Arsenal varre a Bélgica e sonha com o Chelsea

O Arsenal derrotou o OH Leuven na Bélgica e se aproxima de um clássico de Londres nas quartas de final.

Um passo firme em direção ao clássico

O Arsenal feminino não veio à Bélgica para jogar. Ele veio deixar uma mensagem. E cara, ele fez isso. O atual campeão venceu esta quarta-feira o OH Leuven (1-5) na primeira mão do playoff da Liga dos Campeões, aproximando-se dos quartos de final como um comboio.

Lá, com toda a probabilidade, o Chelsea os espera. Um duelo em Londres que promete fogo. Mas primeiro tinha que ser cumprido em Leuven.

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Maanum e Smith, letais

Frida Maanum era simplesmente imparável. O norueguês abriu o placar com uma cabeçada magistral após cruzamento perfeito de Caitlin Foord. Mas ele não estava satisfeito.

“Quando a equipe trabalha assim, é mais fácil para todos”, declarou Maanum após o jogo.

Olivia Smith, a contratação do recorde do verão, mostrou por que o Arsenal desembolsou tanto por ela. Seu gol foi um chute de primeira, buscando o canto mais distante com uma frieza impressionante.

Maanum apareceu novamente sem marcar para marcar o segundo, Foord repetiu a assistência e Alessia Russo, saindo do banco, finalizou o trabalho. Um recital coletivo.

A bela notícia do dia veio com Kim Little. A capitã escocesa entrou em campo para disputar seu 400º jogo com a camisa do Arsenal. Pura lenda viva.

O novo formato da Liga dos Campeões

Este ano a competição mudou, copiando o modelo masculino: fase inicial do campeonato e depois playoffs. Os quatro primeiros colocados (Barça, Lyon, Chelsea e Bayern) foram direto para as quartas de final.

Os do quinto ao décimo segundo lugar, como Arsenal (5º) e Leuven (12º), tiveram que disputar este playoff. A vantagem obtida hoje é quase definitiva.

O que está por vir

Embora o Arsenal já sinta o cheiro das quartas, outras equipes ainda têm trabalho a fazer. Nesta quinta-feira jogam Wolfsburg-Juventus e Atlético-Manchester United.

A revanche será na próxima semana em Londres. Mas com esse resultado parece mais um procedimento do que qualquer outra coisa. O foco já está naquele possível Chelsea-Arsenal que abalaria a capital inglesa.

Fulham contrata Álvaro Arbeloa em carrossel de técnicos

O clube londrino contrata o ex-interino do Real Madrid após uma série de mudanças.

O Fulham anunciou na madrugada desta quarta-feira a contratação de Álvaro Arbeloa como seu novo treinador. O movimento fecha um carrossel de técnicos que envolveu Real Madrid e Benfica.

Arbeloa, 43 anos, deixou o Real Madrid no final da temporada passada. Lá ele foi técnico interino após a saída de Carlo Ancelotti. Agora ele assina por três anos com o time londrino.

Uma cadeia de relés

A substituição começou quando José Mourinho assumiu o comando do Real Madrid. Mourinho veio do Benfica, clube que nomeou Marco Silva para cobrir a sua saída. Silva chegou do Fulham, onde passou cinco anos.

Assim, Arbeloa ocupa a posição deixada por Silva. O espanhol terá a missão de melhorar o desempenho da equipe na próxima temporada da Premier League.

Carreira como técnico

Arbeloa passou a maior parte da sua carreira como treinador nas categorias de base do Real Madrid. Sua função interina no time titular lhe deu visibilidade, embora tenha conseguido poucos jogos. Agora ele dá o salto para uma liga exigente.

O Fulham busca estabilidade após constantes mudanças no banco. Com Arbeloa, o clube aposta num treinador jovem e com conhecimento do futebol de elite.

A mudança gerou interesse no futebol europeu devido à dinâmica entre os três clubes. Todos foram reorganizados após uma série de decisões estratégicas.

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Brasil e Alemanha: o declínio de dois gigantes da Copa do Mundo

As duas potências históricas do futebol mundial atravessam a pior fase das últimas décadas.

Brasil e Alemanha, as duas seleções mais bem-sucedidas da história das Copas do Mundo, estão passando por um declínio que parece não ter freio. A Canarinha, pentacampeã, se despediu do América do Norte 2026 nas oitavas de final, algo que não acontecia desde a Itália 1990. Desde então, o time havia chegado pelo menos às quartas de final em sete edições consecutivas, com dois títulos incluídos (1994 e 2002).

Pela primeira vez em sua história, o Brasil soma seis Copas do Mundo sem levantar o troféu. A sexta estrela parece cada vez mais distante.

Alemanha: da semifinal ao esquecimento

A Mannschaft, tetracampeã, foi eliminada nas oitavas de final contra o Paraguai. É a terceira edição consecutiva em que a Alemanha não ultrapassa a oitava; na Rússia 2018 e no Catar 2022 ele nem passou da fase de grupos.

O contraste é brutal: entre 2002 e 2014 os alemães disputaram semifinais em quatro Copas do Mundo consecutivas. Hoje, eles nem garantem a passagem para as oitavas de final. Embora esta não seja a maior seca sem título – entre 1990 e 2014 eles passaram cinco torneios – alcançar a quinta estrela parece um feito distante.

O fundo ainda não chegou

Nem o Brasil nem a Alemanha chegaram ao fundo do poço: ambos continuam classificados para as Copas do Mundo. Mas o seu declínio é evidente. A Itália, por exemplo, já perdeu as últimas três edições. A história mostra que os poderes podem deixar de ser poderes se as falhas se acumularem.

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Marrocos busca vingança contra a França na Copa do Mundo de 2026

Marrocos enfrenta a França em duelo decisivo; o técnico Ouahbi não aceita elogios antecipados.

A seleção marroquina volta a enfrentar a França em uma Copa do Mundo. Desde o Qatar 2022, os Leões do Atlas conquistaram respeito global ao chegar às semifinais, onde caíram para os Les Bleus. Quatro anos depois, o destino os confronta novamente em uma partida que determinará sua vaga na próxima rodada.

O treinador marroquino, Mohamed Ouahbi, não quer ouvir elogios prematuros. Embora sua equipe já seja considerada uma revelação, ele a rejeita:

“Quando dizem que tivemos um torneio de sucesso, não gosto. As avaliações devem ser feitas no final. Estamos fazendo todo o possível para vencer. Não vamos ouvir quem diz: ‘O que eles fizeram já é bom, a França é a favorita’. Não vamos cair nessa armadilha.”

Ouahbi antecipa uma partida complexa. A mensagem deles é clara: eles vão sair e brincar como se estivessem nas cordas. “O único prêmio é ganhar a Copa. Nossos pontos fortes são o que nos trouxe de volta aqui. Estamos evoluindo e a França também. Estamos melhores do que em 2022”, afirmou.

Brahim Díaz, figura do time, reconheceu o talento do rival, principalmente de seus companheiros do Real Madrid:

“Aurélien e Kylian são meus companheiros no Real Madrid. São grandes jogadores e pessoas bonitas. Mas amanhã seremos rivais. Tenho confiança na minha equipe. Sei que faremos um grande jogo.”

O Marrocos, de olho na taça, busca mostrar que seu desempenho em 2022 não foi por acaso. Este duelo é uma oportunidade para escrever uma nova página na história do futebol.

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