Profeco denuncia pressão de deputados para salvar postos irregulares

O chefe da Profeco revela como alguns legisladores tentam proteger empresas com práticas questionáveis.

Quando os deputados fazem o papel de “salvadores” (mas apenas dos seus camaradas)

Imagine isto: Iván Escalante, o chefe da Profeco, no meio de uma reunião com a Comissão do Trabalho, lança a bomba: “Oh, deputados, parem de agir como ‘advogados’ em postos de gasolina corruptos”. Sim, como se fossem influenciadores pedindo desconto em um restaurante, mas com o poder do assento na mão. O cenário é digno de um reality show: políticos morenoístas pedindo “mediação” para empresários que, surpresa, acabam tendo mangueiras que não fornecem litros completos (ou seja, roubando como em tempos de quarentena).

“Não intervenha se você não sabe”: O meme vivo do Profeco

Escalante, com a paciência de uma professora de jardim de infância em dia de recreio, pediu aos legisladores que não se envolvessem se não conhecessem os antecedentes. “Quando há injustiça, eu ajo”, ele disse, como se fosse o herói de uma novela anticorrupção. Mas aqui está a reviravolta na história: a própria Claudia Sheinbaum deu-lhe luz verde para fechar o que quer que fosse, mesmo que os deputados chorassem com ele no WhatsApp. “O presidente nunca me disse ‘não faça o seu trabalho'”, disse ele, deixando claro que alguns colegas do partido parecem mais preocupados em salvar os hotéis fifi com baratas do que com o consumidor.

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E por falar em hotéis… que tal aquelas quatro morenas de alto nível (sem nomes, porque é para isso que serve o *mistério*) ligaram para evitar o fechamento de um lugar com preços VIP no Coachella mas com higiene de barraca de rua? Escalante contou isso com o drama de um tópico no Twitter: “Até meia hora depois de colocar os selos, fui inundado de ligações… mas liguei para a patroa e ela me disse: ‘Vamos, o trabalho é seu.'” Spoiler: o hotel acabou fechado por seis dias e pagando multa, como quando pegam você entrando furtivamente no metrô.

Postos de gasolina e registros que “desaparecem” (até sair a foto)

O momento mais viral foi quando um representante alegou que os funcionários da Profeco “abusaram” em uma avaliação. Resultado: o relatório foi assinado por Guadalupe Morales (sim, a mesma que disse não ter recebido nada), com foto e horário incluídos. “Não pode ser, amigo”, Escalante deve ter pensado, enquanto preparava a captura de tela para o grupo de bate-papo. Entre isso e as 250 mangueiras imobilizadas em 18 estados, fica claro que a questão não é apenas sobre “erros técnicos”, mas sobre uma rede que usa contatos políticos como escudo.

Moral milenar: Se o seu posto de gasolina vende ar em vez de litros cheios, é melhor não invocar seus camaradas deputados… porque o Profeco vem com evidências e até stories do Instagram. E se você é um hotel fifi, contrate um exterminador antes de um lobista.

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Morena acusa oposição de negociar unidade para migrantes falecidos

Ariadna Montiel pede que os interesses nacionais tenham precedência sobre as diferenças partidárias.

Morena exige unidade diante da morte de compatriotas

A presidente nacional do Morena, Ariadna Montiel Reyes, acusou os partidos da oposição de “negociar” a unidade do México diante dos casos de 17 compatriotas que morreram sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE).

Durante uma conferência de imprensa, o líder morenoista destacou que o apelo para cerrar fileiras para exigir respostas do governo dos EUA deve estar acima das diferenças partidárias e ideológicas. Considerou que se trata da defesa dos direitos dos mexicanos no exterior.

Montiel Reyes afirmou que a posição da oposição reflete a falta de compromisso com o país. Ele descreveu como “mesquinho” que alguns líderes não apoiem totalmente o apelo à unidade feito pela Presidente Claudia Sheinbaum para resolver casos de alegados abusos contra migrantes mexicanos.

O dirigente do Morena sustentou que a protecção dos concidadãos deve ser uma questão prioritária para todas as forças políticas. Ele apelou à colocação dos interesses nacionais acima das disputas partidárias.

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Secretaria da Mulher mantém apoio à esposa do ex-diretor da Pemex

Governo oferece atendimento integral à esposa do ex-diretor da Pemex que está sendo julgada por violência.

Apoio permanente da Secretaria da Mulher

A Secretaria da Mulher informou que continuará prestando atendimento integral, aconselhamento e apoio psicossocial a María Felicia Jiménez, esposa do ex-diretor da Petróleos Mexicanos, Víctor Rodríguez Padilla. O apoio será mantido caso ela o solicite, no âmbito do processo judicial que enfrenta por alegada violência familiar.

Em comunicado, a agência esclareceu que qualquer apoio será concedido com total respeito à vontade, autonomia e dignidade do Dr. Reiterou também o seu compromisso de ajudar as mulheres que vivenciam situações de violência através de mecanismos de proteção especializados.

Decisão de não comparecer à audiência

A declaração ocorreu depois que María Felicia Jiménez informou que não compareceria à audiência marcada para ratificar o indulto concedido ao seu marido. Argumentou que enfrenta um forte cerco mediático e procura proteger a sua privacidade e a dos seus filhos, especialmente a do seu filho menor.

As autoridades mantêm aberta a possibilidade de a vítima aceder aos serviços quando considerarem necessário. O caso chamou a atenção do público devido aos vínculos de poder dos envolvidos, embora a Secretaria garanta que suas ações se baseiam em critérios técnicos e de direitos humanos.

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Ulises Lara deixa a FGR; alega razões pessoais

Porta-voz da FGR deixou o cargo seis meses depois de assumi-la. Fontes apontam para motivos pessoais.

Mudanças no FGR

Ulises Lara López deixou a titularidade da Procuradoria Especial de Investigação de Assuntos Relevantes e a porta-voz da Procuradoria-Geral da República (FGR). Isso foi relatado por fontes federais. Sua saída ocorreu apenas seis meses após a posse.

Segundo as fontes consultadas, a separação ocorreu por motivos pessoais. As causas específicas não foram detalhadas.

Lara López foi nomeada em janeiro de 2026 pela procuradora-geral Ernestina Godoy Ramos. Chefiou a área de Assuntos Relevantes e atuou como porta-voz da instituição. Anteriormente, colaborou com Godoy Ramos na Procuradoria Geral da Cidade do México, onde ocupou diversos cargos. Após a nomeação, agradeceu a confiança e garantiu que continuará trabalhando pela justiça.

Durante a gestão do ex-procurador Alejandro Gertz Manero, Lara López integrou a estrutura da FGR como delegada estadual em Morelos. A partir daí participou de tarefas relacionadas às investigações federais.

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