Chris Martin e Sophie Turner estrelam boato romântico inesperado

A Rainha do Norte e o mentor do Coldplay foram capturados em um encontro que disparou todos os alarmes românticos.

De Westeros aos palcos do Coldplay: o crossover que ninguém esperava

Parece que o universo, em seu eterno e caótico senso de humor, decidiu juntar a Rainha do Norte com o cara que canta sobre estrelas. Sim, no sorteio de romances famosos surgiu a combinação mais aleatória do ano: Sophie Turner e Chris Martin. Segundo os paparazzi e a mídia britânica, que têm um sexto sentido para essas coisas, a atriz de Game of Thrones e o vocalista do Coldplay foram vistos no que a imprensa chamou de um encontro discreto. Basicamente, é o equivalente a um teaser de uma nova série que todos querem estragar.

O encontro privado ocorreu em um momento digno de um roteiro da Netflix: apenas uma semana depois de Sophie encerrar seu relacionamento de um ano com o aristocrata Peregrine Pearson. Por outro lado, Chris, o rei das baladas melancólicas, voltou ao mercado sentimental há alguns meses após encerrar definitivamente seu noivado intermitente com Dakota Johnson, relacionamento que durava desde 2017. Vamos lá, os dois tinham acabado de fazer um reset emocional e, aparentemente, decidiram tentar uma nova conexão. A imprensa inglesa afirma que a dupla partilha vários amigos em comum, o que torna este passeio menos fortuito e mais planeado, como uma participação especial perfeitamente orquestrada.

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Um aceno ao passado que agora ganha um novo significado

E caso você pense que essa história surgiu do nada, temos um flashback crucial. O ano era 2020 e Sophie Turner ainda era casada com Joe Jonas. Durante participação no programa “Cup of Joe”, a atriz recebeu uma surpresa em forma de vídeo: o próprio Chris Martin apareceu na tela para lhe desejar feliz aniversário. “Meu nome é Chris, do Coldplay. Só queria desejar a vocês um dia maravilhoso”, disse o músico. A reação de Sophie, entre risos e surpresa genuína, foi retumbante: “É Chris Martin!” Na época foi uma troca adorável e casual; Hoje, no jornal de segunda-feira, parece o primeiro capítulo de uma trama de amor.

O contexto de seus relacionamentos passados adiciona camadas de drama a esse possível novo romance de estrela. O casamento de Turner com Joe Jonas terminou em 2023, após quatro anos de relacionamento e com duas filhas juntas. Martin, por sua vez, tem sua própria história: ele foi casado com a atriz e guru do bem-estar Gwyneth Paltrow de dezembro de 2003 até eles anunciarem seu “desacoplamento consciente” (ou separação consciente, para os plebeus) em 2014. Ambos sabem o que é estar sob os holofotes públicos implacáveis e administrar uma vida pessoal entre rompimentos e reconciliações.

Até o momento, a suposta reaproximação entre o intérprete de Game of Thrones e o vocalista da banda britânica não foi comentada pelos interessados. Optaram pelo silêncio, a estratégia clássica que só serve para alimentar ainda mais o fogo da especulação. Os seguidores de ambos os artistas estão em um estado que oscila entre a curiosidade e o choque, pois nunca imaginaram ver um Stark romanticamente ligado à mente criativa por trás de hinos globais como “Yellow” ou “The Scientist”. É o tipo de tweet que quebra a Internet.

Será este o início de uma nova relação de poder no jet set? Ou apenas dois colegas compartilhando um momento? O tempo, e provavelmente mais algumas fotos de paparazzi, dirão.

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Renny Harlin e Aislinn Derbez: as estreias da semana

Tubarões e drama mexicano chegam ao outdoor após o fim do futebol.

Depois de quase um mês de jogos de futebol, o público volta aos cinemas com duas propostas opostas: uma de tubarões com cunho de ação e outra de drama mexicano.

Impacto mortal: tubarões e sobrevivência em alto mar

Um voo de Los Angeles para Xangai apresenta defeito e cai no oceano. Os sobreviventes ficam presos nos destroços enquanto tubarões cercam a área. A fuselagem afunda e eles devem decidir se arriscam na água ou esperam lá dentro.

Renny Harlin, que já demonstrou seu talento em Deep Alert e High Speed, dirige este filme. O elenco inclui Ben Kingsley, Aaron Eckhart, Lucy Barrett e Molly Belle Wright. Gene Simmons, fundador do Kiss, é produtor e focado na sonoplastia do acidente.

“Harlin recupera parte de seu antigo vigor na vertiginosa aceleração da violência”, observa o The Hollywood Reporter.

“É um filme sólido e divertido sobre um avião que colide com tubarões. Está muito mais acima na cadeia alimentar do que deveria estar”, acrescenta IndieWire.

Até o fim do mundo: drama profundo com ex-parceiro

Aislinn Derbez e Mauricio Ochmann dividem novamente o set, desta vez em um drama distante da comédia que os tornou famosos em A la mala. A história, que Derbez promoveu durante quase uma década, aborda uma doença grave e um relacionamento amoroso complexo.

A atriz fez terapia antes de concordar em filmar com Ochmann, seu ex-companheiro e pai de sua filha. O filme começa em 1975 e termina dez anos depois. É o filme de estreia de Emiliano Castro Vizcarra.

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Cecilia Suárez é homenageada no GIFF após incidente

Um fotógrafo caiu no palco pouco antes de a atriz receber seu prêmio.

Homenagem com susto

“Em primeiro lugar, gostaria de saber se a pessoa que caiu está bem”, disse Cecilia Suárez ao pegar o microfone no Teatro Juárez. A atriz se referia a um fotógrafo que caiu acidentalmente no fosso do palco de uma altura de cerca de dois metros. Relatórios oficiais confirmaram que ele não sofreu ferimentos.

A noite, porém, foi de celebração. Suárez recebeu a Cruz de Prata da Filmoteca da UNAM, prêmio feito com restos de metal da revelação do filme. Hugo Villa, diretor da Cinemateca, brincou: “Podem te dar 8 mil pesos por isso”.

A atriz de Tampico chegou acompanhada do filho, a quem reconheceu como o seu motor de vida. Ela aceitou que a maternidade torna as mulheres cafonas, lembrando de María Félix:

“Tende-se a pensar que quando se recebe uma homenagem é preciso ter uma certa idade, e tendo a me considerar muito mais jovem do que realmente sou. A trajetória de uma atriz não pode ser compreendida sem esforço coletivo.”

Como ativista, ela levantou a voz em defesa das mulheres, inclusive na ONU. Considerou que em tempos turbulentos só o esforço coletivo ajudará a avançar.

Também falaram no evento Irene Azuela, que confessou que no início teve medo de dividir o cenário com ela, mas uma brincadeira a acalmou, e Ernesto Contreras, seu diretor em Párpados azul e Las Oscuras Primaveras.

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Cecilia Suárez: “Gastei milhões de pesos em terapia”

A atriz mexicana revela seu investimento em terapias e técnicas como a psicomagia para se proteger emocionalmente.

Cecilia Suárez, conhecida por “A Casa das Flores” e “Sexo, Modéstia e Lágrimas”, falou abertamente sobre o custo emocional de seu trabalho. Durante uma master class no Festival Internacional de Cinema de Guanajuato (GIFF), onde recebeu uma homenagem nacional, confessou: “Milhões de pesos gastos em terapia e muitas horas de autorreflexão”.

A atriz destacou que o trabalho de atuação exige uma revisão constante de quem se é e quais ferramentas cada personagem utiliza. Para “curar” após atuações intensas, recorreu a diversas técnicas. A mais recente é a psicomágica, criada por Alejandro Jodorowsky, que funde teatro, ritos xamânicos e psicanálise.

“Acredita-se que depois de um certo tempo isso não acontecerá mais, mas não é o caso. A última coisa foi a psicomágica para me proteger nas funções e ficar em um lugar estável”, disse ele.

Teatro, o rei do seu coração

Embora trabalhe em cinema, televisão e teatro, Suárez deixou claro qual é o seu preferido. Ele brincou com a diretora do GIFF, Sarah Hoch: “Com licença, Sarah. A interpretação tem sua sede lá, ainda é a prova de fogo dos atores; lá não temos tomada 2 ou 3, não tem truques e é isso que me fascina.”

Relativamente às novas gerações, considerou que estas sentem angústia durante os intervalos, quando deveriam estar a usufruí-los.

Sete anos na Espanha, mas sempre no México

Morando na Espanha há sete anos, Suárez garante que continua acompanhando seu país. “Ele está presente todos os dias, lendo notícias, conversando, comendo comida mexicana em casa; há uma certa saudade de estar aqui ou voltar em algum momento”.

Ele considera que viver no exílio voluntário é enriquecedor: “Descobri parte da minha história familiar e reconheci em mim parte do país. Temos líderes que insistem em dividir em vez de gerar uma sinergia que nos enriqueça mais”.

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