O drama político se intensifica em Sinaloa
O governador Rubén Rocha Moya apresentou nesta sexta-feira sua carta de licença temporária ao Congresso do Estado. A razão? Deixar a FGR livre para investigar sem restrições as acusações que vieram dos Estados Unidos: de que o presidente teria ligações com o Cartel de Sinaloa.
“Estou com a consciência tranquila”, disse Rocha em um vídeo, descrevendo tudo como “falso e fraudulento”. Mas na política, quando o Departamento de Justiça dos EUA aponta, os holofotes não se apagam.
O cenário
A FGR já abriu arquivos de investigação após relatórios internacionais que indicam que funcionários do Estado colaboram com grupos criminosos. Rocha diz que se afasta para que tudo fique transparente. Mas é um ato de bravura ou um movimento para controlar a narrativa?
O que vem a seguir?
O Congresso de Sinaloa se reunirá para decidir o processo de licenciamento e nomear um governador interino. Enquanto isso, o teatro político continua seu curso: acusações, investigações e um governador que, pelo menos por enquanto, prefere assistir da poltrona.




