Sinaloa atinge 90% de fornecimento de medicamentos do IMSS Bienestar

Avanços significativos no fornecimento de medicamentos e novos projetos hospitalares para garantir atendimento médico na região.

Governador de Sinaloa anuncia melhoria no fornecimento de medicamentos e projetos hospitalares

O Governador Rubén Rocha Moya confirmou que o estado de Sinaloa conseguiu um fornecimento de 80% a 90% dos principais medicamentos contemplados no programa IMSS Bienestar. Essa conquista é resultado de uma coordenação estratégica com o Governo Federal e permitirá que a distribuição comece em breve em todas as unidades médicas para garantir o acesso à saúde da população.

Distribuição prioritária e chegada de medicamentos especializados

Conforme detalhou o presidente, já chegaram à entidade lotes com diversos medicamentos, incluindo tratamentos oncológicos altamente especializados. Esses suprimentos serão enviados nos próximos dias para hospitais e centros de saúde integrados ao sistema, otimizando o atendimento a pacientes crônicos e casos complexos.

RelacionadoIMSS Bienestar implanta segunda fase de Rotas de Saúde

“O abastecimento está garantido em Sinaloa; agora concentraremos esforços na distribuição eficiente. Em breve cobriremos até 90% das necessidades farmacêuticas”, destacou Rocha Moya durante seu anúncio.

Avanços em infraestrutura médica: novo hospital em Guamúchil

Paralelamente, o governador reiterou o compromisso da presidente Claudia Sheinbaum de iniciar a construção do novo Hospital IMSS Bienestar em Guamúchil em 2024. Este projeto faz parte do plano de modernização da infraestrutura médica do estado, com processos de licitação já em andamento.

“O presidente ratificou este projeto prioritário. Guamúchil terá instalações de primeira classe para fortalecer a rede hospitalar”, disse o presidente, sublinhando a colaboração intergovernamental.

Reunião importante com a presidência

O anúncio ocorreu após uma reunião entre Rocha Moya e Sheinbaum para refinar as estratégias do IMSS Bienestar. O diálogo abordou tudo, desde a logística farmacêutica até investimentos em equipamentos, refletindo a prioridade nacional em saúde pública.

Este avanço representa um modelo replicável para outras entidades, combinando o fornecimento oportuno de medicamentos com a expansão da infraestrutura. Especialistas em políticas de saúde destacam que a cobertura de 90% das chaves farmacêuticas excede a média nacional, posicionando Sinaloa como referência em gestão médica.

Tem interesse em saber mais sobre projetos de saúde em sua região? Compartilhe esta nota e explore nosso conteúdo especializado sobre políticas públicas e desenvolvimento social. #SaúdeParaTodos

México e OPAS/OMS assinam estratégia de saúde 2026-2030

México e OPAS/OMS assinam acordo para fortalecer o sistema de saúde e reduzir a carga de doenças.

Acordo bilateral para fortalecer o sistema de saúde

O Governo do México, por meio do Ministério da Saúde, e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) assinaram a Estratégia de Cooperação com os Países 2026-2030. O objectivo: fortalecer o sistema nacional de saúde e reduzir o fardo das doenças.

O acordo inclui ações prioritárias para combater as doenças não transmissíveis, o cancro e as perturbações de saúde mental. Promove também estratégias de prevenção e cuidados oportunos ao longo da vida da população.

Além disso, procura fortalecer a tutela do Ministério da Saúde e a coordenação entre as instituições do Sistema Nacional de Saúde. O objetivo é avançar para um modelo de acesso universal a serviços médicos de qualidade.

Entre os eixos centrais estão o reforço da capacidade de resposta a emergências sanitárias, a promoção da auto-suficiência sanitária e o fortalecimento da autoridade reguladora nacional.

O secretário de Saúde, David Kershenobich, disse:

A estratégia permitirá alinhar as prioridades nacionais com a experiência técnica da OPAS/OMS, o que contribuirá para ampliar o acesso aos serviços de saúde, com ênfase na prevenção, atenção primária e cobertura universal.

O acordo estabelece as bases para a cooperação técnica que aborda os principais desafios de saúde do país nos próximos cinco anos.

Continuar lendo

Peso mexicano se recupera após confirmação da validade do T-MEC

O peso se recupera após confirmação da validade do T-MEC até 2036 com revisões anuais.

O peso recupera terreno em relação ao dólar

A moeda nacional registrou valorização de 0,4% nesta quinta-feira, fechando em 17,48 unidades por dólar nas operações de atacado. Nas vitrines dos bancos, o dólar ficou à venda em 17,91 pesos, quebrando uma seqüência de dois dias consecutivos de perdas.

A recuperação ocorre após a confirmação da continuidade do Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC) até 2036, no âmbito do esquema de revisão anual acordado entre os três países.

Os detalhes do anúncio oficial

O secretário de Economia, Marcelo Ebrard, informou que a primeira revisão formal terá início no dia 20 de julho com a visita de uma delegação dos EUA ao México. Durante a reunião virtual com os seus homólogos dos Estados Unidos e do Canadá, foi abordada a preocupação de Washington com o défice comercial.

Ebrard destacou que mais de 80% das exportações mexicanas para os Estados Unidos continuam isentas de tarifas, não sendo esperadas alterações nesse regime. Os próximos grupos de trabalho centrar-se-ão no reforço da integração regional em sectores estratégicos como a indústria farmacêutica e os semicondutores, com o objectivo de reduzir a dependência das importações de outras regiões.

Especificou que as negociações sobre o futuro do tratado se limitam exclusivamente a questões comerciais e não incluem questões de segurança.

Continuar lendo

AFAC revoga certificado Magnicharters após não conformidade

A companhia aérea não conseguiu provar a conformidade regulatória após uma verificação extraordinária.

Decisão regulatória

A Agência Federal de Aviação Civil (AFAC) revogou o certificado de operador de serviços aéreos da Magnicharters. A medida foi notificada em 29 de junho, após processo de revisão regulatória.

A Secretaria de Infraestrutura, Comunicações e Transportes (SICT) informou que o direito de audiência da empresa foi respeitado durante todo o procedimento. Foram concedidos prazos legais para apresentação de informações e evidências que demonstrassem o cumprimento da regulamentação aeronáutica vigente.

No entanto, a documentação fornecida era insuficiente. A companhia aérea não conseguiu provar que atendia aos requisitos necessários para continuar operando como prestadora de transporte aéreo de passageiros.

Origem da revogação

A decisão decorre de uma grande verificação extraordinária realizada em janeiro de 2026. Nela foi detectado descumprimento da regulamentação do setor. Isto levou a exigências formais e, posteriormente, à suspensão temporária das operações em abril, como medida preventiva.

O SICT sublinhou que a revogação se baseia na falta de provas suficientes por parte dos Magnicharters para provar o seu estatuto regulamentar. A empresa enfrenta agora a perda do seu certificado, o que a impede de oferecer serviços aéreos comerciais.

Continuar lendo