Pato Merlín consegue registro de marca no IMPI

Merlin Duck recebe registro oficial de marca no México.

Registro oficial do Pato Merlin

Merlin Duck, conhecido personagem das redes sociais, já possui registro de marca no México. O Ministério da Economia e o Instituto Mexicano de Propriedade Industrial (IMPI) concederam proteção à sua proprietária, Karla Ivette Gómez López.

A candidatura foi apresentada no dia 22 de junho através do sistema Marcanet. Os números de registo são 3646513 e 3646554. A marca protege serviços de educação, formação, entretenimento, desporto e atividades culturais.

RelacionadoIMPI confirma que a marca Pato Merlín pertence à família Gómez

O secretário de Economia, Marcelo Ebrard, e o diretor geral do IMPI, Vidal Llerenas, entregaram o certificado à família Gómez López. Durante o evento, Ebrard observou:

Todos os pedidos de registro de marca estão sujeitos a um procedimento de análise técnica e jurídica, com o objetivo de garantir segurança, legalidade e transparência na proteção dos direitos de propriedade industrial no México.

Por sua vez, Llerenas explicou que é facto público que o Pato Merlin é o animal de estimação da família de Karla Ivette Gómez, a quem pertence a marca.

O registro foi concedido depois que uma pessoa de Yucatán também apresentou um pedido com o mesmo nome. A autoridade interveio para proteger os direitos da família proprietária.

Com esta ação, o Ministério da Economia e o IMPI reafirmam o seu compromisso em proporcionar segurança jurídica e proteger a criatividade e os ativos intangíveis do país.

Litígio de imigração prejudica relação México-EUA

Especialistas alertam que as denúncias contra os centros de detenção podem gerar consequências para os concidadãos.

Implicações do litígio de imigração

O início de ações legais e civis contra centros de detenção de migrantes nos Estados Unidos poderá prejudicar a relação bilateral. Especialistas alertam que estas denúncias têm poucas chances de sucesso e podem desencadear medidas adversas contra os concidadãos.

A internacionalista Arlene Ramírez Uresti destacou que recorrer ao Departamento de Justiça ou apresentar queixas civis enfrenta um cenário político e jurídico desfavorável. Como alternativa, propôs recorrer à Corte Interamericana de Direitos Humanos. No entanto, reconheceu que o México tem questões pendentes no cuidado dos migrantes e no cumprimento dos compromissos internacionais.

Promover a litigância num contexto político restritivo à migração pode ser contraproducente. Ramírez Uresti afirmou que o confronto com o governo dos EUA limitaria a capacidade de negociação e traria consequências para os mexicanos naquele país.

O cientista político da UNAM, Sebastián Godínez Rivera, concordou que a estratégia jurídica carece de elementos técnicos sólidos. Alertou que, perante um governo como o de Donald Trump, estas ações poderiam fortalecer os argumentos para a adoção de medidas contra o México.

Ambos os especialistas concordam que o actual caminho jurídico oferece poucas garantias. A relação bilateral enfrenta assim uma nova frente de tensão em matéria de imigração.

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Rocha Moya garante que permanece em sua casa em Culiacán

Governador afastado afirma que está em casa há 69 dias desde que foi designado pelos EUA.

O governador licenciado de Sinaloa, Rubén Rocha Moya, afirmou que desde 1º de maio permanece em sua casa em Culiacán. Isso ocorre depois que os Estados Unidos apresentaram acusações contra ele por tráfico de drogas.

Por meio de sua conta X, Rocha Moya indicou que nesta quinta-feira, 9 de julho, completam 69 dias desde que solicitou licença para deixar o cargo. “Fiz isso por convicção de mexicano que confia nas instituições e nas leis de nosso país”, escreveu ele.

“Com o objetivo de que, sem a proteção da jurisdição constitucional inerente ao meu cargo, eu seja investigado integralmente e sem quaisquer restrições pelas autoridades competentes”, acrescentou.

O ex-presidente do estado busca que as investigações avancem sem entraves legais. Até o momento, não há informações sobre o andamento das investigações contra ele.

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Quatro agentes da Guarda Nacional estão ligados a julgamento por sequestro expresso

Quatro agentes da Guarda Nacional estavam ligados a processos de sequestro expresso no aeroporto de Ciudad Juárez.

Quatro elementos da Guarda Nacional estiveram ligados a processos pelo crime de sequestro expresso, após terem sido detidos no aeroporto Abraham González, em Ciudad Juárez, Chihuahua.

Os fatos

Os agentes identificados comoFernando P.R., Horacio De la C.S., Alfredo G.C. e Jesús Gerardo R.A. enfrentam acusações por terem exigido dinheiro de pelo menos cinco pessoas. De acordo com a audiência de fiança, as vítimas apresentaram provas de que os réus as retinham para depositar recursos nas contas bancárias dos próprios elementos.

A juíza Haydee, de Santiago Wong Edges, determinou que os réus permaneçam em prisão preventiva por um período de investigação de três meses.

Reação do governador

A governadora de Chihuahua, María Eugenia Campos Galván, comemorou a resolução judicial e a atuação da própria corporação ao apresentar a denúncia.

“Estou muito satisfeito que tenha havido uma denúncia da Guarda Nacional. Seria importante que em todos os níveis e níveis de governo as nossas forças de segurança se comportassem de acordo com a lei e fizessem o trabalho de servir a população”, declarou Campos Galván.

O caso destaca os esforços de expurgo interno nas forças federais, embora persistam dúvidas sobre a magnitude da conduta irregular dentro da corporação.

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