Argentina e Espanha disputam título mundial em Nova Jersey

Argentina e Espanha definem o título mundial em Nova Jersey. Ofensa contra defesa.

A final da Copa do Mundo coloca o melhor ataque contra a melhor defesa. A Argentina, com Lionel Messi como líder, chega com 19 gols a favor. A Espanha, por outro lado, recebeu apenas um em todo o torneio.

No domingo, em East Rutherford, Nova Jersey, a atual campeã Argentina buscará seu quarto título. A Espanha aspira ao seu segundo título depois de 2010. A Argentina tentará se tornar o primeiro time a vencer Copas do Mundo consecutivas desde o Brasil em 1958 e 1962.

RelacionadoArgentinos e ingleses se enfrentam na semifinal da Copa do Mundo

A semifinal: a Espanha eliminou a França por 2 a 0 na terça-feira. A Argentina voltou contra a Inglaterra para vencer por 2 a 1 na quarta-feira.

Uma história compartilhada

Em 2007, uma foto imortalizou Messi com um bebê num programa da UNICEF. Esse bebê era Lamine Yamal, agora uma estrela canhota do Barcelona. Duas décadas depois, ambos se reencontram na final mais importante do futebol.

“É uma equipa enorme, com grandes jogadores, com um jogo… uma filosofia futebolística que existe há muitos anos”, declarou Messi sobre a Espanha. “Eu os sigo, vários estão no Barça, então é um jogo especial”.

Como eles chegaram

Espanha: seis vitórias, um empate. 13 gols a favor, um contra. Eles venceram Áustria, Portugal, Bélgica e França por eliminação direta.

Argentina: sete vitórias, zero empates. 19 gols a favor, sete contra. Venceu Cabo Verde, Egipto, Suíça e Inglaterra.

Ambas as equipes chegam invictas. Espanha acumula 37 jogos sem perder; A Argentina não perde há 13 partidas da Copa do Mundo desde a derrota para a Arábia Saudita em 2022.

O duelo promete ser um choque de estilos: o presente e o futuro do futebol são medidos na maior final da história.

Necaxa e Atlante revivem o clássico mais antigo do México

Potros de Hierro retorna à Primera após 12 anos, contra seu rival histórico.

O Pai de Todos os Clássicos retorna à cena

Nesta quinta-feira começa o Apertura 2026 da Liga MX. Quem abre a temporada é o duelo entre Necaxa e Atlante, dois times que representam a rivalidade mais longa do futebol mexicano.

A volta dos Iron Colts à Primeira Divisão não poderia ter cenário melhor: contra o Rayos, seu rival histórico. O encontro revive o chamado “Pai de Todos os Clássicos”.

Félix Fernández, ex-goleiro do Barça e hoje analista da Fox Sports, descreveu o duelo como um elogio aos atlantistas.

“No retorno do Atlante – depois de 12 anos – à Primeira Divisão, o fato de o Necaxa nos receber – em Aguascalientes – é um elogio. É boa essa possibilidade de retornar contra uma equipe com a qual foram retomados confrontos memoráveis na década de 90”, comentou Fernández.

O ex-goleiro descreveu aquela época como uma rivalidade muito apaixonada e familiar, com estádios lotados e torcedores entusiasmados. Relativamente ao jogo desta quinta-feira, descreveu-o como “muito atípico” e de difícil previsão, devido às derrotas que ambas as equipas têm sofrido.

A última vez que se viram no circuito principal foi em 16 de abril de 2011. Nesse dia assinaram um empate em 1 a 1 que levou o Necaxa à promoção, então à segunda categoria. Portanto, o encontro desta noite tem um sabor especial.

Ambas as equipes chegam com elencos renovados. O Los Rayos tentará começar com o pé direito em casa, enquanto o Atlante tentará mostrar que o seu regresso é para ficar.

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Jogadores argentinos exibem faixa para as Malvinas após vitória

Jogadores argentinos exibiram uma bandeira sobre as Malvinas após vencerem a Inglaterra nas semifinais da Copa do Mundo.

Controvérsia sobre mensagem no campo de jogo

Atlanta, EUA.- Um grupo de jogadores de futebol argentinos exibiu uma faixa com a legenda “As Malvinas são argentinas” após vencer a Inglaterra por 2 a 1 na semifinal da Copa do Mundo. A manta foi segurada por Giovani Lo Celso, Nicolás Otamendi e outros jogadores enquanto o restante do time comemorava com a torcida.

Antes da partida, a ministra da Segurança da Argentina, Alejandra Monteoliva, alertou que bandeiras com alusões às Malvinas não seriam permitidas, citando o código de conduta da FIFA que proíbe conteúdo politicamente divisivo. O alerta gerou críticas nas redes sociais de Buenos Aires.

A Inglaterra mantém o controle das ilhas desde a guerra de 1982. A Argentina reivindica o território, que considera parte da sua identidade nacional. O Reino Unido afirma que os ilhéus preferem o estatuto actual.

Na véspera, o técnico argentino Lionel Scaloni havia pedido para não vincular a partida ao conflito:

“É um jogo de futebol. O que podemos fazer com tudo o que aconteceu anos atrás? É inútil, é triste. Muita coisa foi sofrida e é uma loucura. Não estou aqui para colocar mais gasolina no fogo. Todo o resto foi uma história muito triste de ser removida. Temos memória e nos lembramos dela.”

O gesto dos jogadores reavivou o debate sobre a intersecção entre desporto e política, num encontro que já carregava uma forte carga simbólica.

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Messi desmonta muro de Tuchel e Argentina avança à final

A Inglaterra perdeu por 2 a 1 para a Argentina nas semifinais da Copa do Mundo. Messi deu duas assistências importantes.

A Inglaterra perdeu por 2 a 1 para a Argentina nas semifinais da Copa do Mundo, apesar de ter liderado até os minutos finais. O técnico Thomas Tuchel tentou proteger a vantagem com mudanças defensivas, mas Lionel Messi desmantelou o plano com duas assistências magistrais.

A Argentina empatou aos 85 minutos por meio de Enzo Fernández, e Lautaro Martínez selou a recuperação no segundo minuto dos descontos. A seleção sul-americana avançou para a final contra a Espanha.

“Eles ganharam todas as bolas de cima. Por isso fomos para uma linha de cinco para fechar espaços”, explicou Tuchel. “A responsabilidade recai sobre o treinador. Se não correr bem, é fácil dizer que foi errado.”

A Inglaterra assumiu a liderança com um gol de Anthony Gordon aos 55 minutos, mas a Argentina reagiu imediatamente. Tuchel substituiu Reece James por Dan Burn e Declan Rice por Nico O’Reilly aos 82 minutos. Minutos depois chegaram os golos.

“Fizemos um bom jogo na maior parte do tempo. Quando subimos, parecia que estávamos apenas a tentar aguentar. A este nível isso não é suficiente”, declarou Harry Kane, visivelmente afectado.

Fernández aproveitou um passe de Messi para rematar de fora da área. A bola bateu Jordan Pickford. Em seguida, Martínez cabeceou cruzamento do próprio Messi para encerrar o duelo.

“Eles se cansaram após 60 minutos de pressão. Encontraram o gol e voltaram. Isso nos deu tranquilidade para movimentar a bola e ampliar o campo”, explicou Lautaro Martínez.

A derrota inglesa é apenas a segunda vez no século que o time que marcou primeiro nas semifinais da Copa do Mundo não chega à final, segundo dados da Opta. A anterior também foi a Inglaterra, em 2018 contra a Croácia.

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