Wrexham olha para a Premier e o Chelsea é o seu teste

O sonho do Premier bate em Wrexham. Este sábado, contra o Chelsea, será um teste decisivo para medir a sua ambição.

O sonho galês que ninguém ousou nomear

Três promoções seguidas. Das sombras do futebol não profissional às lutas no Campeonato. Agora, o Wrexham tem a Premier League em vista. E neste sábado, contra o campeão mundial Chelsea pela FA Cup, vem um teste de alto nível.

“O que mostramos é que, com a nossa cultura, somos muito bons em estar prontos,”

Foi o que disse Michael Williamson, presidente-executivo do clube. Ele estava falando sério. Ele até projeta que eles poderiam estar preparados para a elite… na próxima temporada. Parece loucura, mas esta equipa já reescreveu a sua história.

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Mais que um conto de fadas com celebridades

É fácil ficar com Ryan Reynolds, Rob McElhenney e a série documental. Mas o mérito está em campo. Eles contrataram mais de 60 jogadores desde 2021 para acompanhar a ascensão meteórica.

A assinatura do disco, Nathan Broadhead, custou cerca de 10 milhões. Um número ridículo perto dos quase 2.000 milhões que o Chelsea gastou desde 2022. A diferença económica é abismal.

“Eles disseram isso desde o primeiro dia e todos riram deles”, disse Williamson sobre o gol de seus proprietários. “Sabemos o que temos que fazer. Será muito difícil, mas podemos fazer.”

A fé é inquebrável. Mas a realidade da Premier é cruel: as três equipes promovidas na temporada passada caíram imediatamente. Sobreviver lá é outra liga.

Williamson sabe disso: “Teríamos que pensar em uma mudança na escalação e estamos definitivamente planejando isso”. O planejamento já está em andamento.

Enquanto isso, há um jogo para vencer. O técnico Phil Parkinson, constante nesse turbilhão de mudanças, tem um foco claro: surpreender o Chelsea na FA Cup.

“Vamos fazer tudo para ter um desempenho muito bom”, disse ele ao North Wales Chronicle.

Este sábado no Hipódromo não é apenas passagem para as quartas de final. É uma mensagem para o mundo do futebol: Wrexham significa negócios.

França x Marrocos: calendário e canais das quartas de final da Copa do Mundo de 2026

As quartas de final da Copa do Mundo de 2026 começam com França x Marrocos. Programação e canais.

Quartas de final da Copa do Mundo de 2026

Nesta quinta-feira, 9 de julho, começam as quartas de final da Copa do Mundo. O primeiro duelo colocará a França contra o Marrocos, no Estádio de Boston.

A partida está marcada para as 14h, horário central do México. A transmissão estará disponível em televisão aberta através do Canal 5, Azteca 7 e sinal TUDN. Também pode ser acompanhado através do passe da Copa do Mundo ViX.

Ambas as seleções chegam a esta fase depois de passarem a fase de grupos e as oitavas de final. A França, campeã mundial em 2018, busca repetir o feito. O Marrocos, por sua vez, tenta fazer história ao avançar pela primeira vez às semifinais.

A partida promete ser intensa, com estilos de jogo contrastantes. Os fãs mexicanos poderão assistir ao vivo em telas abertas ou na plataforma de streaming.

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Sheinbaum defende sucesso do desarmamento voluntário

Presidente destaca resultados do programa de entrega de armas com apoio eclesiástico.

A presidente Claudia Sheinbaum defendeu esta quinta-feira o programa “Sim ao Desarmamento, Sim à Paz” como uma iniciativa bem-sucedida para retirar armas de fogo dos lares mexicanos. Cada arma entregue, disse ele, representa uma possível vida salva.

“Tem tido muito sucesso e também tudo o que fazemos para desarmar pacificamente é salvar uma vida. É remover um instrumento que pode causar a morte. É pacificador”, disse ele em sua conferência matinal no Palácio Nacional.

O programa permite a entrega anônima de armas sem investigação e oferece apoio financeiro em troca. Segundo o presidente, a colaboração com a Igreja Católica tem sido fundamental. Esta quinta-feira ele conduzirá um dia no átrio da Basílica de Guadalupe, onde a programação começou no ano passado.

Desarmamento voluntário e resultados

O desarmamento voluntário faz parte da política de pacificação do governo, que procura reduzir a violência sem confronto direto. Sheinbaum destacou que a confiança gerada pelos espaços religiosos facilita a participação dos cidadãos.

Para comemorar o Dia Internacional da Destruição de Armas de Fogo, a Secretaria de Defesa Nacional apresentará em breve um balanço das armas apreendidas e destruídas. O presidente anunciou que este relatório incluirá dados sobre o número de armas retiradas de circulação desde o lançamento do programa.

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Eduardo Feinmann pede desculpas por comentários contra o México

Após comentários contra os mexicanos, o jornalista argentino apresentou um pedido público de desculpas em seu programa.

O jornalista argentino Eduardo Feinmann gerou forte polêmica nas redes sociais depois que suas declarações consideradas ofensivas ao povo mexicano se tornaram virais. Em seu programa de rádio, Feinmann disse: “Odeio os mexicanos, a inveja que os mexicanos têm dos argentinos, eles querem ser como nós”. As frases desencadearam uma rejeição generalizada tanto no México como na Argentina, incluindo a comunidade argentina que vive em território mexicano.

A rivalidade futebolística entre os dois países aumentou nos últimos anos para além dos esportes. Figuras públicas como Feinmann, em vez de promoverem a unidade, alimentam frequentemente o confronto com comentários que ultrapassam a linha da discriminação.

Desculpas no ar

Diante da pressão pública, Feinmann se retratou ao vivo durante seu show. “Fiz um comentário que irritou milhões de mexicanos e eles têm razão em estar zangados comigo”, disse ele. E acrescentou: “Não foi um comentário xenófobo, nem uma mensagem de ódio, estávamos a falar de futebol”.

O comunicador também observou: “Se algum mexicano sentiu que minhas palavras o atingiram pessoalmente, quero dizer-lhe que não foi esse o sentido do que eu disse”. Na tentativa de acalmar a polêmica, afirmou que não sente desprezo pelo povo mexicano e que falou por paixão esportiva.

As desculpas não conseguiram dissipar completamente a agitação nas redes sociais. Vários usuários apontaram que a xenofobia disfarçada de “paixão pelo futebol” não deveria ser normalizada, enquanto outros consideraram suficiente o gesto de Feinmann. O debate sobre os limites da rivalidade desportiva permanece aberto.

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