O SAT esclarece que seu pessoal não portará armas nas funções diárias

A organização esclarece sua posição em relação à polêmica reforma, destacando que seus funcionários não utilizarão armas nas tarefas diárias.

O SAT reafirma seu compromisso com a segurança e a transparência

Atenção, comunidade! Hoje trazemos uma notícia que esclarece uma questão crucial para a tranquilidade de todos. O Serviço de Administração Tributária (SAT) emitiu uma declaração contundente: seu pessoal administrativonão carrega e não carregará armas em seu trabalho diário. Por que isso é importante? Porque mostra que a instituição prioriza a segurança a partir da ética e do arcabouço legal. É assim que você constrói confiança!

Principais detalhes sobre a reforma e seu impacto

Em meio ao debate sobre a reforma da Lei Federal de Armas de Fogo e Explosivos, aprovada em abril, o SAT se distancia de interpretações equivocadas. A agência esclarece que a regulamentação não autoriza seus funcionários a portar armas para o desempenho de suas funções. A razão? Somente organizações com licença coletiva da Secretaria de Defesa Nacional (Sedena) podem utilizá-los em tarefas de segurança pública, e o SAT só tem permissão para proteção de instalações na modalidade de segurança privada. Precisão que evita confusão!

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Mas há mais: a reforma, promovida em “via rápida” pelo Senado, permite que trabalhadores de empresas públicas como CFE, Pemex ou Banxico portem armas se forem necessárias. Contudo, o SAT sublinha que a sua equipa operacional não se enquadra nesta categoria. Um exemplo de como as instituições devem comunicar com clareza!

O que isso significa para a sociedade?

Este esclarecimento não só reforça a transparência do SAT, mas também nos convida a refletir sobre o equilíbrio entre segurança e regulação. A reforma inclui disposições para ejidatários e membros da comunidade rural, que podem possuir armas de baixo calibre em áreas não urbanas. Enquanto isso, o pessoal operacional da segurança pública federal poderá usar armas automáticas com estrita supervisão. Toda regulamentação deve buscar proteger sem violar direitos!

A mensagem principal? As leis evoluem, mas as instituições devem agir de forma responsável. O SAT demonstra que a sua prioridade é servir sem recorrer a medidas que gerem desconfiança. Um passo em frente na construção de um México mais seguro e transparente!

Gostaria de saber mais sobre como as políticas públicas impactam sua vida? Compartilhe essas informações e vamos continuar conversando sobre temas que moldam nosso futuro. Juntos podemos construir uma sociedade mais informada! #SegurançaComTransparência #SAT

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Lesões intencionais contra mulheres no México atingem recorde histórico

Junho registrou o segundo maior número de mulheres vítimas de lesões intencionais: 7.476.

Violência contra mulheres: lesões intencionais no seu ponto mais alto

Junho encerrou com 7.476 mulheres vítimas de lesões intencionais em todo o país. É o segundo maior número desde que o Sistema Nacional de Segurança Pública iniciou esse registro, em 2015. Só em maio, todo o recorde foi superado com 7.940 vítimas.

Em média, todos os dias do mês passado, 249 mulheres com 30 anos ou mais sofreram este crime. As entidades com maior taxa por 100 mil habitantes são: Estado do México (148,9), Guanajuato (135,8), Aguascalientes (128), Baja California Sur (100), Hidalgo (92), Michoacán (86) e Sinaloa (77,9).

42 mil vítimas em seis meses

De janeiro a junho deste ano há 42.021 mulheres atacadas intencionalmente. O relatório é elaborado com base nas pastas de investigação iniciadas pelo Ministério Público Estadual. Autoridades ministeriais e organizações de direitos humanos consideram que as lesões intencionais são um passo preliminar ao homicídio ou ao feminicídio.

A violência familiar também está aumentando

Em junho, foram abertas 25.031 pastas de investigação de violência familiar, o segundo maior número no mesmo período. Entre os casos, destaca-se o do ex-diretor da Pemex, Víctor Padilla, que estava vinculado a um processo por agressão à esposa e ao filho menor. No entanto, recuperou a liberdade depois de alguns dias na prisão de Atlacholoaya, Morelos.

O relatório do Sistema Nacional de Segurança Pública revela que a violência contra as mulheres não diminui. Os números exigem medidas urgentes dos estados com maior incidência.

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Eles descobrem um túnel para extrair combustível ilegal em Mineral de la Reforma

Eles encontram infraestrutura clandestina ligada ao gasoduto da Pemex em uma operação estatal.

Túnel encontrado para roubo de hidrocarbonetos

Elementos da Secretaria de Segurança Pública de Hidalgo (SSPH) localizaram um túnel utilizado para a extração ilegal de combustível em uma propriedade no bairro El Saucillo, em Mineral de la Reforma.

A descoberta ocorreu após uma reclamação de um cidadão. Os agentes realizaram uma operação que resultou na prisão de cinco pessoas e na apreensão de três imóveis. Também apreenderam cerca de 500 metros de mangueira de alta pressão e doses de supostas drogas.

Os detidos tentaram fugir ao perceberem a presença policial, mas foram capturados. Como parte das investigações, foram realizadas três buscas. Em uma das propriedades foi encontrado um túnel de seis metros de profundidade e 50 metros de extensão, conectado a um oleoduto da Petróleos Mexicanos (Pemex) para extração ilegal de hidrocarbonetos.

Noutra propriedade existia um armazém que alegadamente servia para armazenar o combustível extraído. A mangueira segura foi usada para captações clandestinas.

As ações foram coordenadas pela SSPH, pela Procuradoria Geral do Estado de Hidalgo (PGJEH), pela Secretaria de Defesa Nacional e pela Guarda Nacional. Os detidos foram colocados à disposição do Ministério Público Federal, que integrará as pastas de investigação correspondentes.

Com esta descoberta, durante a atual administração estatal existem 19 túneis localizados em Hidalgo destinados ao roubo de hidrocarbonetos. Estes foram detectados em municípios como Cuautepec, Pachuca, Tepeji del Río, Tlanalapa, Tlaxcoapan, Tula, Mineral de la Reforma, Tepeapulco, Tepetitlán, Nopala e Atitalaquia.

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SEP rejeita educação militarizada após tragédia em Tamaulipas

A SEP esclarece que não é autorizada a educação militarizada após a morte de um menor em Tamaulipas.

SEP reitera proibição da educação militar

O Ministério da Educação Pública (SEP) afirmou que a educação nas modalidades militar ou militar não é permitida no México. A declaração ocorreu após a morte de um adolescente em um acampamento de verão com características militares em Ciudad Madero, Tamaulipas.

O chefe do SEP, Mario Delgado Carrillo, condenou as tentativas de justificar atos de violência ou maus-tratos com o argumento de uma suposta educação militar. Ressaltou que essas práticas não constituem métodos de formação e violam os direitos humanos de crianças e adolescentes.

Por meio de comunicado, o órgão esclareceu que nenhuma instituição de ensino básico está autorizada a ministrar ensinamentos rotulados como militares ou militares. Explicou que o ensino militar é exclusivo para militares das Forças Armadas e da Guarda Nacional.

Em relação ao incidente, as autoridades educacionais estaduais tomarão medidas para proteger os direitos dos menores. Segundo depoimentos de familiares, a adolescente entrou no acampamento no dia 13 de julho com boa saúde e dias depois foi relatada que desmaiou após uma queda. O menor morreu dentro das instalações.

O SEP reiterou a sua rejeição a qualquer prática de abuso ou tratamento degradante contra menores. O caso gerou um apelo à revisão dos mecanismos de supervisão nas atividades extracurriculares.

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