Hamilton comemora o pódio e o trabalho conjunto com a Ferrari

Hamilton volta ao pódio com a Ferrari e agradece à equipe por ouvir suas ideias para melhorar o carro.

Um beijo, um pódio e muita gratidão

Lewis Hamilton sorriu novamente no topo. Seu terceiro lugar na China não foi apenas um resultado, foi a confirmação de que a Ferrari está ouvindo. E para ele isso é tudo.

“Vê-los ouvindo e incorporando algumas das coisas que eu pedi no carro me deixa extremamente grato a eles por ouvirem.”

A corrida foi uma batalha constante com seu companheiro de equipe Charles Leclerc. Houve atrito, o que Hamilton chamou de “apenas um beijo”, mas nada que diminuísse a alegria de encerrar uma seca pessoal. Ele não subia ao pódio em uma corrida completa desde 2024.

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O longo caminho da confiança

Seu primeiro ano em Maranello foi difícil. Frustração, um carro difícil de entender e zero vitórias em Grandes Prêmios. Foram momentos tão ruins que ele até questionou sua posição no time.

Agora, a mentalidade é diferente. O carro respondeu bem na largada em Xangai, permitindo-lhe assumir a liderança. Embora não tenha conseguido conter o ritmo imparável da Mercedes, a sensação é de progresso.

“É muito especial vê-los de volta à frente… E sei que temos muito trabalho pela frente para vencê-los.”

A coisa mais linda veio depois. No pódio conheceu rostos conhecidos: seu ex-engenheiro Bono e Kimi Antonelli, o piloto que o substituiu na Mercedes e que venceu a corrida.

“É como sentar aqui com toda a minha família, então tudo bem.”

Hamilton já está pensando na próxima semana. Ele está ansioso para voltar à fábrica, para continuar trabalhando lado a lado com sua nova equipe. A confiança é construída passo a passo. E neste domingo deram uma grande.

Messi guia a Argentina e a torcida sonha com o título

Torcida argentina comemora vitória sobre a Áustria com dois gols de Messi.

Celebração em Buenos Aires

Torcedores da seleção argentina reuniram-se esta segunda-feira em vários parques da capital para comemorar mais uma atuação de Lionel Messi na Copa do Mundo de 2026. O capitão marcou os dois gols na vitória por 2 a 0 sobre a Áustria, disputada em Dallas, correspondente à segunda rodada do Grupo J.

Na Praça Seeber, em Palermo, um telão reuniu centenas de apoiadores. Omar, vindo de Rosário – cidade natal de Messi, 300 quilômetros ao norte – viu-o “afiado, como sempre, muito bom”. E acrescentou: “Para mim estamos aqui para voltar a ganhar a Taça”.

Outro ponto de encontro foi a Plaza San Martín, no Retiro, onde funcionários de escritório e torcedores celebraram a notável apresentação do 10.

Messi, que completará 39 anos no dia 24 de junho, tornou-se o maior artilheiro da história das Copas do Mundo com 18 gols, superando o alemão Miroslav Klose. Ele conseguiu isso em 28 jogos.

“Sofri muito e agora estou feliz, mais tranquila, aproveitando os gols do Messi. Estamos bem e confio muito no time”, disse Eliana.

Fernanda estava “animada” e “feliz”, entusiasmada com um novo título depois do Qatar 2022. Gonzalo reconheceu “algumas complicações no meio-campo devido à pressão da Áustria no início, mas a Seleção Nacional ficou bastante sólida depois com as modificações”. Carolina afirmou que a Argentina jogou “muito bem” e tem “o maior, que é o número 10”.

Martín, abraçando o filho, descreveu a experiência como “linda, tudo muito bonito, estamos muito entusiasmados, com dois grandes golos de Messi e agora vamos para o quarto”. María Fernanda, da Costa Rica, elogiou o “ótimo ambiente”.

A Argentina busca sua quarta Copa do Mundo, depois das de 1978, 1986 e 2022. A próxima partida será no sábado, 27 de junho, contra a Jordânia, também em Dallas, pela última rodada do grupo.

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Colômbia busca vaga nas oitavas de final contra o Congo, em Guadalajara

A Colômbia busca a segunda vitória para se classificar para as oitavas de final contra o Congo.

Colômbia contra Congo: um jogo chave

A seleção colombiana buscará nesta terça-feira a segunda vitória consecutiva na Copa do Mundo. A equipa de Néstor Lorenzo defronta o Congo em Guadalajara com o objectivo de selar a passagem aos 16 avos-de-final.

“Vamos jogar cada jogo como se fosse uma final”, disse o técnico Néstor Lorenzo.

A Colômbia lidera o Grupo K com três pontos, após vencer o Uzbequistão por 3 a 1. Uma vitória sobre os congoleses lhes daria passe e tranquilidade para enfrentar o duelo mais exigente contra Portugal.

O rival e o estilo tricolor

Sobre o rival, Lorenzo avisou que o Congo “tem dois avançados importantes” e que será vital manter o estilo da equipa.

“Temos que manter nosso estilo”, afirmou.

O treinador destacou a versatilidade dos seus jogadores, especialmente de Luis Díaz, que definiu como um “avançado completo”.

“Não importa por onde você começa, apenas que você se sinta confortável. Isso nos dá versatilidade como equipe, uma forma de alcançar diferentes setores”, disse ele.

Nervos controlados

Lorenzo reconheceu que a emoção da estreia pode ter influenciado, mas acredita que já passou.

“O gelo já foi quebrado, choramos o que tínhamos que chorar, agora começa a Copa do Mundo. A emoção não pode nos trair. Temos que jogar com o coração quente e a cabeça fria”, declarou.

Quanto ao alinhamento, evitou dar pistas.

“As mudanças são sempre consideradas”, disse ele, lembrando que a comissão técnica avalia as modificações até o último minuto.

Lorenzo está confiante de que a Colômbia avançará “passo a passo” até as fases finais, apesar do nível dos rivais.

“Aqui temos os melhores jogadores do mundo, da Liga dos Campeões e da Copa Libertadores, além de competições africanas e asiáticas. O espetáculo está sendo bom”, concluiu.

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México define escalação para duelo contra a Tcheca: Ochoa desconhecido

O México já se classificou, mas ainda há dúvidas se Ochoa jogará contra a República Tcheca.

A dois dias do encerramento da fase de grupos da Copa do Mundo, o México realizou seu penúltimo treino. Já classificado em primeiro lugar do Grupo A, o técnico Javier Aguirre mantém uma decisão em suspense: Guillermo Ochoa vai salvar?

A seleção busca a primeira vitória em três partidas de Copa do Mundo – algo inédito – e evitar uma partida difícil nas oitavas de final. Porém, o debate sobre quem deve estar no gol dominou as análises.

Debate sobre a propriedade de Ochoa

Ochoa, de 40 anos e em sua quarta Copa do Mundo, anunciou sua aposentadoria da seleção após o torneio. Colocá-lo contra a República Tcheca seria um gesto simbólico, segundo o ex-goleiro Óscar Pérez.

“Memo tem sido uma imagem muito importante para o México. Tê-lo em campo, mesmo que por alguns minutos, seria um gesto simbólico para reconhecer tudo o que ele fez pela seleção nacional”, disse ele à Claro Sports.

Pérez acrescentou que a sua entrada não afetaria a estabilidade defensiva. Porém, torcedores e analistas como Jorge Valdano consideram que uma Copa do Mundo não é espaço para gestos diplomáticos.

Aguirre, que em 2010 optou por Pérez em vez de Ochoa, poderia dar minutos ao veterano em homenagem.

Possíveis mudanças no ataque

Santiago Giménez, já recuperado de uma cirurgia no tornozelo, pode estrear como titular. Isso daria a Raúl Jiménez, 35 anos, um descanso antes da partida eliminatória em 30 de junho.

No meio-campo, Erik Lira atuou como meio-campista de recuperação, mas Edson Álvarez – que atuou como zagueiro contra a Coreia devido à suspensão de César Montes – pode retornar à sua posição natural. Montes já está disponível.

Aguirre revelará seu onze inicial até terça-feira. Por enquanto, as dúvidas persistem.

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