Dave Mason, lenda do rock psicodélico, morre aos 79 anos

Dave Mason, cofundador da Traffic e autor de clássicos como 'Feelin' Alright', morre.

Adeus a um pioneiro

Outro grande foi embora. Dave Mason, cofundador da banda britânica Traffic e compositor de hinos como Feelin’ Alright? e Hole in My Shoe, morreu no domingo em sua casa em Gardnerville, Nevada. Ele tinha 79 anos. Seu assessor confirmou a notícia, embora nenhuma causa imediata tenha sido dada. No ano passado ele cancelou datas de turnê e anunciou aposentadoria devido a problemas de saúde após uma infecção. A cortina caiu literalmente sobre seis décadas de rock.

De Worcester à imortalidade

Nascido na Inglaterra em 1946, Mason montou a Traffic em 1967 com Steve Winwood, Jim Capaldi e Chris Wood. A banda ficou famosa por seu espírito inventivo e aqueles solos de guitarra alucinantes. Embora Feelin’ Alright? não tenha explodido instantaneamente, mais tarde se tornou um clássico regravado por Joe Cocker, Jackson 5 e até Grand Funk Railroad.

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Seu relacionamento com a Traffic era… complicado. Ele entrava e saía como se fosse uma porta giratória. Mas isso não o impediu: ele lançou uma carreira solo em 1969 com discos de ouro como Alone Together (1970) e platina como Let It Flow (1977). Ele também colaborou com pesos pesados: Rolling Stones (Beggars Banquet), George Harrison (All Things Must Pass), Paul McCartney e até Jimi Hendrix (Electric Ladyland).

Homenagem do Hall da Fama

Mason foi incluído no Rock & Roll Hall of Fame em 2004 com Traffic. E seu ex-companheiro de equipe Steve Winwood dedicou algumas palavras a ele no Instagram:

“Dave fez parte do Traffic durante seu primeiro capítulo… Suas composições, musicalidade e espírito distinto ajudaram a criar uma música que perdurou muito além de seu tempo.”

Winwood acrescentou que seu lugar nessa história será sempre lembrado.

Ele deixa sua esposa Winifred Wilson, filha Danielle e outros membros da família. A música fica.

Anahí do RBD e Backstreet Boys: reencontro em Las Vegas

O exRBD compareceu ao show da boyband no Sphere e o cantor compartilhou a foto.

Reunião pop em Las Vegas

Anahí, ex-integrante do RBD, compareceu ao show dos Backstreet Boys no Sphere em Las Vegas no sábado, 25 de julho. A visita não passou despercebida. Howie Dorough, um dos integrantes da boyband, compartilhou uma foto com a cantora mexicana no Instagram.

“Prazer em conhecê-lo”, escreveu Howie na parte inferior da imagem.

A publicação incluiu a música “Me hypnotisas” como música de fundo. A reação de Anahí não demorou muito. Horas depois, a artista respondeu em seu relato:

“O prazer foi todo meu, obrigado por ser tão gentil, até a próxima.”

Não foi o único encontro. Anahí também compartilhou um vídeo em que aparece conversando com AJ McLean, outro integrante dos Backstreet Boys, que lhe deu toda a atenção.

A atriz também se declarou abertamente fã do grupo. Em suas histórias no Instagram, ela expressou que o show a transportou para a adolescência, entre o final dos anos 90 e início dos anos 2000, quando a boy band dominava o cenário jovem.

“Eternamente fã dos Backstreet Boys, há músicas que não apenas trazem de volta memórias… elas trazem você de volta a quem você era.”

Anahí entra assim na lista de celebridades que presenciaram o show do grupo em Las Vegas, mas sua presença gerou repercussão especial nas redes sociais.

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Elías Medina chega a Reynosa com seus sucessos da regional mexicana

O cantor e compositor monterrey se apresentará no dia 31 de julho em Reynosa com um repertório que abrange duas décadas de carreira.

Elías Medina não apenas atua, mas também escreve os hinos que definem a música regional mexicana contemporânea. Nesta sexta-feira, 31 de julho, o cantor e compositor originário de Monterrey se apresentará no Reynosa Lions Club para oferecer um show que marcará sua carreira.

Duas décadas de composições

Com 20 anos de experiência, Medina construiu um catálogo que inclui músicas de grupos como Grupo Pesado, Grupo Firme, Invasores de Nuevo León, Leandro Ríos e Los Rieleros del Norte. Ele também escreveu para Bronco e El Duelo. Seu estilo é caracterizado por letras que contam histórias do cotidiano e conectam com o público.

O artista começou aos 15 anos cantando em bares e cantinas de Monterrey enquanto trabalhava para pagar os estudos. Essa disciplina o levou a se tornar um dos compositores mais requisitados do gênero.

Uma noite com o melhor do seu repertório

Sob o conceito de “O Novo Clássico da Música Mexicana”, Medina apresentará tanto seus sucessos como solista quanto aqueles que escreveu para outros intérpretes. O evento é nesta sexta-feira no Reynosa Lions Club, uma oportunidade de ouvir ao vivo um dos artistas mais prolíficos da música mexicana atual.

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Paola Núñez fala sobre seu retorno à TV mexicana com O Outro Pai

Paola Núñez retorna ao México com uma série da Netflix que mistura drama e segredos de família.

Paola Núñez nunca esquece as suas raízes. A atriz, conhecida por seu papel no filme Bad Boys, reconhece que sua passagem pelas novelas foi o trampolim para sua carreira internacional.

“Não podemos desvalorizar o género porque faz parte de quem somos e existe em todo o mundo”, afirma.

Depois de vários projetos nos Estados Unidos, sentiu falta da televisão mexicana. Sua personagem Barbie em Amor en custodia a marcou. “Ter participado de uma novela tão querida me faz sentir grata”, diz ela.

Um segredo de 20 anos

A Netflix estreou O Outro Pai, série que o nativo de Tijuana define como um melodrama com um tom diferente. A história acompanha Macarena (Silvia Navarro), cuja filha (Azul Guaita) precisa de um transplante de rim. Ao fazer exames, ela descobre que o marido (Manolo Cardona) não é o pai biológico.

Núñez interpreta Yolanda Martínez, uma mãe controladora. “Todos os personagens têm falhas, um passado sombrio. Isso os torna mais interessantes”, explica.

Reunião no set

O que a convenceu foi trabalhar com Silvia Navarro. Estudaram juntos no CEFAT da TV Azteca, mas nunca compartilharam uma cena. “Quando confirmaram que era a Silvia, liguei para ela para ter certeza. Foi uma delícia trabalhar com ela”, confessa.

Sua personagem, Yolanda, ama por falta e medo. Núñez reflete: “Não sou mãe, mas tenho uma; tivemos altos e baixos. Acho a relação mãe-filha fascinante”.

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