A popularidade de Merlin, o pato que se tornou mascote não oficial da Copa do Mundo na Cidade do México, gerou alarme no Congresso da capital. A deputada Luisa Ledesma, do Movimento Ciudadano, apresentou um Ponto de Acordo para evitar que esse fenômeno provoque um aumento na compra e venda irregular desses animais.
Medidas contra aquisição irresponsável
O legislador insta as autoridades ambientais, a Brigada de Vigilância Animal, o Ministério Público Ambiental e os 16 municípios a implementarem ações de prevenção, orientação e cuidado. O objetivo é impedir a aquisição irresponsável, o abandono e os maus tratos de patos e outras espécies.
Merlin ganhou simpatia nas redes sociais e na mídia ao ser apresentado como parte de uma família da capital e símbolo de alegria durante o evento esportivo. Porém, Ledesma alertou que esses casos podem gerar compras impulsivas sem considerar as reais necessidades de cuidados dos animais.
A proposta não proíbe a coexistência com animais, mas procura reforçar a vigilância e promover a posse responsável. Se aprovado, as autoridades deverão conceber campanhas e operações de informação para evitar que a loucura do Merlin termine em abandono ou abuso.




