Uma carreira que marcou época
Elsa Aguirre, uma das últimas grandes figuras da Era de Ouro do cinema mexicano, morreu aos 95 anos. A notícia gerou uma onda de homenagens nas redes sociais, onde colegas e admiradores relembraram seu legado.
A atriz participou de títulos como Red Rain (1950), A Mulher que Amei (1950) e Cuidado com o Amor (1954). Ele compartilhou créditos com os atores mais importantes de seu tempo.
Reações da comunidade artística
Angélica Aragón a chamou de “atriz icônica” e compartilhou fotos em sua memória. Laura Zapata lembrou quando a entrevistou e descobriu que ela era “uma mulher inteligente, elegante e com grande qualidade humana”.
“É com profunda tristeza que recebo a notícia da morte da cativante Elsa Aguirre, uma das mulheres mais belas, talentosas e emblemáticas do cinema mexicano”, escreveu Zapata.
Laura León lamentou sua saída e relembrou a época em que trabalharam juntas em Mulheres Enganadas ao lado de Michelle Vieth e Sabine Moussier. Ele disse: “Obrigado pelo seu talento infinito e pelos lindos momentos que compartilhamos”.
Miguel Torruco Garza, subsecretário da SSPC, também a demitiu. Neto do ator Miguel Torruco Castellanos e da atriz María Elena Marqués, ele lembrou que Elsa Aguirre dividia a tela com o avô.
“O México se despede de Elsa Aguirre, estrela da Era de Ouro do cinema mexicano. Ela dividiu a tela com meu avô… Minhas mais profundas condolências à sua família”, publicou.
Juan José Origel a descreveu como “uma das mulheres mais bonitas do mundo artístico” e afirmou que ela “voou para o céu aos 95 anos”.
Com a sua saída encerra-se um capítulo importante do cinema nacional. Seu trabalho continua sendo um testemunho de uma era de ouro.




