México e OPAS/OMS assinam estratégia de saúde 2026-2030

México e OPAS/OMS assinam acordo para fortalecer o sistema de saúde e reduzir a carga de doenças.

Acordo bilateral para fortalecer o sistema de saúde

O Governo do México, por meio do Ministério da Saúde, e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) assinaram a Estratégia de Cooperação com os Países 2026-2030. O objectivo: fortalecer o sistema nacional de saúde e reduzir o fardo das doenças.

O acordo inclui ações prioritárias para combater as doenças não transmissíveis, o cancro e as perturbações de saúde mental. Promove também estratégias de prevenção e cuidados oportunos ao longo da vida da população.

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Além disso, procura fortalecer a tutela do Ministério da Saúde e a coordenação entre as instituições do Sistema Nacional de Saúde. O objetivo é avançar para um modelo de acesso universal a serviços médicos de qualidade.

Entre os eixos centrais estão o reforço da capacidade de resposta a emergências sanitárias, a promoção da auto-suficiência sanitária e o fortalecimento da autoridade reguladora nacional.

O secretário de Saúde, David Kershenobich, disse:

A estratégia permitirá alinhar as prioridades nacionais com a experiência técnica da OPAS/OMS, o que contribuirá para ampliar o acesso aos serviços de saúde, com ênfase na prevenção, atenção primária e cobertura universal.

O acordo estabelece as bases para a cooperação técnica que aborda os principais desafios de saúde do país nos próximos cinco anos.

Peso mexicano se recupera após confirmação da validade do T-MEC

O peso se recupera após confirmação da validade do T-MEC até 2036 com revisões anuais.

O peso recupera terreno em relação ao dólar

A moeda nacional registrou valorização de 0,4% nesta quinta-feira, fechando em 17,48 unidades por dólar nas operações de atacado. Nas vitrines dos bancos, o dólar ficou à venda em 17,91 pesos, quebrando uma seqüência de dois dias consecutivos de perdas.

A recuperação ocorre após a confirmação da continuidade do Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC) até 2036, no âmbito do esquema de revisão anual acordado entre os três países.

Os detalhes do anúncio oficial

O secretário de Economia, Marcelo Ebrard, informou que a primeira revisão formal terá início no dia 20 de julho com a visita de uma delegação dos EUA ao México. Durante a reunião virtual com os seus homólogos dos Estados Unidos e do Canadá, foi abordada a preocupação de Washington com o défice comercial.

Ebrard destacou que mais de 80% das exportações mexicanas para os Estados Unidos continuam isentas de tarifas, não sendo esperadas alterações nesse regime. Os próximos grupos de trabalho centrar-se-ão no reforço da integração regional em sectores estratégicos como a indústria farmacêutica e os semicondutores, com o objectivo de reduzir a dependência das importações de outras regiões.

Especificou que as negociações sobre o futuro do tratado se limitam exclusivamente a questões comerciais e não incluem questões de segurança.

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AFAC revoga certificado Magnicharters após não conformidade

A companhia aérea não conseguiu provar a conformidade regulatória após uma verificação extraordinária.

Decisão regulatória

A Agência Federal de Aviação Civil (AFAC) revogou o certificado de operador de serviços aéreos da Magnicharters. A medida foi notificada em 29 de junho, após processo de revisão regulatória.

A Secretaria de Infraestrutura, Comunicações e Transportes (SICT) informou que o direito de audiência da empresa foi respeitado durante todo o procedimento. Foram concedidos prazos legais para apresentação de informações e evidências que demonstrassem o cumprimento da regulamentação aeronáutica vigente.

No entanto, a documentação fornecida era insuficiente. A companhia aérea não conseguiu provar que atendia aos requisitos necessários para continuar operando como prestadora de transporte aéreo de passageiros.

Origem da revogação

A decisão decorre de uma grande verificação extraordinária realizada em janeiro de 2026. Nela foi detectado descumprimento da regulamentação do setor. Isto levou a exigências formais e, posteriormente, à suspensão temporária das operações em abril, como medida preventiva.

O SICT sublinhou que a revogação se baseia na falta de provas suficientes por parte dos Magnicharters para provar o seu estatuto regulamentar. A empresa enfrenta agora a perda do seu certificado, o que a impede de oferecer serviços aéreos comerciais.

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Irmã de Emilio Lozoya detida na AICM pelo caso Agronitrogenados

Gilda Susana Lozoya foi detida ao chegar ao México por sua suposta participação em um esquema financeiro irregular.

A Procuradoria-Geral da República (FGR) deteve Gilda Susana Lozoya, irmã do ex-diretor da Pemex, Emilio Lozoya Austin, no Aeroporto Internacional Benito Juárez, na Cidade do México. A captura ocorreu no cumprimento de mandado de prisão de 2020 por suposta participação em esquema de lavagem de dinheiro vinculado à compra da fábrica de Agronitrogenados.

Detalhes do caso

Participaram da operação elementos da Agência de Investigação Criminal (AIC), da Secretaria de Segurança e Proteção ao Cidadão (SSPC) e da Secretaria da Marinha (SEMAR). Segundo a FGR, Gilda Susana teria sido beneficiária de recursos relativos à aquisição da central, que a Pemex adquiriu em 2014 com prémio e que, no momento da compra, possuía equipamentos obsoletos e que não funcionava há anos.

O detido foi apresentado à juíza de controle da Penitenciária Norte, Nora Ileana García Peralta, eleita por voto popular. Durante a audiência inicial, quando questionada se aceitava ser representada pelos advogados Alejandro Rojas Pruneda e Ana Lilia Sánchez Villalobos, respondeu:

“Sim, aceito”

O advogado Rojas Pruneda solicitou um recesso de duas horas para revisar preliminarmente as 70 mil páginas da denúncia entregue pela FGR. O processo será retomado às 17:00, altura em que os procuradores deverão acusar formalmente Gilda Susana de operações com recursos de origem ilícita e solicitar a prisão preventiva informal.

O caso se soma ao processo judicial enfrentado por seu irmão Emilio Lozoya, que está em prisão domiciliar por supostos atos de corrupção relacionados à Odebrecht e à compra da Agronitrogenados.

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