Bebê e mãe se recuperam do Ebola em meio a surto no Congo

Um bebé de 16 meses e a sua mãe derrotaram o Ébola no leste do Congo.

Progressos positivos na luta contra o Ébola

Um bebé de 16 meses e a sua mãe conseguiram vencer o Ébola no leste da República Democrática do Congo. Ambos deixaram o Centro de Tratamento Rwampara, perto de Bunia, juntamente com outras cinco pessoas que também venceram a doença. É um dos poucos desenvolvimentos encorajadores durante o atual surto.

A mãe disse que levou o filho ao centro médico no final de maio. O menino apresentava sangramento pela boca e nariz, além de dificuldade de locomoção. Os especialistas confirmaram através de um teste PCR que ele estava infectado com o vírus Ebola e recebeu tratamento oportuno.

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Números e desafios do surto

O Ministério da Saúde congolês relata 837 casos confirmados, incluindo 196 mortes. Desde que o surto foi declarado oficialmente em meados de maio, pelo menos 49 pessoas recuperaram. No entanto, as autoridades alertam que o número real de infecções pode ser superior.

A situação mantém as organizações internacionais de saúde em alerta. O diretor do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças alertou que este surto pode tornar-se o pior já registado se não for contido. O vírus Bundibugyo, uma variante rara, não tem vacina nem tratamento aprovado.

A luta contra a doença é complicada pela violência e pelo deslocamento na província de Ituri, onde se concentra a maioria dos casos. Milhares de pessoas fugiram das suas casas devido ao conflito, dificultando o rastreio de contactos e a assistência médica em comunidades remotas.

Crise política em Porto Rico: acusações de corrupção abalam o governo

Novas acusações de corrupção abalam a administração de Jenniffer González em Porto Rico.

A administração da governadora Jenniffer González enfrenta uma nova crise política. As alegações de corrupção e interferência governamental envolvem o seu chefe de gabinete, Francisco Domenech, que também dirige a Autoridade Consultiva Financeira e a Agência Fiscal de Porto Rico.

Domenech apresentou declarações sob juramento contra o antigo chefe de desenvolvimento económico, Sebastián Negrón, perante o Departamento de Justiça e o Gabinete de Ética Governamental. Negron renunciou em maio, acusando o governo de interferir em seu trabalho.

Em entrevista ao WIPR, Domenech justificou sua demora em apresentar as acusações: ele precisava reunir provas contra Negron, a quem o governador havia chamado de “uma estrela”.

O caso chegou ao Congresso dos Estados Unidos. O senador republicano Mike Lee perguntou a González: “Como o Congresso pode ter certeza de que os fundos federais enviados a Porto Rico não estão sendo mal utilizados?” O governador afirmou que há fiscalização rigorosa e que as acusações contra Domenech são falsas.

O presidente do Senado de Porto Rico, Thomas Rivera Schatz, do mesmo partido do governador, pediu a renúncia de Domenech. Ele ofereceu imunidade legislativa “se eles confessassem seus crimes” para erradicar a corrupção.

Domenech alega que Negrón interferiu em licitações com fundos federais e pressionou para colocar em cargos partidários de González. Negrón descreveu as acusações como falsas e alertou: “O mais preocupante não é o ataque contra mim, mas a mensagem que é enviada a cada funcionário público que testemunha irregularidades e decide denunciá-las.”

Negrón afirmou que as empresas que investem em Porto Rico foram arrastadas para o escândalo. “Porto Rico precisa fortalecer a confiança de quem investe e não transformá-la em danos colaterais em disputas políticas”, afirmou.

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Ucrania golpea refinería de Moscú por segunda vez en una semana

Segundo ataque en una semana contra infraestructura petrolera rusa provoca restricciones aéreas y de combustible.

Ataque à infraestrutura energética

A Ucrânia atacou esta quinta-feira a Refinaria de Petróleo de Moscovo, o segundo ataque em sete dias. O bombardeio com dezenas de drones gerou uma coluna de fumaça negra visível de vários pontos da capital russa.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou o ataque e associou-o aos acordos de apoio obtidos na cimeira do G7.

“Se a Ucrânia vai arder, a sua Moscovo também arderá”, declarou Zelensky, acrescentando que a ofensiva procura forçar Vladimir Putin a negociar o fim da guerra.

A refinaria, uma das maiores da Rússia, produz mais de um terço do combustível da região de Moscou. O incêndio criminoso foi contido horas depois, segundo o prefeito Sergei Sobyanin.

Consequências em Moscou

O ataque interrompeu temporariamente as operações em quatro aeroportos da capital. Mais de 500 voos foram atrasados ​​ou cancelados, informou o jornal Kommersant.

Na região de Moscou, um drone atingiu um prédio residencial em Zhukovsky. As autoridades locais relataram 17 feridos, incluindo dois menores. Várias casas foram danificadas pela queda de destroços dos artefatos.

A ofensiva também afetou o abastecimento de combustível. Redes de postos de gasolina de diversas regiões impuseram restrições de compras. O meio de comunicação independente Agentstvo destacou que uma em cada quatro emissoras já aplica limites.

O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andri Sibiga, respondeu nas redes sociais às perguntas dos moscovitas sobre o sucedido:

“Seu país iniciou uma guerra de agressão contra o nosso. Pergunte a Putin quando ele planeja acabar com ela.”

De Kazan, onde Putin recebia líderes do Sudeste Asiático, a resposta russa foi imediata. Viacheslav Volodin, presidente da Duma, alertou:

“A ação deles levará à nossa reação e ao lançamento de golpes mais duros, com armas mais poderosas.”

Alguns setores nacionalistas, como o empresário Konstantín Maloféyev, chegaram a apelar à utilização de armas nucleares. “Guerra significa vitória a qualquer custo”, escreveu ele no Telegram.

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Os momentos informais por trás da cimeira do G7

Microfones abertos revelam o lado mais descontraído dos líderes na cimeira do G7.

Momentos informais na cimeira do G7

A cimeira do G7 em Evian-les-Bains não abordou apenas grandes desafios globais, como o comércio, a segurança e os conflitos internacionais. Microfones abertos capturaram o lado mais descontraído dos líderes mundiais.

Donald Trump chegou atrasado a uma mesa de trabalho sobre a economia global e as tensões comerciais com a China. Brincando, ele exclamou:

“Eu sou o chefe!”

As risadas entre os líderes não demoraram muito.

Outro episódio chamou a atenção: a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, revelou que parou de fumar desde 1º de maio. A notícia gerou parabéns e piadas entre seus colegas, que até perguntaram sobre métodos para abandonar o hábito.

O ambiente descontraído permitiu conversas sobre esportes. Foi citada a Copa do Mundo de futebol que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, além da Liga dos Campeões. Emmanuel Macron, Keir Starmer e o próprio Trump participaram das negociações.

Um dos momentos mais comentados foi a referência enigmática de Trump à Groenlândia durante uma conversa privada. Além disso, ocorreram trocas diplomáticas de presentes: camisa de futebol alemã e bicicletas personalizadas, que deram um tom simbólico e leve a uma cúpula política de alto nível.

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