CNTE anuncia greve nacional para 17 de outubro

Os professores dissidentes anunciam um dia de mobilização exigindo o cumprimento de suas demandas trabalhistas e educacionais.

Um grito de dignidade que percorre as salas de aula

Olá, comunidade consciente e transformadora! Hoje quero compartilhar com vocês uma notícia que nos convida a refletir profundamente sobre o poder da unidade e a busca incansável pela justiça. A Assembleia Representativa Nacional da Coordenadoria Nacional dos Trabalhadores em Educação, nossa querida CNTE, tomou uma decisão histórica. Eles convocaram uma greve nacional de 24 horas para o próximo 17 de outubro de 2025. Esta não é uma simples pausa; É uma manifestação vibrante de vontade colectiva, uma demonstração de que quando uma comunidade se reúne com um propósito claro, a sua voz torna-se um eco imparável. Imagine a energia de milhares de educadores alinhados, não por interesses pessoais, mas por um ideal partilhado de equidade e respeito. É um poderoso lembrete de que toda luta pelos direitos trabalhistas é, em sua essência, uma luta pela dignidade humana.

Esse movimento não vem do nada; Nasce de uma centelha de convicção e da necessidade de ser ouvido. A CNTE, por meio de comunicado oficial, manifestou-se firme contra o que chama de declarações enganosas. Ressaltam que a presidente Claudia Sheinbaum Pardo afirmou que o aumento salarial do setor foi homogêneo, mas a realidade vivida pelos professores no terreno conta uma história diferente: aumentos díspares e exclusivos. E você sabe o que? Isto ensina-nos uma lição inestimável: transparência e coerência são os pilares de qualquer relacionamento, seja pessoal, profissional ou entre um governo e o seu povo. Celebrar a verdade, mesmo quando ela é desconfortável, é o primeiro passo para uma solução autêntica e duradoura.

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Reivindicando um futuro com segurança e respeito

Mas a reivindicação não se limita aos salários. O coração desta mobilização também bate pela segurança de um futuro digno. A organização de professores afirmou que a redução dos anos de reforma, embora seja um progresso, é insuficiente. Porque? Porque um sistema de pensões verdadeiramente sólido não pode ser construído sobre bases individualistas; Deve tecer uma rede de caráter solidário, coletivo e intergeracional. Pense nisso: um sistema onde uma geração apoia a outra, criando um ciclo de apoio e gratidão. É um princípio que podemos aplicar nas nossas próprias vidas: construir legados que beneficiem aqueles que virão depois de nós, criando uma cadeia de prosperidade partilhada.

E há também a questão da educação, a espinha dorsal de qualquer sociedade que aspira à grandeza. A CNTE criticou o governo federal por anunciar uma nova consulta sobre reforma educacional, que, segundo sua perspectiva, corre o risco de se tornar mais uma simulação para validar políticas decididas de cima, sem considerar a voz dos verdadeiros arquitetos do futuro: os professores que todos os dias, nas salas de aula e nas comunidades, moldam a educação com sua paixão e esforço público. Isto inspira-nos a lembrar que as soluções mais poderosas não prevalecem; eles são co-criados. A colaboração genuína é a chave para uma transformação educacional real e significativa.

A mensagem é clara e contundente: o Executivo Federal e os governos estaduais têm falhado sistematicamente no atendimento às necessidades levantadas pelas representações da CNTE em cada entidade. Menciona-se uma política de simulação, omissão e desprezo às reivindicações legítimas da profissão docente nacional. Neste cenário, não há espaço para passividade. É um apelo à ação, para transformar a frustração num movimento organizado e cheio de propósito. Cada um de nós, na nossa área, pode aprender com esta determinação: quando enfrentamos obstáculos, a resposta não é desistir, é organizar-nos e levantar a voz com mais força.

As reivindicações são concretas e nascem da esperança de um amanhã melhor: a implementação de um sistema de pensões solidárias, a revogação total da Lei ISSSTE de 2007 e a reforma educacional promulgada durante os mandatos de seis anos dos ex-presidentes Enrique Peña Nieto e Andrés Manuel López Obrador. Estes não são simples pontos de uma negociação; São as bases para um pacto social renovado, onde a justiça e o reconhecimento do trabalho docente sejam uma realidade tangível.

Por todas estas razões, os professores dissidentes, esses heróis anónimos da educação, apelam a todas as suas bases para se unirem com força, dignidade e organização a esta greve nacional. É um convite a parar para seguir em frente, a fazer uma pausa coletiva que ressoa tão fortemente que impulsiona a verdadeira mudança. Esta é a essência da transformação: a capacidade de se unir, de acreditar no poder do coletivo e de agir com a convicção de que um futuro mais justo não só é possível, mas está sendo construído neste exato momento.

Lembre-se: cada passo em direção à justiça, por menor que pareça, é uma vitória para a humanidade. Vamos continuar construindo juntos!

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Sheinbaum reforça segurança e habitação em Cuautla

O presidente apresentou um pacote de ações sociais e de segurança em Cuautla, Morelos.

A presidente Claudia Sheinbaum visitou Cuautla, Morelos, para anunciar um conjunto de medidas sociais e de segurança. Entre eles, a construção de 10 novas escolas do Liceu Nacional “Margarita Maza”, visitas casa em casa, mais empregos através dos Jovens Construindo o Futuro e uma maior presença da Guarda Nacional.

“Vamos construir juntos, porque esse é um trabalho de todos, das famílias cuidarem dos filhos, do governo estadual e do governo federal”, destacou o presidente.

A visita ocorreu após a prisão do prefeito de Cuautla. Sheinbaum instruiu o fortalecimento da presença federal com atenção às causas, como parte da Estratégia de Segurança Nacional. Na próxima semana eles começarão passeios de casa em casa e contato com os comerciantes. Ele prometeu retornar em três meses para monitorar o progresso.

Habitação para o bem-estar

No evento também foram entregues 128 residências do Infonavit e 207 escrituras do Insus. Sheinbaum lembrou os quatro componentes do programa: construir 1,8 milhão de novas casas para pessoas com renda de um a dois salários mínimos; entregar o mesmo número de créditos para melhoria; conceder um milhão de escrituras; e reestruturar empréstimos impagáveis ​​para 5 milhões de famílias.

Octavio Romero Oropeza, diretor do Infonavit, informou que da meta de 1,2 milhão de moradias, já existem 440 conjuntos aprovados que totalizam 514 mil moradias (43% de avanço). Em Morelos, a meta é construir 13 mil novas moradias com um investimento de 8.150 milhões de pesos.

Edna Elena Vega Rangel, responsável pela Sedatu, explicou que foram entregues 128 casas e 207 escrituras. A governadora Margarita González Saravia agradeceu a ampliação da meta estadual para 24 mil moradias no semestre, além de outras obras como a modernização do campo, um Centro de Convenções em Cuernavaca e o programa rodoviário “Circuito Tierra y Libertad”.

A beneficiária Kendra Ramírez Orozco expressou sua gratidão pelo acesso à moradia. Sheinbaum reiterou o seu compromisso de regressar dentro de três meses para fazer o acompanhamento.

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Exigem justiça para um jornalista em Oaxaca; colega recebe ameaças

Ameaças contra jornalista em Oaxaca após o assassinato de Alejandro Leyva; protesto na Guelaguetza.

Ameaças contra correspondente

Após o assassinato de Francisco Alejandro Leyva Aguilar, o correspondente do Proceso em Oaxaca, Pedro Matías Arrazola, foi intimidado através das redes sociais. Eles o avisaram que ele seria o próximo.

Organizações como os Repórteres Sem Fronteiras e a ONU exigiram que as ameaças fossem investigadas e que fossem concedidas garantias de segurança. A Promotoria de Oaxaca mobilizou dois agentes para protegê-lo, e a polícia estadual realiza patrulhas perto de sua casa.

“Só descobri quando me falaram sobre os Repórteres Sem Fronteiras e depois sobre a ONU, mas não prestei muita atenção nisso (…). Melhor ser discreto”, declarou Matías.

O jornalista explicou que evitou divulgar as ameaças para não desviar a atenção do caso de Leyva. No entanto, os colegas aconselharam-no a não minimizar o risco, num contexto de crescentes ataques à imprensa.

Há dois anos, indivíduos atiraram coquetéis molotov com pregos em sua casa, sem causar ferimentos. Esse ataque o forçou a deixar o país por seis meses. Dezesseis anos antes ele foi sequestrado e torturado.

“Não tenho medo. Sou um crente. Tenho uma missão nesta vida e assim será até que Deus decida”, afirmou.

Matías apresentou queixa por ameaças ao Ministério Público do Estado. Iniciou-se sua incorporação ao mecanismo de proteção federal.

“Se permanecermos em silêncio, eles terão alcançado seu propósito. Em reconhecimento a Alejandro Leyva, continuarei na mesma linha crítica”, disse ele.

Protesto em Guelaguetza

Parentes e amigos de Alejandro Leyva protestaram durante o desfile da delegação Guelaguetza. Com lonas, faixas no telhado de uma casa e vestidos de preto, exigiam justiça.

“Somos a família de Alejandro e pedimos justiça para meu tio. Conhecemos a situação do país. Não é apenas Oaxaca, é o país inteiro. Por favor, junte-se à nossa causa”, expressaram os manifestantes.

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Sheinbaum anuncia reabertura de fronteira para gado mexicano

Reabertura gradual da fronteira dos EUA ao gado mexicano no final de agosto.

Nova etapa da pecuária nacional

A presidente Claudia Sheinbaum confirmou que a fronteira dos Estados Unidos será reaberta gradualmente no final de agosto para a exportação de gado mexicano. A medida representa um alívio económico para o país e para milhares de famílias que se dedicam à pecuária.

Ambas as nações sofreram perdas durante a paralisação, causada pela presença da bicheira. Sheinbaum reconheceu que o trabalho coordenado entre governos e produtores durante mais de um ano permitiu conter a praga.

“Vocês sabem que temos trabalhado no assunto, tanto com todas as organizações pecuárias quanto com os governadores, para conter a bicheira”, disse o presidente de Cuautla, Morelos.

Como parte da estratégia, já funciona em Chiapas uma fábrica de produção de moscas estéreis. Além disso, a Cofepris analisa uma nova cepa que tornaria o processo mais eficiente.

Sheinbaum explicou que o esforço é realizado em conjunto com os governos do México, dos Estados Unidos e do Panamá. Esta articulação criou as condições para que a autoridade norte-americana autorizasse a abertura da fronteira.

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