O huachicol é baleado com métodos que fariam corar traficantes de drogas

O roubo de combustível atinge níveis alarmantes com táticas que parecem tiradas de uma série de traficantes de drogas, mas sem o glamour.

Huachicol está na moda (e isso não é uma boa notícia)

Parece que o roubo de combustível é a nova “empresa” favorita no México, porque as reclamações sobre huachicol aumentaram 22% em apenas um mês. Sim, como se fosse a última tendência do TikTok, mas com condutas perfuradas e faturas falsas. Segundo a Procuradoria-Geral da República (FGR), em junho foram registadas 4.241 reclamações, contra 3.410 em maio. O que aconteceu? Havia cupom de desconto para criminosos?

Os estados onde o huachicol é uma “tendência”

Puebla, Estado do México, Hidalgo e até mesmo Baja California estão na lista de “lugares onde você não gostaria de abastecer”. Em Puebla, as reclamações passaram de 442 para 531; na Edomex, de 404 para 495; e em Hidalgo, de 295 para 356. Até Coahuila, que parecia tranquila, relatou um salto de 100 para 147 casos. Será que Huachicol é o novo “movimento paralelo” do crime organizado?

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E não, não é apenas a clássica “ordenha de oleodutos” (que parece pastoral, mas na verdade é uma bagunça). Agora os huachicoleros se tornaram tecnológicos: vendem combustível por meio de aplicativos, transportam-no em rotas paralelas e até passam furtivamente pelos portos com faturas falsas. “Eles não são mais traficantes de drogas, são empresários logísticos”, diria alguém com muito senso de humor negro.

Pemex, a Guarda Nacional e… um jogo de gato e rato?

Enquanto isso, a Pemex e as autoridades estão passando por um momento como um episódio de ‘Narcos’, mas sem o orçamento da Netflix. Embora tenham reforçado as operações com a Guarda Nacional, as gangues ainda estão um passo à frente. A razão? Processos judiciais lentos e, surpreendentemente, vazamentos de informações. Uau, quem diria.

O mais preocupante é o huachicol fiscal (sim, como se o roubo normal não bastasse). Combustível que entra sem pagar impostos, com notas fiscais falsas e que vai parar em postos de gasolina ou postos clandestinos. O resultado? Gasolina adulterada que pode deixar seu carro em uma falha do tiktok na estrada.

Então, se você vir um posto de gasolina com preços bons demais para ser verdade, é melhor pensar duas vezes. Você poderia estar financiando o lado menos glamoroso da economia informal.

Você está surpreso com esse aumento? Compartilhe esta nota e vamos tornar o alerta viral (porque huachicol, claramente, já adora ser um trending topic). 🚨⛽

INEHRM torna-se centro de investigação e ensino

O INEHRM é transformado em centro de pesquisa e ensino sob a nova secretaria.

Transformação do INEHRM

A presidente Claudia Sheinbaum assinou o decreto que transfere o Instituto Nacional de Estudos Históricos das Revoluções do México (INEHRM) para a Secretaria de Ciência, Humanidades, Tecnologia e Inovação (SECIHTI). O instituto passa a ser um órgão público descentralizado com foco acadêmico.

Rosaura Ruiz Gutiérrez, chefe da SECIHTI, explicou que o novo esquema irá formar especialistas em história para fortalecer as capacidades nacionais em ciências sociais e humanas.

Felipe Arturo Ávila Espinosa, diretor do INEHRM, explicou que os planos de estudos vincularão o conhecimento histórico aos problemas sociais, econômicos, políticos e culturais do país, e atenderão às necessidades da Administração Pública Federal.

Oferta educacional híbrida

A oferta incluirá licenciaturas em História, Ciências Sociais e Humanas, e Administração Pública e Bom Governo. Na pós-graduação, serão acrescentados mestrados em Humanismo Mexicano, Estudos de Gênero e Feminismo e Movimentos Sociais e Resgate da Memória Histórica. Haverá também especialidades em Comunicação Política e Ensino de História.

Os graduados cobrirão temas como agrarianismo, saúde, migração, inteligência artificial, violência e direitos humanos.

Sede e chamada

A nova sede ficará na Rua Guatemala 80, Centro Histórico da Cidade do México. O primeiro edital será lançado em julho e as aulas terão início em setembro.

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Ministério Público concede medidas de proteção a vítima de violência familiar

A Promotoria de Morelos emitiu medidas de proteção após denúncia de violência familiar contra o ex-diretor da Pemex.

A Procuradoria Geral de Morelos ativou medidas de proteção a favor de Felicia Jiménez Lavie, que apresentou queixa por violência familiar contra seu marido, Víctor Rodríguez Padilla, ex-diretor da Pemex. A informação foi relatada pelo promotor Fernando Blumenkron Escobar.

As medidas, explicou o responsável, estarão disponíveis quando a vítima as exigir. A denúncia foi apresentada na Cidade do México e a Secretaria da Mulher do Governo do México acompanha diretamente o caso.

Investigação em andamento

Até agora, Jiménez Lavie não se dirigiu ao Ministério Público local para contribuir com mais elementos para a pasta da investigação. A ação foi iniciada ex officio na última sexta-feira, 26 de junho, após a divulgação de um vídeo com imagens de agressões contra a mulher.

Blumenkron garantiu que o portfólio continua sua integração. “O processo não parou e vamos continuar a garantir justiça à vítima”, afirmou. Além disso, indicou que há articulação com a Secretaria da Mulher e o Ministério Público da capital, na rota de atendimento às vítimas de violência familiar.

Dentre as ações realizadas, a Promotoria de Morelos busca localizar o endereço onde ocorreu a agressão física, para realizar laudos periciais de acordo com as imagens do vídeo veiculado pela própria vítima.

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Trump não estende T-MEC: México enfrenta revisão anual

EUA rejeitam extensão automática do T-MEC; a validade é reduzida para 10 anos com revisão anual.

Rejeição de extensão automática

Os Estados Unidos decidiram não renovar automaticamente o Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá (T-MEC) por 16 anos. Isto reduz a sua validade para uma década com uma revisão anual. A medida gerou preocupação entre os legisladores mexicanos.

Ricardo Monreal, coordenador do Morena em San Lázaro, explicou que o tratado permanece em vigor por mais 10 anos, mas sujeito a avaliação a cada ano. Ele observou que os Estados Unidos apresentaram 54 observações, incluindo questões como a toninha-vaquita e a pirataria. O México, por sua vez, levantou 13 pontos, incluindo a cláusula 232 sobre tarifas.

“Só que será revisto ano após ano, mas o Tratado não está concluído, continua por mais 10 anos porque foi assim que foi assinado há seis anos”, declarou Monreal.

O legislador alertou que Donald Trump tem sido um crítico constante do USMCA e apelou à consideração dos benefícios que trouxe às três nações.

Reações da oposição

Héctor Saúl Téllez, vice-coordenador económico do PAN, considerou que a posição dos EUA demonstra falta de antecipação estratégica por parte do governo federal.

“A decisão dos EUA de não prorrogar automaticamente o USMCA por 16 anos na revisão de hoje não é o fim do tratado, mas revela uma falta de antecipação estratégica por parte do governo federal”, afirmou.

Téllez lembrou que o artigo 34.7 do acordo era conhecido desde 2018. Chegar a 1º de julho sem uma prorrogação limpa representa um risco que, segundo ele, deveria ter sido evitado.

A revisão anual permitirá ajustamentos, mas persiste a incerteza sobre o futuro do comércio regional. O México e o Canadá procurarão manter a estabilidade do acordo durante os próximos dez anos.

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