Os Estados Unidos atingem o CJNG com sanções ao tráfico de fentanil

O embaixador dos EUA aplaude as medidas contra o cartel que assola com a sua onda de terror e drogas.

O embaixador que desafiou o monstro

Numa reviravolta épica que abalou os alicerces do crime organizado, Ronald Johnson, embaixador dos Estados Unidos no México, ergueu a voz como arauto da justiça. Com a fúria de um titã, ele celebrou as sanções do Departamento do Tesouro contra cinco altos funcionários do Cartel da Nova Geração de Jalisco (CJNG), aquela fera insaciável que manchou ambos os lados da fronteira com sangue e luto. Entre os caídos, ninguém menos que o próprio Rubén Oseguera Cervantes, “El Mencho”, o espectro que governa nas sombras com punhos de fentanil e balas.

A batalha que não para

Das trincheiras digitais de suas redes sociais, Johnson lançou uma mensagem que ressoou como um trovão: “Sob a administração Trump, agimos com firmeza para deter este veneno”. Cada palavra, um martelo na bigorna da lei. “Cartéis como o CJNG enfrentarão a justiça”, jurou, enquanto o fantasma de Valeria Márquez, a influenciadora assassinada no meio da transmissão, parecia sussurrar nas entrelinhas. Ela não era outra face das inúmeras vidas destruídas por esse exército de sombras?

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A embaixada dos EUA, numa declaração fria como um bisturi, rasgou o véu: o CJNG é “brutalmente violento”, o arquitecto de um pesadelo que inunda as ruas com fentanil. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse sem rodeios: “Seu reinado de terror deixou cicatrizes indeléveis”. E ainda assim, entre tinta e declarações, ardia uma questão: seria este o golpe definitivo ou apenas mais um capítulo nesta guerra sem fim?

Enquanto as manchetes explodiam como granadas, um nome surgiu entre os sancionados: um comandante, braço direito de “El Mencho”, ligado ao crime que chocou o México. Quantos mais haveria atrás das cortinas, esperando sua vez neste jogo macabro de poder e morte?

O mundo assiste. O jogo está em andamento. E no tabuleiro, não apenas peças, mas vidas, famílias, futuros. Quem dará o próximo xeque-mate?

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Três menores morrem quando uma cerca desaba em Guamúchil

Uma cerca perimetral caiu sobre três menores que brincavam perto do riacho Zopilote durante uma tempestade.

A Promotoria de Sinaloa investiga a morte de três adolescentes, de 13, 14 e 15 anos, ocorrida durante a tempestade que atingiu Guamúchil, em Salvador Alvarado. Segundo relatos preliminares, os menores brincavam perto do córrego Zopilote quando a cerca perimetral da Escola Renacimiento desabou sobre eles.

O forte fluxo do córrego, aumentado pelas chuvas, teria enfraquecido a estrutura. Vizinhos alertaram os serviços de emergência após ouvirem o barulho. Bombeiros e elementos da Proteção Civil deslocaram-se ao local, localizado entre o loteamento e o bairro Primero de Mayo.

Os socorristas conseguiram recuperar os corpos de Cristian Adán “N”, Edwin Emiliano “N” e Jonathan Josué “N”. Até agora existem três versões do que aconteceu: uma sugere que observaram o nível da água do topo da cerca; outra, que estavam tentando atravessar o riacho; e um terceiro, que nadava no canal e se segurava na parede quando ele desabou.

Especialistas e peritos forenses coletaram depoimentos e evidências na área. As condições climáticas dificultaram os esforços de resgate. O Ministério Público continua as investigações para esclarecer a dinâmica do incidente e apurar responsabilidades.

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Copa 2026: impacto econômico ficou longe do esperado

O derramamento foi de 0,1% do PIB, bem abaixo dos 0,5% esperados. O consumo não se recuperou.

Impacto real da Copa 2026

O Centro de Estudos Econômicos do Setor Privado (CEESP) descreveu o impacto econômico da Copa do Mundo FIFA de 2026 no México como “reduzido”. O derramamento inicialmente estimado em 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) foi finalmente localizado em 0,1%.

O consumo interno, o investimento em infra-estruturas e o turismo não registaram aumentos significativos. Apenas o emprego apresentou recuperação: foram criados 61 mil empregos formais em junho, após uma perda de 29.922 em maio.

“Aparentemente as expectativas que eram tidas como um benefício econômico para o México não se concretizaram”, afirmou o CEESP.

A estimativa oficial anterior apontava para um derramamento de 3 mil milhões de dólares durante o torneio, de 11 de junho a 19 de julho. No entanto, cálculos da empresa Deloitte indicam que o valor foi de 2.543 milhões de dólares, 7% inferior à sua própria projeção.

Por entidade, os maiores benefícios concentraram-se na Cidade do México (548 milhões de dólares), Jalisco (290 milhões) e Monterrey (270 milhões). O setor gastronômico reportou 584 milhões de dólares, mas Canirac indicou que apenas 3 em cada 10 estabelecimentos tiveram lucros.

O Inegi informou que o consumo privado em junho cresceu apenas 0,1% mensalmente, abaixo dos 0,4% de maio.

O CEESP lembrou que o efeito da Copa do Mundo foi visto como temporário. Especialistas do setor privado, segundo a Pesquisa de Expectativas do Banco de México, preveem um crescimento do PIB de 0,90% para o segundo trimestre, 0,47% para o terceiro e 0,55% para o último. Isto implica um avanço anual de apenas 1,07%, duas centésimas a menos que a previsão anterior.

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Mexicano morre após ser atropelado enquanto fugia de operação de imigração na Flórida

Juan Jairo Coronilla, natural de Guanajuato, morreu após ser atropelado por um caminhão enquanto fugia dos agentes do ICE.

Detalhes do incidente

O mexicano Juan Jairo Coronilla Durán, de 28 anos, morreu em 14 de julho em St. Augustine, Flórida, após ser atropelado por um caminhão enquanto fugia de uma operação do ICE. A organização Tree Collective confirmou sua identidade. Ele era natural de San Luis de la Paz, Guanajuato, e estava nos EUA com visto de turista.

Segundo o grupo, Coronilla Durán estava em um posto de gasolina com outras pessoas quando agentes de imigração não identificados chegaram ao local. Uma perseguição a pé começou. Ao tentar atravessar a rua, ele escorregou no canteiro central e caiu na faixa de trânsito. Um caminhão pesado o atingiu; Os freios não conseguiram evitar o acidente fatal.

Resposta das autoridades

A viúva, Yessica Alamilla, viajou para a Flórida para coordenar os procedimentos de reclamação do corpo. O casal tinha dois filhos menores. O governo de Guanajuato, por meio da Subsecretaria de Atenção aos Migrantes, assumirá as despesas do funeral, da repatriação dos restos mortais e da passagem aérea de volta do cônjuge.

Este caso é o terceiro de um cidadão latino-americano numa semana ligado a operações de imigração nos Estados Unidos. O Consulado Geral do México presta assistência consular e acompanhamento jurídico. A família solicita apoio comunitário para cobrir despesas imprevistas.

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