Um beijo, um pódio e muita gratidão
Lewis Hamilton sorriu novamente no topo. Seu terceiro lugar na China não foi apenas um resultado, foi a confirmação de que a Ferrari está ouvindo. E para ele isso é tudo.
“Vê-los ouvindo e incorporando algumas das coisas que eu pedi no carro me deixa extremamente grato a eles por ouvirem.”
A corrida foi uma batalha constante com seu companheiro de equipe Charles Leclerc. Houve atrito, o que Hamilton chamou de “apenas um beijo”, mas nada que diminuísse a alegria de encerrar uma seca pessoal. Ele não subia ao pódio em uma corrida completa desde 2024.
O longo caminho da confiança
Seu primeiro ano em Maranello foi difícil. Frustração, um carro difícil de entender e zero vitórias em Grandes Prêmios. Foram momentos tão ruins que ele até questionou sua posição no time.
Agora, a mentalidade é diferente. O carro respondeu bem na largada em Xangai, permitindo-lhe assumir a liderança. Embora não tenha conseguido conter o ritmo imparável da Mercedes, a sensação é de progresso.
“É muito especial vê-los de volta à frente… E sei que temos muito trabalho pela frente para vencê-los.”
A coisa mais linda veio depois. No pódio conheceu rostos conhecidos: seu ex-engenheiro Bono e Kimi Antonelli, o piloto que o substituiu na Mercedes e que venceu a corrida.
“É como sentar aqui com toda a minha família, então tudo bem.”
Hamilton já está pensando na próxima semana. Ele está ansioso para voltar à fábrica, para continuar trabalhando lado a lado com sua nova equipe. A confiança é construída passo a passo. E neste domingo deram uma grande.




