Ex-policial ligado a grupo criminoso preso em Tabasco

Um ex-agente ligado a redes criminosas é capturado em operação federal, revelando tensões internas em grupos criminosos.

Uma reviravolta inesperada na luta contra o crime organizado

A justiça continua avançando! Nesta quarta-feira, as autoridades federais conseguiram capturar Ulyses Pinto Madera, conhecido como “El Mamado”, figura-chave dentro da estrutura do grupo criminoso La Barredora em Tabasco. A operação, levada a cabo por elementos do Secretariado da Marinha em Guadalajara, Jalisco, constitui um marco no desmantelamento das redes criminosas. A coisa mais reveladora? Seu passado como policial federal e sua proximidade com Hernán Bermúdez Requena, ex-funcionário da segurança do estado.

De uniformizado a suposto criminoso: uma história de contradições

Imagine isto: quem quer que presumisse operações legais agora é acusado de ligações com o tráfico de drogas. Pinto Madera fez parte da SSPC estadual durante o mandato de Bermúdez, mas segundo as investigações, sua carreira tomou um rumo sombrio. A separação entre os dois em dezembro de 2023 desencadeou uma onda de violência em Tabasco, incluindo um ataque fracassado contra Bermúdez na área exclusiva de El Campestre. Lição? Alianças nas sombras têm pés de barro.

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Mas há mais: desde outubro de 2024, surgiram vídeos do autoproclamado Cartel de Nova Geração de Tabasco (CTNG), anunciando mais violência. Este novo actor reflecte a fragmentação do crime organizado, um fenómeno que as autoridades acompanham de perto. A prisão de Pinto não é apenas um golpe para La Barredora, mas uma mensagem clara: ninguém está acima da lei.

O que vem a seguir? Pinto foi transferido para instalações federais, onde as acusações serão determinadas. Este caso mostra a complexidade da segurança pública e a importância de purificar as instituições. Cada prisão aproxima o México de um futuro mais transparente, mas o caminho requer constância e colaboração dos cidadãos.

Reflexão final: a esperança como força motriz

Em meio a notícias difíceis, lembremo-nos de que toda ação legal é um passo em direção à paz. Compartilhe esta informação para tornar visível o trabalho das forças de segurança! Quer se aprofundar em como o crime organizado é combatido? Explore nossas análises exclusivas e participe da conversa com #JusticeInAction.

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FGR identifica o piloto que transferiu ‘El Mayo’ Zambada para os EUA

Impressões digitais e gravações de voz confirmaram a identidade do piloto.

A Procuradoria-Geral da República confirmou que Mauro Alberto Núñez Ojeda, conhecido como “Jando”, foi o piloto que transportou Ismael “El Mayo” Zambada do México para os Estados Unidos em julho de 2024. A identificação foi obtida após comparar suas impressões digitais e registros de voz com as investigações.

Núñez Ojeda foi preso em fevereiro de 2025 durante uma operação em Jesús María, Culiacán, Sinaloa. Nesse confronto, um grupo armado atacou elementos do Exército e da Guarda Nacional. Um soldado morreu e cinco ficaram feridos. Ao ser capturado, o piloto teria fornecido uma identidade falsa.

A FGR o identificou como membro do Cartel de Sinaloa com alto nível de perigo. Ele permaneceu sob custódia mexicana por seis meses até ser entregue aos Estados Unidos em agosto de 2025, junto com outros 25 supostos criminosos considerados altamente perigosos.

Entre os extraditados estavam Abigael González Valencia, conhecido como “El Cuini”; Servando Gómez Martínez, “La Tuta”; e Juan Carlos Félix Gastélum, “El Chavo Félix”, ligado aos cartéis de Sinaloa, Jalisco Nueva Generación e Los Zetas.

A Promotoria indicou que a identificação do piloto ocorreu devido a coincidências em gravações de voz, impressões digitais e outros elementos. Acrescentou que a entrega não encerra as investigações e mantém os processos abertos através da cooperação jurídica internacional. Núñez Ojeda pilotou a aeronave Beechcraft King Air 200 que transportou “El Mayo” Zambada para os Estados Unidos em 25 de julho de 2024. Este fato desencadeou uma disputa interna no Cartel de Sinaloa entre as facções de “Los Chapitos” e seguidores do líder histórico.

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Praga da bicheira atinge exportações e preços

O fechamento da fronteira com os EUA devido à bicheira causou um excesso de oferta de carne no México.

Impacto no mercado nacional

O fechamento da fronteira com os Estados Unidos às exportações de gado mexicano, devido ao avanço da bicheira, despencou os preços da carne bovina. Isto foi confirmado por representantes do setor agrícola durante o Congresso Nacional de Saúde e Segurança Agroalimentar, organizado pelo Conselho Nacional de Agricultura (CNA).

A impossibilidade de exportar gerou um excesso de oferta de gado no país. Isto já se reflete em custos mais baixos para os consumidores, mas também em perdas para os produtores.

O alerta foi intensificado esta semana. Chihuahua, estado que concentra cerca de 40% da produção nacional de carne bovina, confirmou seu primeiro caso da peste. Com esse registro, apenas três entidades do país permanecem livres da bicheira.

“A capacidade do país para enfrentar emergências de saúde foi enfraquecida devido à redução de mais de 50% no orçamento Senasica durante a última década”, alertou Jorge Esteve, presidente da CNA.

O dirigente destacou que, embora a produção agrícola e pecuária tenha crescido no mesmo período, os recursos para vigilância, fiscalização e controlo sanitário diminuíram. Isso, disse, representa um risco para a competitividade do sector e para o acesso aos mercados internacionais.

O encerramento da fronteira também afecta os consumidores americanos, que enfrentam uma disponibilidade reduzida de carne devido à interrupção do fluxo comercial.

Os representantes do sector concordaram que é urgente reforçar a saúde animal, conter a propagação da bicheira e fortalecer a Senasica. Só desta forma a confiança dos parceiros comerciais poderá ser recuperada, a fronteira reaberta e as exportações restauradas.

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Sheinbaum recebe o presidente do Panamá no Palácio Nacional

Sheinbaum e Mulino fortalecem laços bilaterais em reunião oficial.

Reunião bilateral entre México e Panamá

A Presidente Claudia Sheinbaum recebeu esta quarta-feira o seu homólogo panamenho, José Raúl Mulino, no Pátio de Honra do Palácio Nacional. A cerimónia oficial incluiu a entoação dos hinos nacionais e uma fotografia conjunta.

Ambos os líderes se reuniram para fortalecer o relacionamento entre os dois países. No final da reunião, ofereceram uma mensagem conjunta aos meios de comunicação. A visita sublinha o compromisso partilhado em áreas como o comércio, a agricultura e o desenvolvimento económico.

Delegação de alto nível

Sheinbaum estava acompanhado pelos secretários de Relações Exteriores, Roberto Velasco Álvarez; de Economia, Marcelo Ebrard; da Agricultura, Columba López Gutiérrez; e outras autoridades como o diretor do Corredor Interoceânico do Istmo de Tehuantepec, Octavio Sánchez Guillén.

A delegação panamenha incluiu os Ministros das Relações Exteriores, Javier Martínez-Acha; do Comércio e Indústria, Julio Moltó; de Desenvolvimento Agropecuário, Roberto Linares; e de Assuntos do Canal do Panamá, José Icaza, entre outros. A esposa do Presidente Mulino, Maricel Cohen de Mulino, também esteve presente.

Cooperação na agenda

A reunião destaca a relevância das relações bilaterais. Ambos os países procuram aprofundar a colaboração em questões estratégicas como o intercâmbio comercial e a conectividade regional. O México e o Panamá mantêm laços históricos que agora se renovam com esta visita de Estado.

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