Guarda Nacional em Los Angeles se prepara para operações de imigração

O comandante revela detalhes polêmicos sobre o papel dos militares nas ruas, à medida que as tensões aumentam.

Cuando la Guardia Nacional juega a “¿Policía o soldado?” en las calles de LA

Ah, Los Ángeles: tierra del sol, las estrellas de Hollywood, y ahora… ¿operativos migratorios con sabor militar? Así es, amigos. Unos 500 efectivos de la Guardia Nacional, esos mismos que desplegaron para “mantener la paz” durante las protestas, ahora están siendo entrenados para acompañar a los agentes en labores de control migratorio. Porque nada dice “unidad nacional” como mezclar soldados con ICE en una ciudad ya polarizada. ¿Alguien más huele el drama?

“Prevemos un repunte”: Sherman y su bola de cristal

El mayor general Scott Sherman, comandante de la Fuerza de Tarea 51 (sí, el nombre suena a película de acción barata), soltó la bomba en una entrevista con The Associated Press y ABC. Entre sorbos de café y miradas preocupadas, advirtió que las protestas podrían intensificarse. “Estamos muy preocupados”, dijo, como si acabara de descubrir que Twitter existe y está lleno de opiniones. Spoiler: la gente no está feliz.

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Pero aquí viene el giro tragicómico: Sherman admitió que se equivocó al afirmar que la Guardia Nacional había detenido civiles. Resulta que confió en fotos y videos que, oh sorpresa, no mostraban a sus tropas. ¿Fuente? “Lo vi en internet”. ¿Les suena familiar? *cough* fake news *cough*. Eso sí, el hombre rectificó, algo raro en estos tiempos donde doblarse es pecado capital.

Mientras tanto, los 4,000 efectivos y 700 infantes de Marina bajo su mando siguen en las calles, balanceándose entre el “¿estamos aquí para protestas o para deportaciones?” y el clásico “el protocolo no lo aclara”. Eso sí, Sherman dejó en el aire si seguirán después de que las manifestaciones terminen. Porque, ¿qué sería de LA sin un poco de incertidumbre institucional?

¿Moraleja? Cuando mezclas militares, migración y manifestaciones, obtienes un cóctel explosivo digno de un reality show. Y LA, fiel a su estilo, está entregada al papel protagónico.

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Polónia acusa ucraniano de sabotagem a favor da Rússia

O promotor polonês acusa um jovem ucraniano de sabotagem para a Rússia.

Taxas de desestabilização

Os procuradores polacos apresentaram acusações contra um cidadão ucraniano de 18 anos por alegados atos de sabotagem e desestabilização em benefício da inteligência russa. Segundo as autoridades, o jovem teria sido recrutado através da internet e recebido pagamentos em criptomoedas para realizar ações que procuravam prejudicar as relações entre a Polónia e a Ucrânia.

Segundo a Agência de Segurança Interna polaca, o arguido enfrenta 47 acusações por atos cometidos entre novembro de 2024 e agosto de 2025. Entre elas está a alteração de monumentos dedicados às vítimas polacas de acontecimentos trágicos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial, ações que pretendiam alimentar tensões históricas entre as duas nações.

As investigações indicam que o jovem operava sob instruções diretas da Rússia. Nenhum detalhe adicional sobre sua identidade ou paradeiro atual foi revelado.

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Substituição de Fedorov desencadeia mobilizações na Ucrânia

Mudança na defesa ucraniana gera descontentamento em Kyiv e em outras cidades.

Relé que divide a Ucrânia

Esta quinta-feira, Volodymyr Zelenskyy demitiu Mykhailo Fedorov, ministro da Defesa, no âmbito de uma ampla reestruturação governamental. A decisão gerou mobilizações em Kiev e outras cidades, onde milhares de pessoas apoiaram o responsável, considerado um dos principais impulsionadores da inovação tecnológica militar no país.

O presidente justificou a mudança apontando divergências entre Fedorov e o comandante das Forças Armadas, Oleksandr Syrskyi. Segundo Zelenskyy, estas divergências dificultaram a coordenação no meio de um conflito armado contra a Rússia. O major-general Yevhen Khmara assumirá a pasta.

A saída de Fedorov gerou desconforto entre os cidadãos, que consideram essencial o seu trabalho no desenvolvimento de estratégias defensivas. As manifestações reflectem a preocupação com a direcção do governo neste contexto de hostilidades.

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Trump mantém suas acusações de fraude eleitoral em 2020 sem provas

Trump insiste em alegações desmentidas sobre as eleições de 2020. Novas investigações geram polêmica.

Quase seis anos após as eleições presidenciais de 2020 nos Estados Unidos, Donald Trump continua a alegar que houve irregularidades. Múltiplas investigações oficiais, auditorias e tribunais concluíram que não houve fraude generalizada ou interferência estrangeira que alterasse o resultado, vencido por Joe Biden.

Numa mensagem recente à nação, Trump antecipou “notícias realmente grandes” sobre as eleições. Especialistas em integridade eleitoral estão preocupados com a possibilidade de o presidente repetir afirmações já desmentidas. Os membros da sua administração evitam reconhecer explicitamente a vitória de Biden e apenas apontam que ele foi declarado presidente.

Conclusões oficiais e novas investigações

O então procurador-geral William Barr afirmou não ter encontrado nenhuma evidência de fraude significativa. Chris Krebs, ex-diretor da agência federal de segurança cibernética eleitoral, descreveu as eleições como seguras. Uma avaliação da inteligência no final do primeiro mandato de Trump descartou a possibilidade de adulteração estrangeira dos resultados.

No entanto, desde o seu regresso à Casa Branca, Trump ordenou novas investigações. Agentes federais revisaram registros eleitorais em condados da Geórgia e do Arizona. Kurt Olsen, advogado ligado a teorias de fraude, lidera parte das investigações. Os críticos apontam que estas ações implicam um elevado gasto de recursos públicos sem apresentar evidências conclusivas até agora.

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