OpenAI apresenta ChatGPT Work, seu novo agente autônomo de IA

OpenAI lança ChatGPT Work, um agente autônomo que executa tarefas complexas sem supervisão constante.

As empresas de inteligência artificial estão migrando para agentes que executam tarefas de forma autônoma. A OpenAI apresentou o ChatGPT Work, um novo modelo desenvolvido com GPT-5.6 capaz de executar projetos complexos do início ao fim.

Segundo a empresa, esse agente interage com documentos, aplicativos e mantém atividades ativas por horas sem que o usuário esteja na frente do computador.

“O trabalho é alimentado pelo GPT-5.6, nossa mais recente família de modelos de ponta, incluindo nosso novo modelo principal, Sol, junto com Terra, um modelo equilibrado para o trabalho diário, e Luna, nosso modelo mais econômico.”

O que isso permite que você faça?

Diferentemente da versão padrão do ChatGPT, esta edição assume tarefas mais amplas: coletar informações de diversos documentos, montar apresentações executivas, construir planilhas e muito mais.

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O usuário pode acompanhar o andamento do projeto, verificar informações e aprovar cada etapa antes de continuar. De acordo com a OpenAI, esses modelos melhoram o desempenho em pesquisa, análise de dados, programação, redação de documentos e resolução de problemas complexos.

Disponibilidade e fases

A versão desktop será lançada globalmente no Mac e Windows para todos os usuários, incluindo o nível gratuito. Na web e em dispositivos móveis, estará disponível para usuários Pro, Enterprise e Edu; enquanto Plus e Business receberão acesso nos próximos dias.

Os usuários Pro e Enterprise também poderão selecionar o GPT-5.6 Pro para as tarefas mais exigentes. A implementação será em fases, começando pelo desktop e depois expandindo para outras plataformas.

México ocupa 45º lugar em adoção de IA: estudo

Estudo da Accenture e IPADE coloca o país na 45ª posição global. 66% das empresas quase não realizam testes piloto.

O México está na 45ª posição no mundo em preparação para a adoção da inteligência artificial (IA), segundo estudo da Accenture, Empresas Globales e IPADE Business School. O relatório aponta lacunas nas infra-estruturas, na investigação, no ecossistema privado e nos quadros regulamentares.

Adoção empresarial ainda incipiente

Apesar do crescente interesse na IA generativa, a maioria das organizações no México está nos estágios iniciais. Do total de empresas consultadas, 66% permanecem em testes isolados ou pilotos estruturados. Apenas 34,1% integraram ou dimensionaram tecnologia em seus processos.

O estudo – intitulado Oh, oh, oh, AI! – incluiu entrevistas com CEOs e uma pesquisa com executivos de 44 organizações que representam 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. A discussão empresarial já não é se a IA será relevante, mas sim com que rapidez será incorporada nas operações e nas decisões estratégicas.

Impacto e desafios potenciais

A Accenture Research estima que, com uma estratégia centrada nas pessoas, a IA generativa poderia transformar 42% das horas de trabalho no México e contribuir com até 305 mil milhões de dólares para o PIB até 2038.

No entanto, os obstáculos permanecem. Rafael Ramírez de Alba, professor do IPADE, destacou que o país está numa fase decisiva, mas o desenvolvimento depende do fortalecimento das capacidades organizacionais, tecnológicas, regulatórias e de talentos. A análise identifica deficiências na investigação, nas infraestruturas digitais e nas políticas públicas.

A nível corporativo, 43,2% das empresas ainda estão a conceber ou a ajustar a sua estratégia de IA; Apenas 13,8% o integraram ao núcleo do negócio. Na governação corporativa, apenas 36,4% têm um quadro de governação formal totalmente aplicado e 52,3% estão a desenvolvê-lo. Como resultado, 68,2% relatam níveis baixos ou médios de confiança no uso da IA ​​em decisões relevantes. Além disso, apenas 18% dos conselhos de administração compreendem suficientemente os riscos associados.

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Proposta de ‘voto por família’ reacende polêmica sobre esposas profissionais

O estilo de vida tradwife volta à discussão após uma proposta que questiona o voto individual.

O ressurgimento do debate sobre tradwife

O conceito de tradwife voltou a ser tendência nas redes sociais depois que uma proposta apresentada em um evento conservador nos Estados Unidos alimentou o debate sobre os papéis de gênero e o modelo tradicional de família. O que começou como uma tendência de estilo de vida está agora entrelaçado com uma discussão política e ideológica.

O termo, abreviação de esposa tradicional, ganhou notoriedade após as declarações de Erika Kirk durante o Women’s Leadership Summit, organizado pela Turning Point USA. Na reunião, Kirk apresentou a proposta chamada “voto por domicílio”, que propõe que o voto seja exercido pela unidade familiar e não por cada membro individualmente.

A iniciativa provocou reações imediatas. Alguns participantes apoiaram a ideia de substituir o voto individual por um sistema de representação familiar. Entre os que manifestaram apoio está a criadora de conteúdo Savanna Faith Stone, identificada com o movimento tradwife.

A ascensão do conteúdo tradwife no TikTok levou milhares de usuários a descobrir esse estilo de vida por meio de vídeos de culinária, limpeza, maternidade e organização doméstica. No entanto, o interesse deixou de se concentrar apenas na estética quando declarações recentes suscitaram um debate mais amplo.

Para alguns usuários, a conversa não gira mais apenas em torno de uma forma de viver o casamento, mas sim das ideias que podem acompanhar certos discursos sobre família, religião e papéis tradicionais. A polêmica também diz respeito às consequências econômicas: depender exclusivamente da renda do casal pode aumentar a vulnerabilidade financeira em casos de divórcio, perda do principal sustento da família ou violência familiar.

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YouTube recorre de decisão judicial sobre vício em mídias sociais

Um tribunal concluiu que as plataformas contribuíram para o dano mental de uma jovem.

O caso do jovem KGM

O YouTube juntou-se ao Meta para recorrer de uma decisão judicial que descreve as redes sociais como viciantes e concebidas para fisgar menores sem considerar o seu bem-estar. Os advogados da plataforma de vídeo apresentaram sua notificação na segunda-feira no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles, dias depois que Meta fez o mesmo.

O caso gira em torno de uma jovem de 20 anos, identificada apenas pelas iniciais KGM (Kaley), que afirma que ter se viciado em redes sociais desde a infância agravou seus problemas de saúde mental. O júri concluiu que tanto o YouTube (de propriedade do Google) quanto o Meta agiram de forma negligente e que este foi um fator substancial no dano.

A indenização concedida foi de US$ 3 milhões em danos compensatórios e outros US$ 3 milhões em danos punitivos. O principal advogado do demandante, Mark Lanier, declarou após o recurso da Meta que espera que o tribunal de apelações “continue a aplicação cuidadosa da lei neste caso, mantendo o veredicto do tribunal de primeira instância”.

“Estas são moções padrão para que este caso avance”, disse o porta-voz do Google, José Castañeda, ao anunciar o recurso do YouTube.

Argumentos jurídicos e design da plataforma

Durante o teste de cinco semanas, o YouTube afirmou que não é uma rede social, mas sim uma plataforma de compartilhamento e streaming de vídeos. Tanto o Google quanto a Meta questionaram se os testes violaram as proteções da Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações, que protege empresas de tecnologia de conteúdo publicado por terceiros.

Em contraste, os advogados da jovem concentraram-se em características de design, como a reprodução automática, que, segundo eles, incentivam o uso prolongado e menos intencional.

O caso KGM não tem precedentes e o seu resultado poderá influenciar milhares de ações judiciais semelhantes contra empresas de tecnologia. TikTok e Snapchat, originalmente processados, fizeram um acordo fora do tribunal antes do julgamento. A juíza Carolyn B. Kuhl já havia negado os pedidos do Google e da Meta para um novo julgamento.

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