Melissa Barrera revela tudo no TIFF
Três anos depois de ter sido demitida do Scream por seus comentários sobre Gaza, Melissa Barrera não esconde nada. No festival de Toronto, a atriz mexicana fez críticas diretas aos ex-colegas.
O que ele disse sobre seus ex-companheiros de equipe?
Quando lhe perguntaram se aqueles que continuaram no projeto apesar dos protestos eram “fura-greves”, ele respondeu sem hesitar:
“Ah, totalmente. Acho que todo mundo está. E eles têm que conviver com isso.”
Após sua saída, Jenna Ortega e o diretor Christopher Landon também abandonaram o navio. A produção teve que ser reconstruída com velhos conhecidos como Neve Campbell e Matthew Lillard.
Duvido dos números recordes
Embora Pânico 7 tenha quebrado as bilheterias com US$ 92,7 milhões em seu primeiro fim de semana, Barrera não acredita nisso. Na entrevista, ele concordou com o apresentador que o filme “foi um desastre” e deixou escapar:
“Eu sei. E acho que eles mentiram sobre os números. Não acho que arrecadou tanto dinheiro.”
A nostalgia como salva-vidas
Segundo ela, a única forma de sustentar a sétima edição foi apelando à nostalgia. Mas atenção, nem tudo é raiva: ele agradeceu aos diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett pela oportunidade de interpretar Sam Carpenter.
A origem de tudo
Lembremo-nos que o Spyglass Media Group a despediu depois de publicações onde ela chamava a Palestina de “país colonizado” e acusava as forças israelitas de “genocídio”. A atriz garante que os fãs continuam a reconhecê-la por sua personagem e a pedir autógrafos: “Eles nunca poderão tirar isso de mim”.
Enquanto isso, o debate continua a crescer online.




