A estreia de Christy com Sydney Sweeney é um fracasso histórico

A tão esperada cinebiografia bate de frente com uma das piores coleções da história para uma estreia no outono. Um golpe baixo para a indústria.

A grande esperança que ruiu com o primeiro golpe

Parece que o destino de Christy foi escrito não por um roteirista, mas por um profeta do desastre. Com toda a pompa e circunstância que Hollywood pode conceder, a cinebiografia sobre o boxeador Christy Martin, dirigida pelo aclamado David Michod e estrelada pelo onipresente Sydney Sweeney, chegou aos cinemas americanos… e o público respondeu com um bocejo coletivo tão alto que quase derrubou o projetor. Tudo apontava para o sucesso: uma história de melhoria, uma atriz na crista da onda e um gênero, o esportivo, que costuma trazer alegria. Mas, ah, caro leitor, a realidade sempre tem um roteiro mais absurdo.

O filme prometia narrar uma luta épica dentro e fora do ringue. O que não prevíamos é que sua primeira e mais dura luta seria contra a indiferença do espectador. Com mais de 2 mil salas à disposição, o filme conseguiu reunir um público comparável ao de uma briga de exibição em um ginásio da cidade: patéticos 1,3 milhão de dólares em seu primeiro fim de semana. Sim, você leu certo. Uma figura que dói mais que um gancho no fígado. Para colocar isso em perspectiva, provavelmente foi gasto mais no protetor bucal de Sweeney do que nos ingressos vendidos em algumas cidades. Esse revés o coloca confortavelmente entre as nove piores estreias de outono da história. Um pódio onde, sem dúvida, ninguém quer pendurar a medalha.

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Por que um nocaute tão precoce?

As desculpas, assim como os maus perdedores, estão sempre à espreita. O estúdio, com uma fé comovente, estava confiante de que o nome de Sydney Sweeney e o apelo do boxe feminino seriam um ímã infalível. Esqueceram-se de um pequeno detalhe: a competição. Enquanto Christy entrava no ringue, outros filmes, com franquias consolidadas e talvez menos “mídia”, mas estrelas de maior bilheteria, o venceram impiedosamente. Parece que o público preferiu o susto de um filme de terror ou o riso de uma comédia ao drama de um pioneiro do boxe. Irônico, certo? Que termina uma história sobre não ser levado a sério… não ser levado a sério.

E vamos falar sobre a protagonista de carne e osso, Christy Martin

É claro que não podemos ignorar a outra Christy nesta equação: Sydney Sweeney. A atriz, que não passa um mês sem estar no olho do furacão, arrasta a polêmica da campanha “Águia Americana” como se fosse um fardo. É de se perguntar se o público começou a confundir o boxeador com a imagem pública da atriz. Foi o cansaço de Sweeney? Ou estamos simplesmente diante da dura realidade de que uma história de violência doméstica e luta no mundo de um homem é um produto muito “desconfortável” para uma ida ao cinema em família?

Com um enorme orçamento de US$ 35 milhões, este projeto precisa de um milagre maior do que se recuperar de uma contagem até dez. Sua única esperança é que o streaming lhe dê uma segunda chance, onde os espectadores, do sofá, possam apreciar esse drama do boxe sem ter pago uma fortuna pela pipoca. Entretanto, no México não têm nem data para ver esse naufrágio. Talvez seja melhor assim.

Você acha que esse fracasso fará os estúdios pensarem duas vezes antes de apostar em cinebiografias de figuras menos convencionais? Compartilhe esta joia do absurdo cinematográfico em suas redes sociais e descubra mais análises sobre os sucessos e fracassos mais notáveis da indústria em nossa seção de conteúdo relacionado.

Possíveis participantes da La Casa de los Famosos México 4

Eles filtram uma lista de 13 celebridades que poderiam entrar no reality show da Televisa.

A quarta temporada de A Casa do Famoso México já tem data de início. A produção confirmou que as transmissões começarão em 26 de julho no Las Estrellas, enquanto as revelações oficiais do elenco começarão em 5 de julho. O prêmio para o vencedor será de 4 milhões de pesos.

Nomes possíveis na lista

Embora a produção mantenha os moradores em segredo, nomes já circulam nas redes sociais. Segundo relato de Chamonic, serão 16 participantes. Entre os filtrados aparecem:

  • Karina Torres (influenciadora)
  • Bellakath (cantora)
  • Cinthia Kitblo (atriz)
  • Brianda Deyanara (influenciadora)
  • Mariana Ochoa (cantora)
  • Ese Pérez (influenciador)
  • Ernesto Laguardia (ator)
  • Masad Altamimi (influenciador)
  • Yetus Prime (youtuber)
  • Moisés Peñaloza (ator e modelo)
  • Yahir (cantor)
  • Aldo Rendón (estilista)
  • Arantza Ruiz (atriz)

Além disso, é referido que Brandon Peniche deixaria de participar, sendo substituído por Ruiz. As três vagas restantes incluiriam Laura León, Laura Flores e uma cantora não identificada.

Importante: esta não é a lista oficial. A produção começará a revelar os integrantes a partir do dia 5 de julho.

Motoristas confirmados

Galilea Montijo regressa como apresentadora principal. Odalys Ramírez e Diego de Erice serão os responsáveis ​​pelos resumos diários e galas. Wendy Guevara e Margaleff serão as anfitriãs da pré e pós-galas, enquanto Marie Claire será a apresentadora digital.

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Buki entra na onda da Copa do Mundo pelo México

A cantora partilhou uma imagem caricaturada que desperta comentários e esperança.

Marco Antonio Solís, conhecido como “El Buki”, juntou-se ao fervor para o próximo duelo da Seleção Mexicana, contra a Inglaterra, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O compositor de 66 anos partilhou uma imagem que gerou reações imediatas entre os seus seguidores.

Na fotografia, uma caricatura dele aparece com a camisa do Tri. Os comentários foram imediatos:

“Já conseguimos, Diosito vai para o México.”
“Jesus Cristo colocou o México, já vencemos.”

A comparação física da cantora com Jesus Cristo não é nova, mas foi reativada com esta publicação. O Michoacan já demonstrou seu apoio em shows e mensagens anteriores.

Apoio viral e comparação com Paul McCartney

Milhares de torcedores começaram a medir talentos entre México e Inglaterra em diferentes áreas. Buki entrou na dinâmica e se comparou a Paul McCartney, ex-Beatle e lenda britânica. Em outra imagem ele escreveu: “As coisas estão chegando”.

Marco Antonio Solís fundou o grupo Los Bukis e é um dos compositores mais influentes da música latina. Escreveu mais de 300 canções – algumas fontes falam de até 450 – para artistas como Rocío Dúrcal, Marisela, Enrique Iglesias e Alejandro Fernández.

Seu legado inclui cinco prêmios Grammy Latino. Em 2022, a Academia Latina da Gravação o nomeou Personalidade do Ano. Além disso, ele tem sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood.

A cantora, autora de sucessos como “Se você não tivesse ido” e “Morenita”, continua sendo uma referência que une os torcedores mexicanos em tempos de Copa do Mundo.

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Omar Camacho: do ensino médio ao palco do Flow Fest

Aos 19 anos, ele deixou o ensino médio para lançar seu primeiro álbum com colaborações notáveis.

Omar Camacho tinha 18 anos quando pediu permissão aos pais para abandonar o ensino médio. Não foi um capricho: sua carreira musical já estava decolando. Agora, aos 19 anos, apresenta seu álbum de estreia I will never die, uma fusão de música regional mexicana com hip hop que inclui colaborações com Víctor Mendivil, Óscar Maydon e Santa Fe Klan.

Nascido em Chula Vista, Califórnia, e criado entre Tijuana e Sinaloa, Camacho cresceu ouvindo corridos e rap americano. Sua ascensão à fama veio através da Internet, onde postou vídeos cantando. Óscar Maydon assinou para seu selo Rico o Muerto.

“Fui direto para a música”, explicou ele em uma entrevista. “Meus pais não me deixaram sair do ensino médio. Eu sempre dizia a eles ‘ei, deixa eu ir porque estou bem agora, não quero acordar cedo’, mas eles não deixavam, até que se tornou um pouco mais real.”

Agora ele acorda cedo para shows, composições ou gravações de vídeos. As dúvidas dos pais eram lógicas: não havia histórico de músicos profissionais em sua família, embora houvesse amadores como seu pai e suas tias.

Colaborações que marcaram o álbum

A primeira música que lhe abriu caminho foi “2+2” com Víctor Mendivil. Depois veio “4×4”, com o mesmo convidado mais Angel Almaguer e $HUPE. Santa Fe Klan juntou-se a “Atrévete” e “Biggie di Bong”.

“Colaborar com Víctor Mendivil foi um sonho para mim, graças a Deus se tornou realidade”, disse Camacho. “Saiu a linda música ‘2+2’ e eu mostrei para ele e ele gostou e decidiu gravar sozinho.”

Sobre Santa Fe Klan, acrescentou: “Ele nos convidou para ir à sua casa em Guadalajara. Ele tem um jeito de gravar muito diferente e está muito atualizado. Quer dizer, dá para ver que ele adora música mesmo”.

Oscar Maydon, além de mentor, aparece em “A Cidade do Sol”. Camacho conta que ligou para ele enquanto dormia: “Ele me disse ‘aqui tenho uma música que faria bem para você, imaginei com a sua voz’. Fiquei muito emocionado”.

A faixa bônus “3AM” apresenta Jimmy Guzmán, Alemán e Gera MX. Camacho sente orgulho de pertencer à nova geração de rappers mexicanos.

“Quero que minha música nunca morra”, disse ele. “Que minha música esteja sempre presente e seja ouvida, mesmo que haja uma pessoa no mundo me ouvindo.”

Camacho se apresentará no final de novembro no Coca-Cola Flow Fest, onde já foi convidado do Mendivil. Agora ele espera ser a atração principal. Ele também planeja uma turnê de concertos para seu álbum.

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