EUA e Irã chegam a acordo provisório para reabrir Ormuz

Os EUA e o Irão concordam em reabrir o Estreito de Ormuz e prolongar a trégua.

Os Estados Unidos e o Irão fecharam um acordo provisório que visa pôr fim ao conflito armado e reabrir o Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta. O entendimento contempla também a prorrogação do frágil cessar-fogo em vigor na região, em meio a anos de tensão militar e política.

O que o pacto contempla?

O anúncio abre a porta para uma assinatura formal na próxima sexta-feira na Suíça, embora as autoridades reconheçam que tentativas anteriores semelhantes falharam. Até segunda-feira, o conteúdo final permanecia em disputa, especialmente em questões de segurança regional, verificação nuclear e condições para o levantamento de sanções.

RelacionadoA União Europeia reativa sanções nucleares contra o Irão

A crise entre as duas nações tem raízes profundas, desde o programa nuclear iraniano iniciado com a cooperação internacional até à Revolução Islâmica de 1979. Desde então, as relações têm sido marcadas por rupturas diplomáticas, sanções económicas e confrontos indirectos no Médio Oriente. O novo acordo poderá marcar um ponto de viragem, mas subsistem dúvidas quanto à sua implementação.

Marcha em Lima por suposto descuido nos registros eleitorais

Milhares protestam enquanto Fujimori lidera por pouco a votação.

Protestos na capital peruana

Cerca de 2.000 pessoas acompanharam o candidato presidencial progressista Roberto Sánchez numa marcha por Lima. Exigem que as autoridades esclareçam o tratamento dos registos de votação no estrangeiro, onde Keiko Fujimori obteve mais de 60% dos votos.

A contagem oficial do ONPE mostra Fujimori com 50,116% contra 49,884% de Sánchez. A diferença é inferior a 0,3 pontos percentuais. Ambas as forças apresentaram contestações.

Os manifestantes gritavam slogans como:

“Keiko, não mexa com meus votos” e “não à fraude, o voto é respeitado.”

Também carregavam cartazes com a frase “Castillo Libertad”, em referência ao ex-presidente Pedro Castillo, condenado e aliado político de Sánchez.

Perguntas sem evidências

Embora Sánchez não tenha declarado fraude, seus advogados o fizeram perante os juízes eleitorais. Eles não apresentaram provas. O candidato disse à imprensa que as atas do exterior deveriam ser digitalizadas antes de serem enviadas a Lima e que seu transporte aéreo carecia de medidas de segurança.

O Itamaraty e o ONPE negaram qualquer irregularidade. As missões da OEA e da União Europeia concordaram que o segundo turno transcorreu sem incidentes.

Serenidade e advertência

Keiko Fujimori perguntou aos seguidores de Sánchez:

“Não se deixe levar por narrativas que buscam gerar ódio e divisão.”

Assegurou que aguardará com calma o resultado final, que o tribunal eleitoral deverá anunciar o mais tardar em meados de julho.

O Peru tem um histórico de acusações de fraude. Em 2021, a própria Fujimori denunciou “fraude à mesa” e pediu a anulação de 200 mil votos que favoreciam Castillo. Seus apoiadores também marcharam então.

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Macron chega a acordo preliminar entre EUA e Irão em Versalhes

O presidente francês orquestrou uma reviravolta diplomática inesperada durante a cimeira do G7.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi recebido pelo seu homólogo francês, Emmanuel Macron, e pela primeira-dama Brigitte Macron no Palácio de Versalhes.

Macron obteve um dos momentos mais simbólicos da sua administração ao atrair Trump para um jantar naquele palco. Aí, foi assinado inesperadamente um acordo preliminar para pôr fim ao conflito com o Irão, no âmbito da cimeira do G7.

O evento, apresentado como uma celebração da relação bilateral, tornou-se uma etapa fundamental na política internacional. O pacto inclui um cessar-fogo, negociações sobre o programa nuclear iraniano e a reabertura do Estreito de Ormuz.

Durante a cimeira, Macron também conseguiu que Trump demonstrasse um apoio mais forte à Ucrânia na sua guerra contra a Rússia. Esta viragem foi relevante para os aliados europeus, após tensões diplomáticas anteriores entre Washington e Kiev.

As autoridades europeias destacaram que, embora Macron não estivesse diretamente envolvido nas negociações do acordo com o Irão, a sua estratégia diplomática e a utilização de espaços simbólicos como Versalhes ajudaram a reforçar a influência europeia nas decisões dos EUA.

A cimeira do G7 foi concluída com apelos conjuntos para aumentar o apoio militar à Ucrânia e endurecer as sanções contra a Rússia. Os líderes europeus consideram que a reunião marcou progressos na coordenação transatlântica, apesar das diferenças anteriores com a administração dos EUA.

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Trump e Macron assinam acordo preliminar com o Irão em Versalhes

Macron convence Trump a assinar um acordo preliminar com o Irão durante jantar em Versalhes.

Jantar em Versalhes sela um acordo inesperado

O presidente francês Emmanuel Macron alcançou um dos momentos mais simbólicos da sua administração. Durante um jantar no Palácio de Versalhes, o seu homólogo americano, Donald Trump, assinou um acordo preliminar para pôr fim ao conflito com o Irão. A assinatura ocorreu no âmbito da cimeira do G7.

O evento foi planejado como uma celebração da relação bilateral. No entanto, tornou-se um palco-chave da política internacional. O acordo inclui um cessar-fogo, negociações sobre o programa nuclear iraniano e a reabertura do Estreito de Ormuz.

Apoio adicional à Ucrânia

Macron também fez com que Trump demonstrasse um apoio mais forte à Ucrânia na sua guerra contra a Rússia. A viragem é relevante para os aliados europeus, depois de anteriores tensões diplomáticas entre Washington e Kiev.

As autoridades europeias observaram que Macron não esteve diretamente envolvido nas negociações com o Irão. No entanto, a sua estratégia diplomática e a utilização de cenários como Versalhes reforçaram a influência europeia nas decisões dos Estados Unidos.

A cimeira do G7 foi concluída com apelos conjuntos para aumentar o apoio militar à Ucrânia e endurecer as sanções contra a Rússia. Os líderes europeus consideram que a reunião marcou progressos na coordenação transatlântica, apesar das diferenças anteriores com a administração dos EUA.

O acordo preliminar com o Irão não representa apenas um passo nas relações diplomáticas, mas também sublinha a importância da cooperação internacional para resolver conflitos globais.

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