Restrições de viagens geram tensões
Os Estados Unidos responderam às reclamações da seleção iraniana sobre as condições de viagem durante a Copa do Mundo. Andrew Giuliani, diretor do Grupo de Trabalho da Casa Branca para a FIFA, disse que o plano sempre foi que a seleção iraniana deixasse o país imediatamente após a primeira partida.
“Fomos claros que esse era o procedimento”, disse ele à Associated Press.
O técnico Amir Ghalenoei criticou a ordem de saída do time dos Estados Unidos horas após o empate em 2 a 2 com a Nova Zelândia. Eles esperavam passar a noite na Califórnia para se recuperarem.
O visto do extremo Mehdi Torabi expirou após sua estreia, mas o Departamento de Estado confirmou que ele já recebeu uma nova autorização com entradas múltiplas. “Este assunto foi resolvido”, indicaram.
Giuliani detalhou que foi negada a entrada ao pessoal de apoio e aos gestores ligados à Guarda Revolucionária Islâmica. “Ninguém com esses laços entrará nos Estados Unidos”, disse ele.
O Irã compete na Copa do Mundo apesar do conflito iniciado em 28 de fevereiro entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã. A FIFA negou o pedido do Irã para transferir seus jogos para fora dos Estados Unidos.
O capitão Mehdi Taremi destacou as dificuldades na travessia de Tijuana a Los Angeles: cinco horas de viagem e controles. “Acho que a FIFA tem que nos ajudar mais do que isso”, disse ele.




