficiência, uma denúncia de fraude encaminhada ao Ministério Público e sete apoios com download de aplicativos.
Em Guadalajara, as intervenções visaram principalmente orientar os participantes sobre o processo de visualização dos ingressos digitais. Escalante explicou:
“O que aconteceu é que as pessoas compraram os ingressos, mas não tinham baixado o aplicativo. Então foram orientadas até lá para poder fazer isso.”
Em nível nacional, os escritórios da Profeco realizaram 124 atendimentos relacionados à Copa do Mundo, para dirimir dúvidas sobre direitos do consumidor e encaminhamentos a outras autoridades. Além disso, a Telefone do Consumidor recebeu 114 ligações com denúncias de cobranças indevidas, falta de informação e serviços deficientes.
O responsável garantiu que a Procuradoria-Geral da República vai manter presença na sede e em pontos estratégicos como aeroportos e zonas de festivais para adeptos. “Vamos continuar com a nossa presença em cada um destes locais”, afirmou, reiterando o objectivo de proteger os direitos do consumidor durante o evento desportivo.




